quarta-feira, abril 17, 2013

Depois que “anabel” comandou o desgoverno municipal, banana come macaco.





Em Jeremoabo quem respeita  a Justiça, é apenas  o cidadão de bem.

Há  meses venho alertando que se cuidassem, pois a prefeita “anabel”, para desviar atenção do povo, iria começar a sacrificar alguém.
Tomou como  “bode expiatório”  ou mesmo cobaia os barraqueiros e moto-taxistas, orientada que esses eram desorganizados e ficaria o dito pelo não dito. Só que seu engano foi terrível, pois garrancho, graveto  é quem derruba panela grande, e como irá derrubar, é uma  questão de tempo.
Dando continuidade aos seus métodos maléficos e embriagada pela obsessão de poder e de mordomias  usando o dinheiro público, não respeitou o sofrimento e misérias da maioria do povo jeremoabense, principalmente dos agricultores, pecuaristas, médios e pequenos proprietários com seus rebanhos praticamente  dizimados devido a seca, onde muitos estão passando sede, e cujos rebanhos dificilmente serão recuperados, pois essa seca é  igual ao vidro quebrado, quando colado  nunca mais será perfeito. Pois bem não levando em consideração nem levando a sério todo esse sofrimento, num ato irresponsável e desumano adquiriu 17 veículos, sendo um de luxo, no valor aproximado de R$ 130.000,00, e para coroar o escárnio desfilou pelas ruas da cidade com direito a fogos e festas.
O pior de tudo, foi que num verdadeiro desrespeito ao próprio Deus, num extremo sacrilégio usou um dos seus representantes direto, no caso o Padre Ramos para benzer (blasfemando) o bezerro de ouro, entenda-se  os veículos.
Outro desrespeito ao povo e as Leis, foi a discriminação, ou seja usando a Lei em sentido esdrúxulo, ou sentido duplo prejudicou ilegalmente uns, e ilegalmente beneficiou outros, estou me referindo aos trailers.
Vamos aguardar, para observar qual será a próxima irregularidade que irá aprontar.
Todavia, seu maior interesse em desviar  atenção de todos se diz respeito a cassação do seu diploma juntamente com sua vice, e perda dos direitos políticos pó 8 anos, pois a decisão a qualquer dia sairá,  e pelo que todos nós estamos assistindo através da imprensa falada e escrita do todo país, irá ser caixão e vela.


Enquanto isso a coisa tá preta e eis os felizardos:

PREFEITURA MUNICIPAL DE JEREMOABO

CNPJ N: 13.809.041/0001-75

EXTRATO DE CONTRATO



CT 664/13. PP N. 15/13. OBJ. aquisição de gêneros alimentícios, materiais de consumo

para os PSF´s. Contratado: LT 01, Antônio Francisco de L. de Jeremoabo. Valor global: R$ 83.001,00. Vigência: 19/03 a 31/12/13. Ediane A. Pereira, Pregoeira.



CT 665/13. PP N. 15/13. OBJ. aquisição de gêneros alimentícios e materiais de expediente para os PSF´s. Contratado: LT 02 e 03, Emiliana Maria Lima. Valor global: R$ 61.500,00. Vigência: 19/03 a 31/12/13. Ediane A. Pereira, Pregoeira.



PREFEITURA MUNICIPAL DE JEREMOABO

CNPJ N: 13.809.041/0001-75

EXTRATOS DE CONTRATOS



CT 682/13. PP N. 18/13. OBJ. aquisição de materiais de expediente e limpeza. Contratado: LTS 01 e 02-Antônio Francisco de L. de Jeremoabo. Valor global: R$1.827.005,40. Vigência: 25/03 a 31/12/13. Ediane A. Pereira, Pregoeira.



CT 683/13. PP N. 18/13. OBJ. aquisição de gêneros alimentícios, pães e misturas. Contratado: LTS 03, 04 e 07-Emiliana Maria Lima. Valor global: R$ 538.769,00. Vigência: 25/03 a 31/12/13. Ediane A. Pereira, Pregoeira.



CT 684/13. PP N. 18/13. OBJ. aquisição de carnes. Contratado: LT 5-José Júlio S. Fernandes. Valor global: R$ 368.324,00. Vigência: 25/03 a 31/12/13. Ediane A. Pereira,

Pregoeira.



CT 685/13. PP N. 18/13. OBJ. aquisição de hortifruti. Contratado: LT 6-Josefa Suely F. de Oliveira. Valor global: R$ 118.000,00. Vigência: 25/03 a 31/12/13. Ediane A.

Pereira, Pregoeira.

