quarta-feira, setembro 19, 2012

 

VENHA AFUNDAR O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL

 

Governo Jaques Wagner quase triplica gastos com publicidade em ano eleitoral, diz Azi

 

Tiririca, o palhaço semianalfabeto, dá um exemplo de grandeza a todo o país

Carlos Newton
Explode na internet a notícia de que Tiririca foi eleito um dos melhores deputados do ano. Com um desempenho superior ao da grande maioria de experientes parlamentares, Tiririca foi indicado como um dos 25 melhores deputados do ano pelos jornalistas que cobrem o Congresso.
O Prêmio Congresso em Foco, em sua sétima edição, vai definir os melhores parlamentares em diversas categorias em votação aberta na internet até o dia 8 de novembro. Na eleição somente entre os jornalistas que cobrem a Câmara, Tiririca recebeu 14 votos e ficou entre os 15 mais votados.
Um palhaço bem sério

Candidatos não poderão ser presos a partir deste sábado

Candidatos não poderão ser presos a partir deste sábado

STF derruba recurso de Wagner para privilegiar BB

Divulgação: Jaques Wagner, empréstimo, BB
Mais um capítulo da novela da exclusividade

Por que não entendem que o Blog da Tribuna é um espaço democrático?

Charles Carwal


Jovino e a tentativa de censura


Hoje escutando a rádio Vaza Barris, mais precisamente ouvindo as palavras do Bispo,  cheguei mais uma vez  a conclusão que os fichas sujas de Jeremoabo só ainda não implantaram a censura nesta cidade, porque os atingidos pela censura não se acovardam e reagem.
Dessa vez tentaram desempregar o locutor da rádio acima mencionada porque fora de horário de trabalho, pediu votos para sua companheira. Pelo  fato da mesma não ser do grupo dos fichas sujas.
Num ato de baixesa foram pedir ao Bispo a cabeça do Jovino, só que dessa vez foram derrotados, pois a igreja apoiou  uma imprensa, livre, independente e responsavél. Imprensa essa que não tem lado,detentora da  verdade, da moral e da honestidade.
Vamos por etapas - primeiramente através do arbítrio tentaram calar o site jeremoabohoje por denunciar corrupção, não conseguiram. Em seguida tentaram calar o Padre Ramos por pregar o Evangelho e orientar os sem voz, sem teto, sem saúde e sem educação, não conseguiram.
Agora por último procuraram calar o locutor Jovino por mostrar a verdade através do rádio, denunciando a degradação da cidade.
Diante desses atos mesquinhos e covardes, "li este pensamento atribuído a um grande poeta e dramaturgo alemão e fiquei a pensar seriamente que ele, NESTE momento, tal como HÁ 70 ANOS, tem toda a razão". Ora leiam:


"Primeiro levaram os comunistas, mas eu não me importei porque não era nada comigo. Em seguida levaram alguns operários, mas a mim não me afectou porque não sou operário. Depois prenderam os sindicalistas, mas eu não me incomodei porque nunca fui sindicalista. Logo a seguir chegou a vez de alguns padres, mas como não sou religioso, também não liguei. Agora levaram-me a mim e quando percebi, já era tarde.'
A INIFERENÇA, Bertolt Brecht
(Dramaturgo alemão, 1898-1956)

 

Candidatos lançam mão de baixarias e táticas chamativas para conquistar eleitores

Débora Zampier (Agência Brasil)




Diante de tanta falta de caráter na politicagem de Jeremoabo, tudo leva a crer que se Jesus fosse vivo os trairas daqui não O venderia por 30 moedas de prata, mas por qualquer tostão, só que  depois não iriam se enforcar por remorso, mas correriam atrás de empregos.

A tecnologia e o desempregado

Welinton Naveira e Silva


EXCLUSIVO: Para constranger governo, oposições vão exigir inauguração da passarela de Pituaçu

Interessados em aproveitar o momento para desgastar o governo do Estado e seus candidatos a prefeito, em especial Nelson Pelegrino (PT), que disputa a sucessão em Salvador, deputados de oposição vão defender a partir de hoje na Assembleia que a Casa Civil monte uma solenidade para inaugurar a passarela do Estádio de Pituaçu, na Paralela, em construção há três anos e motivo de críticas à “falta de resolutividade” da administração estadual. Eles também passarão a cobrar a entrega do prédio da secretaria estadual de Educação, no CAB, em reforma há pelo menos seis anos.  No caso da passarela, a idéia da oposição, eivada de ironia, é mostrar que, depois da longuíssima espera, o governo precisa “solenizar” a entrega do equipamento à população, como forma de marcar o “feito”. Também carregando na ironia, os deputados alegam temer que à passarela seja destinado o mesmo tratamento que o governador Jaques Wagner (PT) deu ao campo de pouso de seu helicóptero, no CAB, que ficou pronto primeiro do que o equipamento, mas passou a ser utilizado imediatamente sem nenhum tipo de ato que marcasse sua entrega ao Estado.

José Genoino sabe que não escapa e já se prepara para cumprir pena na prisão

Carlos Newton
Desde sua primeira eleição, em 1982, José Genoino logo se tornou um dos deputados federais mais queridos. Mostrou ser um homem simples e acessível, o sucesso na política jamais subiu-lhe à cabeça. Na Câmara, manteve sempre um posicionamento firme em defesa dos ideais do PT, mas sabia respeitar os adversários.



Em busca de um ponto de equilíbrio

Carlos Chagas
Depois dos funcionários públicos, vem a segunda onda, dos trabalhadores das empresas privadas. Os bancários saíram na frente, paralisando suas atividades em todo o país, ontem. Há dúvidas sobre saber quem ganha com essa greve, se os bancários que exigem 10% de reajuste ou os banqueiros, aferrados aos seus fantásticos lucros e à exploração de seus empregados.
Agora, são os bancários.




Ascensão e queda de uma nobre justiça

Roberto Monteiro Pinho

Uma história de domicílio eleitoral

Sebastião Nery

A necessária educação sexual

Percival Puggina

Estadão Dados: Crise na base de Lula antecedeu escândalo do mensalão

Livre pensar é só pensar (Millôr Fernandes)

Greve nos Correios ganha corpo e 16 Estados e o DF aderem à paralisação


Tucanos e petistas agora travam ‘guerra ética’ por vaga no 2º turno


Pedidos de auxílio por incapacidade lideram as derrotas do INSS no Juizado

Por outro lado, o reconhecimento de tempo especial é o tipo de ação que o INSS mais sai vencedor nos Juizados Especiais






Polícia Federal apura troca de votos por crack no Piauí

 

Nota da Oposição cobra explicação de Lula

por Samuel Celestino


Reprodução

Saúde

Bisfenol causa obesidade infantil
Anvisa já proibiu a fabricação no País


ACM Neto diz que PT de Salvador é o mais punido em todo país

ACM Neto diz que PT de Salvador é o mais punido em todo país

Doze anos para Valério, dez para Kátia Rabello

Edição/247:
Essa é a pena de prisão proposta pelo relator da Ação Penal 470, Joaquim Barbosa, que publicou no site do STF a chamada

Ministros rejeitam sessão extra para julgar 'mensalão'

 Fellipe Sampaio /SCO/STF :

Dilma vai subir ao palanque de Pelegrino

Divulgação: Dilma, Pelegrino

Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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