quarta-feira, abril 10, 2013

Ministro Fux prometeu que ia me absolver', diz Dirceu sobre mensalão

 

Prefeito é afastado por envolvimento em esquema de corrupção

 

 

Judiciário politizado e fragilizado, blinda os juízes em seu habitat

Roberto Monteiro Pinho


Quem pariu Mateus que balance

 

Custos e gargalo nos TRFs opõem presidente do STF a juízes federais

 

CHAMANDO JESUS DE GENÉSIO.

 

Não nos limitemos a estereótipos do crime.

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  Quem será a próxima vitima da prefeita?


  Não é cometendo arbitrariedade que o povo irá esquecer ou deixar de fiscalizar as coisas erradas que estão sendo praticados no (des)governo municipal.

Foto
·Quando será que essa  mesma máquina da Prefeitura irá saquear e derrubar o  Deivid Lanche, será que a prefeida está com amnésia que já esqueceu tão rápido?

  O caso dos barraqueiros não terminou, agora que está começando, continuo dizendo quem for podre que se quebre! 

   Todo final de ditador é triste !

    A prefeita  deveria em vez de perseguir quem trabalha, usar corretamente o dinheiro da merenda escolar, pois enquanto em Jeremoabo a merenda escolar quando servem é Q-suco, cuscuz sem leite, ou lá um vez ou outra com ovo, as vezes biscoito com Q-suco, não tem frutas ou bolo, tudo é de má qualidade.
    Venha se orientar nas escolas de Aracaju, que recebem a mesma quantidade de dinheiro, só que aqui é bem empregado e fiscalizado.
      Aqui a merenda e variada, é suco de frutas naturais ou em caixa, rocambole de goiabada e doce de leite, junto de suco natural das frutas, salsichas, carne moida, cachorro quente, em embalagem higiênica e esterelizada.
Invez de criar um novo Pinheirinho em Jeremoabo e fornecer para as escolas Q-suco   artificial e condenado, que no mínimo  irá  intoxicar as crianças,deveria contratar uma nutricionista para elaborar um cardapio descente,pois recursos para isso não falta,basta ser bem aplicado.
Papa Francisco
 

 

Gaspari sente falta de uma Thatcher no Brasil




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Para escritor, a primeira-ministra ajudou a construir um país com um conservadorismo autêntico enquanto que, de evento em evento, a plutocracia brasileira safou-se da bancarrota econômica e política da ditadura



MPE denuncia ex-prefeita pelo desvio de R$ 16 milhões

 

 

Será que após a Promotora pedir a cassação da Prefeita de Jeremoabo a mesma PIROU?

As dimensões da vigarice

Carlos Chagas


Associações de juízes criticam Joaquim Barbosa após audiência conturbada no Supremo

Débora Zampier (Agência Brasil)


Megaoperação contra corrupção prende 92 pessoas em 14 Estados



Gurgel pede ao STF ação penal contra Marco Feliciano por discriminação




Redistribuição feita pelo TSE muda o número de deputados de 13 Estados





Não há tema proibido com Feliciano, diz Campos


"Manifestações de ativistas e de parte do PT traduzem um certo preconceito"
Presidente da Frente Parlamentar Evangélica, João Campos diz que Feliciano é garantia de que assuntos polêmicos não irão parar “na gaveta”
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Confira a nota das entidades sobre a audiência com Joaquim Barbosa

 

à beira de uma guerra termonuclear
Nanda Costa na seção "Insiders" da "Playboy" Pronto-socorro da Santa Casa, na região central, está lotado de pacientes Alunos entram na Escola Estadual Rita Bicudo Pereira, no Jardim Peri
Barraca de tomate em feira livre da rua Xavier de Almeida, no Ipiranga Tomate italiano vendido a R$ 9,00 Caminhonete que era perseguida por policiais e se chocou contra um muro na Francisco Morato

 

Feliciano: Caetano vendeu um milhão de cópias porque Mãe Menininha, possuída, o abençoou

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TJ-BA convoca sessão extraordinária para discutir promoção de desembargadores

por Claudia Cardozo

 




Lewandowski anula manobra de Barbosa

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Presidente do STF pretendia distribuir reclamação feita pelo advogado Marcio Thomaz Bastos sobre o prazo exíguo para leitura dos votos da Ação Penal 470 à ministra Rosa Weber, que vinha negando todos os pedidos da defesa; ela, no entanto, devolveu a batata quente a Joaquim Barbosa, que repassou o caso a Celso de Mello, que, por sua vez, o devolveu ao vice-presidente da corte, Ricardo Lewandowski; revisor do processo então decidiu pelo livre sorteio, não sem antes expressar posições relevantes em sua decisão contra o tribunal de exceção; leia a íntegra
 
 
 

 

 




OAB solta nota contra agressão de Barbosa

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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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