PREFEITURA MUNICIPAL DE JEREMOABO – ESTADO DA BAHIA

Rua Dr. José Gonçalves de Sá, 24, Centro

EXTRATO E CONTRATO

CT N. 571/13. INEXIGIBILIDADE N. 08/2013. Objeto: prestação de serviços educacionais no III Curso em Especialização em Gestão, Controladoria e Auditoria em Contas Públicas Municipais para servidores do Município. Valor Global: R$ 16.080,00 (dezesseis mil e oitenta reais). Vigência: 01/03 a 31/12/13. Jamison Abel Lima Chaves, Pregoeiro Oficial.



PREFEITURA MUNICIPAL DE JEREMOABO

CNPJ N: 13.809.041/0001-75

EXTRATO DE CONTRATO

CT 568/13. Aquisição de gêneros alimentícios para compor a merenda das escolas e creches. CONTRATADA: Antônio Francisco de Lima de Jeremoabo. Valor Global LT 01 R$ 597.000,00 (quinhentos e noventa e sete mil reais). Vigência 01/03 a 31/12/13. (Ediane A. Pereira, Pregoeira).

CT 569/13. Aquisição de gêneros alimentícios (pães) para compor a merenda das escolas e creches. CONTRATADA: Emiliana Maria Lima. Valor Global LT 03 R$ 64.000,00 (sessenta e quatro mi reais) Vigência 01/03 a 31/12/13. (Ediane A. Pereira,Pregoeira).

CT 570/13. Aquisição de gêneros alimentícios (carnes) para compor a merenda das escolas e creches. CONTRATADA: José Júlio S Fernandes. Valor Global LT 04 R$ 447.790,00 (quatrocentos e quarenta e sete mil setecentos e noventa reais) Vigência 01/03 a 31/12/13. (Ediane A. Pereira, Pregoeira).

Fonte: Diário Oficial do Município de Jeremoabo

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Padre, Eu PequeiPEDIDO DE INTERVENÇÃO NO MUNICÍPIO DE JEREMOABO



Processo:
0004412-08.2013.8.05.0000
Classe:
Intervenção em Município
Área: Cível
Assunto:
Intervenção em Estado / Município
Origem:
Comarca de Jeremoabo / Foro de comarca Jeremoabo
Distribuição:
Tribunal Pleno
Relator:
PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA BAHIA
Volume / Apenso:
1 / 0
Última carga:
Origem: Consultoria Jurídica da Presidência / Consultoria Jurídica.  Remessa: 05/04/2013
Destino: Secretaria de Câmaras / Tribunal Pleno.  Recebimento: 05/04/2013
Apensos / Vinculados
Não há processos apensos ou vinculados para este processo.
Números de 1ª Instância
Não há números de 1ª instância para este processo.
Exibindo Somente as principais partes.   >>Exibir todas as partes.
Partes do Processo
Representante:  Gilson Santos Andrade
Representado:  Município de Jeremoabo
Exibindo 5 últimas.   >>Listar todas as movimentações.
Movimentações
Data Movimento



09/04/2013 Publicação
Disponibilizado em 08/04/2013 Tipo de publicação: Editais Número do Diário Eletrônico: 930
08/04/2013 Publicação
Disponibilizado em 05/04/2013 Tipo de publicação: Ata de Distribuição Número do Diário Eletrônico: 929
08/04/2013 Expedição de Certidão
Certifico que o despacho de fl. 154 ficou disponível no DJE de 08/04/2013, considerando-se publicado no dia 09/04/2013, nos termos do art. 4º, § 3º, da Lei nº 11.419/2006.
05/04/2013 Recebido pela Consultoria Jurídica da Secretaria de Câmara
COM DESPACHO EM 01 LAUDA.
05/04/2013 Remetido - Origem: Consultoria Juridica Destino: Secretaria de Câmara (cumprir)
c/despacho

MPF denuncia 19 por esquema de fraude em licitações em São Paulo




Conselho Nacional de Justiça suspende atrasados de auxílio-alimentação para magistrados

Conforme informação prestada pelo Diretor da Fenajud, Ednaldo Martins, que participou do ato do Sind-Justiça no dia 11 de abril, transcrevemos abaixo o inteiro teor da matéria sobre a decisão do CNJ, que impediu a retroatividade do auxílio moradia para os magistrados de Santa Catarina e Paraíba.




Ministros do Supremo defendem que recursos dos mensaleiros sejam levados ao plenário e não dependam apenas do relator Joaquim Barbosa

Débora Zampier (Agência Brasil)



Índios invadem plenário da Câmara e exigem revogação de projetos contrários a seus interesses

Alex Rodrigues (Agência Brasil)



QUEREMOS UM Plebiscito para diminuição da maioridade penal, ASSINE http://bit.ly/YpUW4W
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Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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