domingo, setembro 09, 2012

O ELEITOR DEVERIA TER VERGONHA DE VOTAR EM POLÍTICO FICHA SUJA OU LAJANJAS INDICADOS POR ELES

"INDEPENDENTE DO PARTIDO DO LEITÃO;

SÃO TODOS FILHOS DA MESMA PORCA ..." -Joven-

“Uma sociedade só é democrática quando ninguém for tão rico que possa comprar alguém e ninguém seja tão pobre que tenha que se vender a alguém" -minha-  (http://elosdatransparencia.blogspot.com.br/)


FICHA SUJA DISFARÇADO DE  LARANJA

A pior espécie de malfeitor político é a do ficha-suja com cara de ficha-limpa.






Os fichas sujas de Jeremoabo  apelando para a mentira na tentativa de não perder a boquinha da viúva,  usam todos métodos nefastos na tentativa de não deixar cair a oligarquia aqui implantada, tentaram apelar para discriminação passando a falsa idéia que forasteiros não podem ser candidatos a prefeito.
Se fossemos ingressar por esse caminho ultrapassado e sem nenhum nexo, o atual  governador não poderia nem se candidatar, principalmente ser eleito governador da Bahia. Poderíamos citar muitos outros casos em nosso estado, porém vamos nos ater a Jeremoabo do atraso e da corrupção.
Se Jeremoabo progrediu através da  iniciativa  privada, agradecemos  a  iniciativa dos forasteiros, senão hoje só teríamos bodegas para fazer compras através de anotações em caderno (do tempo em que se amarrava cachorro com lingüiça) com um agravante sem nenhuma perspectiva de emprego.
Os forasteiro que aqui chegam trabalham, mostram como se trabalha, ganham dinheiro e aplicam aqui mesmo  na cidade. É o progresso chegando.


Os forasteiros prestam assistência médico hospitalar a 99% dos doentes de JEREMOABO, pois se não fosse Sergipe a população continuaria morrendo sem dignidade.
O que Jeremoabo possui com  “ perfeição são os fichas sujas metendo  a mão no dinheiro da prefeitura, por isso que entraram em desespero para não perderem a mamata criminosa.
Como sempre gosto de “ matar a cobra e mostrar o pau”, entrei no site do TS ,  efetuei um levantamento dos candidatos a Prefeito e vereadores que estão disputando as eleições deste ano  e quais os banidos por eles que não deveriam concorrer por se tratar de  “forasteiro”.
Conforme a relação a baixo, não entendo o que para eles significa forasteiro, pois é grande o número de vereadores, e candidato a prefeito  e caso a lei do absurdo existisse ´so  teríamos um candidato a prefeito.
Não adianta se espernear nem fazer propaganda fascista porque o povo de Jeremoabo entrou no ritmo de Brasil se engajou na luta para extinguir os fichas sujas ou os laranjas indicados e apoiados por eles.


CANDIDATOS A PREFEITO

ANABEL DE SÁ LIMA CARVALHO ---    Naturalidade: PAULO AFONSO / BA
DERISVALDO JOSE DOS SANTOS ---   Naturalidade: ITABAIANA / SE
OTAVIO MANOEL NOLASCO DE FARIAS  --   Naturalidade: JEREMOABO / BA



CANDIDATOS A VEREADORES
ADELIA DA CONCEIÇÃO SANTANA  -    Naturalidade: JEREMOABO / BA

ANTÔNIO CHAVES  -   Naturalidade: SANTA BRÍGIDA / BA
BENEDITO OLIVEIRA DOS SANTOS  -   Naturalidade: SÃO MATEUS / ES
IRENE SANTANA DA SILVA TEIXEIRA  -     Naturalidade: PRINCESA ISABEL / PB
JOÃO DANTAS DE JESUS  -   Naturalidade: CICERO DANTAS / BA
JOSÉ MANOEL DE OLIVEIRA  -   Naturalidade: ANTAS / BA
LIDIA APARECIDA ANDRADE  -   Naturalidade: SAO VICENTE / SP
SEBASTIÃO JOSÉ DOS SANTOS  --   Naturalidade: SITIO DO QUINTO / BA
BENEDITO PINHEIRO DOS SANTOS - Naturalidade: NAZARÉ / BA
GILVAN FERREIRA ALVES   -   Naturalidade: ITABAIANA / SE
JOSADILSON DO NASCIMENTO  -   Naturalidade: ANTAS / BA
JOSÉ MESSIAS DO NASCIMENTO  -   Naturalidade: ANTAS / BA
ROBSON SANTOS MATOS  -  Naturalidade: SALVADOR / BA
JOSE JADSON DE JESUS OLIVEIRA  -    Naturalidade: ANTAS / BA
MARCO ANTONIO DANTAS DE ALMEIDA  -  Naturalidade: SALVADOR / BA
PATRICIA ARAUJO GUEDES DA GAMA  -    Naturalidade: JUNDIAI / SP
ADALBERTO TORRES VILAS BOAS -     Naturalidade: SALVADOR / BA
MARIA DO SOCORRO DE JESUS NASCIMENTO  --   Naturalidade: PEDRO ALEXANDRE / BA

SINVANILDO VIEIRA DE JESUS -  Naturalidade: ARACAJU / SE
CRISTIANE GOMES DOS SANTOS  -  Naturalidade: SÃO BERNARDO DOS CAMPOS / SP
DALVANICE ROSA DE JESUS  -  Naturalidade: MIGUEL CALMON / BA
GEORGE LUIZ SIQUEIRA  -  Naturalidade: VOLTA REDONDA / RJ
ANTONIO JOSÉ DOS SANTOS  -    Naturalidade: ITABAIANA / SE
DOMINGOS PINTO DOS SANTOS   -  Naturalidade: PEDRO ALEXANDRE / BA
JOAO BATISTA SILVA GAMA  -   Naturalidade: ANTAS / BA
ROSINEIDE DANTAS DE MATOS  -   Naturalidade: PEDRO ALEXANDRE / BA


O ELEITOR DEVERIA TER VERGONHA DE VOTAR EM POLÍTICO FICHA SUJA

 

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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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