quarta-feira, abril 03, 2013

 

 Diário De Uma Louka.
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Jamais uma segunda chance

Carlos Chagas


Judiciário fora de sintonia com a sociedade

Roberto Monteiro Pinho
Nosso judiciário é vetusto, insolente e fora de sintonia com a realidade social do país, e ate mesmo universal. Há muito estou aqui em minhas considerações alertando, denunciando e apontando as nuances desta prole que é o judiciário brasileiro. Registramos os mais alarmantes números de deficiência, custo, e trato das questões jurídicas do planeta.



Plano é criar o 'Simples das domésticas' para unificar contribuições

Parlamentares planejam mudanças para amenizar impacto da nova Legislação no bolso dos patrões



Ex-ministra protocola pedido para abrir processo contra pastor Feliciano

 

Joaquim Barbosa rejeita ampliar prazo para recurso do mensalão

 

 

Quase metade dos cristãos americanos acredita que Jesus vai voltar em breve

(do site RT)

 

 

Seis meses depois, Procuradoria decide investigar o envolvimento de Lula no mensalão

Carlos Newton

O ex-presidente Lula, inesperadamente “iluminado”, deu entrevista e bradou: ‘A reforma partidária é indispensável, vou tentar fazê-la até pela Constituinte”.

Helio Fernandes


Barbosa defende "reformulação total" das regras

Presidente do STF diz que a falta de normas para a prescrição faz com que a punição não aconteça


Satanás vs. Feliciano

Supremo rejeita adiar depoimento de Marco Feliciano

 


CNJ vê números escandalosos na Justiça Militar


Nova lei de domésticos começa
a valer hoje; confira o que muda

Agência deixa caducar multas de R$ 2,7 mi contra planos de saúde



A íntegra da resposta da CGU sobre a extinção dos tribunais de contas

 

Entidades repudiam extinção de tribunais de contas


Representante do Ministério Público no tribunal, Marinus Marsico pede que TCU investigue denúncias do Congresso em Foco sobre o Censo do Interlegis
Proposta publicada no site da CGU recomenda o fim das cortes de contas. Controladoria-Geral da União nega autoria e diz ser contra a medida, classificada como “absurdo total” por associações ligadas aos tribunais
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CGU diz que não apoia extinção dos Tribunais de Contas

Biógrafos e especialista defendem liberdade irrestrita para autor

O crack do Oiapoque ao Chuí

 

Domésticas
ganham intervalo para o almoço a partir de hoje

Senado oficializou novas regras para
as empregadas; patrões e domésticas devem acertar detalhes a partir de hoje

 

 

MPF quer informações sobre andamento de obras do aeroporto de Paulo Afonso

MPF quer informações sobre andamento de obras do aeroporto de Paulo Afonso
Foto: Divulgação/ Infraero
 

PT baiano engasgou com César Borges no governo

 

Globo acusa Dilma de colocar fogo no País





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Para jornal, a tentação de manter o mercado de trabalho aquecido é grande, considerado a explicação da alta popularidade da presidente, mas ressaca virá em 2015

 

Folha vê Dilma como São Francisco de Assis





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Para o jornal de Otávio Frias, a deletéria antecipação da corrida eleitoral de 2014 leva a presidente a reciclar o jogo fisiológico e o loteamento de ministérios, de volta ao credo do "é dando que se recebe", como diz a oração franciscana

   

Vocês sabem quanto recebe mensalmente a prefeita de Jeremoabo, cidade falida?

Bob Charles na sua coluna BASTIDORES diz :

FichaO que importa uma ficha suja?. Mirem-se no exemplo do ex-prefeito de Paulo Afonso,  Raimundo Caires. Os votos de Dona Sônia em sua grande maioria foram dele. Mas que a ficha vale os votos

Pergunto:

Os votos esgotos transferidos para Anabel foram de quem?

 

Repercutiu

Depois de ter sugerido a redução do seu salário de 30.063,00  para pouco de mais de R$ 20.000,00, o prefeito de Paulo Afonso Anilton Bastos Pereira (PDT) sai de cena para dar lugar a prefeita de Glória, Dra. Ena Vilma Negromonte. A esposa do ex-ministro das Cidades, Mário Negromonte (PP), é a gestora de uma cidade cuja população é de pouco mais  de 15 mil habitantes, que proporcionalmente a Paulo Afonso com mais de 120 mil habitantes, tem um supersalário. Ela abocanha mensalmente a bagatela de R$16.200, cujo valor é superior aos vencimentos do prefeito do Rio de janeiro (R$13.964,94), segunda maior metropole do pais.

Pergunto:

Os vereadores de Jeremoabo já informaram quanto ganha a prefeita de Jeremoabo, Anabel?

 

Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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