quinta-feira, abril 18, 2013

"Quem semeia vento, colhe tempestade"





Ontem ao elaborar o artigo: “ em qual santo do pau oco a prefeita Anabel se confia”, me veio logo a mente a frase: Quando o povo não crê na probidade, a imoralidade é geral" (MARQUÊS DE MARICÁ).
Já hoje ao abrir o site do CNJ encontro a notícia intitulada: “ CNJ SUSPENDE PORTARIA DA VARA CRIME DE PAULO AFONSO”, artigo esse que abriu um leque na minha memória onde lembrei de algumas coisas e tive certeza doutras.
Tive certeza que  “ ninguém estará acima da Lei”.
Foi  aí também que lembrei  da minha professora de noções de Direito, quando em certa aula disse: “aquele que não luta pelos seus direitos, não merece tê-los” – (Rui Barbosa).
É  espelhado nesta celebre frase que tecerei alguns comentários a respeito dos massacrados, injustiçados e pisoteados proprietários dos trailers, arbitrariedade essa patrocinada pelo (des)governo “anabel", coadjuvado pela sua secretária de administração juntamente com alguns incompetentes puxa-sacos e capachos.
 Os proprietários dos trailers e os moto-taxistas,  numa demonstração de responsabilidade não entraram no jogo da prefeita, deixando que a mesma extrapolasse seus extintos, evitaram o enfrentamento.
Só que o jogo ainda na terminou, talvez o final não ultrapasse o segundo tempo, porém se necessário for haverá prorrogação ou até disputa de pênaltis.
A prefeita ao ser ver acuada, sem saída com a portaria(porcaria)ilegal, sem amparo legal, tentou costurar baixando um decreto, mais ilegal ainda, e carente de verdade .
Devido a portaria emitida em Paulo Afonso, caso diferente do de Jeremoabo,  o Conselheiro   Jorge Hélio informou que pretende fazer uma visita à unidade prisional da Comarca para verificar quantas pessoas estão presas provisoriamente por conta das exigências feitas na portaria.
Portanto, que essa atitude sirva de exemplo a prefeita, e que a mesma entenda que atos de ditador, desprovidos de qualquer legalidade serão  de modo exemplar reprimidos pela Lei.
Melhor seria que a mesma em vez de perseguir, fosse preparando seu abrigo para enfrentar a tempestade que surgirá devido aos maus ventos das licitações que beneficiam seus protegidos.



O contraste tá aí... Em meio à seca cruel, prefeita debochando com dinheiro do povo..

 
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MPE revela contratos ilegais e dispensa de licitação na Educação do Estado

Informação foi repassada pela promotora de Justiça Cecília Carnaúba ao Colégio de Procuradores de Justiça do ministério Público Estadual de Alagoas. Ela pediu o apoio dos procuradores para os próximos procedimentos que visam defender a qualidade do ensino público. A promotora revelou ainda um prejuízo de R$ 7 milhões aos cofres públicos por conta de contratos firmados através de dispensa de licitação, com empresas para o serviço de acompanhamento, planejamento e fiscalização de reformas nas escolas. Até o ano passado Cecília Carnaúba ajuizou 8 ações civis públicas contra o Estado, sendo 3 por ato de improbidade administrativa e outras 5 com obrigação de fazer, cujo objetivo foi compelir o Estado a ofertar aulas para o corpo discente das unidades de ensino. 

 

Comentários a respeito da matéria acima:

Nós aqui de Jeremoabo façamos uma simples análise da situação do nosso município tendo em frente a prefeita "anabel".

Olhem se estou certo ou errado, em Alagoas que existe oposição, os conselhos escolares são escolhidos sem interferênca da prefeita, há vereadores da oposição que cumprem seu dever, cumprem o que prometeram aos eleitores ou seja, fiscaliar.

Agora pensem no descalabro e na inoperença  de Jeremoabo, onde os conselhos são indicados pela prefeita, os vereadores quando assumem o mandato ficam surdos, cegos e mudos, e prefeita "anabel" jogando solta, fazendo tudo ao seu  "bel prazer" e dando evazão aos seus instintos.

Em Alagoas um coisa que funciona é a oposição. Os políticos contrários fazem uma oposição sistemática e responsável.
Faço  uma  pergunta: em Jeremoabo existe oposição?
Quem responder que não, acertou em  cheio na mosca.
Em Alagoas como  em outros Municípios,  os Conselhos e Associações  são eleitas de forma democrática, através de eleições limpas e soberanas.
Já aqui em Jeremoabo são indicações dos  prefeitos, que colocam na sua maioria pessoas desinformadas e desinteressadas,  que não estão nem aí, servem apenas para assinar papeis. E o pior,  muitas das vezes sem saber nem o que estão assinando.
Caso esses Conselhos funcionassem a situação principalmente  de Saúde e  Educação, estaria andando de vento em poupa, pois dinheiro tem a rodo .
Agora parem, pensem e refletiam: sem oposição, sem fiscalização, com o montante de recursos que chegam, o que a prefeita “anabel” não já começou aprontar para extravasar seus instintos.
Know how é que não falta, quem não lembra  o escândalo das escolas denunciado por Pedrinho juntamente a outros vereadores?
Por falar em Pedrinho, a prefeita “anabel” está bem assessorada, dentre os muitos auxiliares,  tenho certeza que este é  um excelente Expert, para praticar qualquer ato  não precisa nem telefonar, estão bem juntos.




 
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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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