terça-feira, abril 30, 2013

O nó continua apertando, situação da prefeita “anabel” não é assim tão confortável.

A charge parece até com o nepotismo de Jeremoabo e Cia. Ltda

A prefeita de Jeremoabo “anebel” deve usufruir o máximo as mordomias oriundas das tetas da viúva, principalmente  aproveitando o máximo o carro de luxo adquirido com o erário publico em detrimento aos cidadão massacrados pela longa estiagem.
Como é de conhecimento de todos os jeremoabenses  que enxergam e não são fanáticos, a mesma enfrenta processos por crimes eleitorais um dependendo apenas da sentença do Juiz Eleitoral de Jeremoabo.
Mas vamos efetuar uma análise pessimista, vamos supor que exista uma zebra e  a mesma escape da cassação em primeira instância, esse mesmo processo descerá em grau de recurso para o TRE Bahia e posteriormente para o TSE.
E o pior:  Eros Grau não é mais Ministro, para beneficiar candidato a prefeito corrupto.
Até ai tudo legal só perde o mandato e ficará inelegível por alguns anos, no entanto, o pior é que ela caindo fora há grandes possibilidades de ter que bancar novo pleito, aí é que irá ter muito choro e lamentações.
Como aqui se faz aqui se paga, a ditadora irá saborear o gosto de deixar pais de famílias desempregados, onde alguns para sobreviverem dependem da ajuda de terceiros.

" Prefeitos cassados podem ter de pagar por nova eleição

Justificativa
O TSE entende que o gasto adicional deve ser debitado na conta de quem o causou, no caso os políticos que deram causa à anulação da eleição. A Justiça Eleitoral convoca um novo pleito sempre que o candidato eleito com mais de 50% dos votos tiver o registro indeferido ou o mandato cassado por conduta vedada pelo Código Eleitoral ou delito previsto na Lei de Inelegibilidades, como compra de votos, abuso de poder econômico ou uso indevido dos meios de comunicação. Esses candidatos perdem os cargos e são convocadas novas eleições.”

 Foto

 

Prefeito cassado por crime eleitoral terá de pagar custo de nova eleição

 

 

 

Padre que criticou posição da Igreja Católica é excomungado por heresia

 

 Lição do abismo Dora Kramer

 

Até o próximo confronto


Carlos Chagas




Ministro Lewandowski defende a decisão de Gilmar Mendes que suspendeu projeto sobre novos partidos


Débora Zampier (Agência Brasil)



A sucessão está nas ruas, acelerada por Dilma e Campos. A eleição no Estado do Rio, 5 candidatos, apenas 3 verdadeiros. Sérgio Cabral quer ser embaixador na França. Mesmo sem público, o Maracanã não passou no teste da reinauguração.

Helio Fernandes



Que os profissionais da política de Jeremoabo entendam isso:





Termina hoje o prazo para a entrega da declaração do IR 2013

 

Detido por morte de dentista foi solto pela Justiça há 5 meses

 

Renan: conversa com o Supremo vai continuar


Para Renan, após a conversa a situação entre os poderes ficou "distensionada"
Presidentes do Senado e da Câmara se reuniram nesta segunda-feira com o ministro Gilmar Mendes. Avaliação é que clima entre os poderes está melhor após aprovação da PEC 33
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Grupo vai ao STF apoiar decisão contra projeto que inibe partidos

 

O silêncio de Lula sobre a traição que Dilma lhe faz é ensurdecedor. Logo, logo, ele vai explodir.


Carlos Newton

 

Menor que matou dentista já tinha sido detido cinco vezes 

 

Izabel Goulart na capa da revista "GQ" BMW amassada após bater e arrastar motoqueiro Quarto suspeito de envolvimento na morte de dentista é preso em Itapevi
Professores municipais protestam na frente da sede da prefeitura, no viaduto do Chá Operadora de telemarketing com o filho de dois anos; menino está na fila de espera por creche Pacientes aguardam atendimento em sala de espera do pronto-socorro municipal da Lapa

 

Olá
Andressa mostra conversa quente   Andressa mostra conversa quen




Dilma antecipou sucessão ‘por medo de ter Lula como candidato’, diz Jutahy Jr.

por Bárbara Souza
Dilma antecipou sucessão ‘por medo de ter Lula como candidato’, diz Jutahy Jr.
Foto: Max Haack/ Ag. Haack/ Bahia Notícias
 


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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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