sexta-feira, abril 12, 2013

O 101º dia de desgoverno: a praga do Egito se estabeleceu em Jeremoabo




Crédito\: Divulgação


O balanço dos primeiros 100 dias do desgoverno “anabel”  cabe numa frase popularizada há 200 anos por  D. João VI: “Quando não se sabe o que fazer, melhor não fazer nada”.

Em seguida temos que bradar: Vade Retro Satanás...

"Vade retro Satana" ("Afasta-te, Satanás") é uma fórmula medieval católica de exorcismo.

Esta expressão vade retro é usada na Bíblia, Evangelho de São Mateus, quando Cristo, no deserto, praticando o jejum, é tentado por Satanás. Daí ser usada sempre que se quer esconjurar algo.

Antes de entrar no assunto principal  darei alguns significados do cotidiano do (des)governo municipal de Jeremoabo:



NEPOTISMO: nomeações de irmão e primos do prefeito para cargos comissionados, sem esquecer do " ilustre Pedrinho" com respectiva mulher.



EMPREGUISMO SUPÉRFLUO: criação de cargos para garantir acordos de campanha com cabras eleitorais, donos de currais eleitoreiros;



PARTIDARIZAÇÃO: permissão de ocupação de muitos cargos por militantes do partido da coligação





FALTA DE CRITÉRIOS TÉCNICOS NAS DECISÕES DE PRIORIDADES DE AÇÕES: as ações de governo estão emperradas por absoluta falta de qualificação de parentes e aderentes do prefeito, secretários e líderes partidários e de puxa sacos, que tem sido nomeados para funções técnicas;



MALVERSAÇÃO: já há indícios de traquinagem do dinheiro públicos, com contratação de maquinas, tratores e aquisições sem licitações públicas;



PREVARICAÇÃO: com permissão e conivência do lixão sendo armazenado e despejado no lençol freático junto ao poço artesiano que Fornece água para população de Jeremoabo  ;



IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA: fundamentada em dispensa de licitações públicas para compras e contratações diversas inclusive para beneficiar sobrinhos.



NÃO CUMPRIMENTO DE PROMESSAS DE CAMPANHA: este item talvez seja o mais característico no conceito da atual administração municipal, pois Jeremoabo tem  uma  prefeito negligente com tudo o que prometeu realizar;



PERSEGUIÇÃO AO SERVIDOR PÚBLICO MUNICIPAL: remanejando servidores para locais distintos as funções para as quais foram concursados e por último propondo pagamentos do atraso salarial em parcelamento inadequado á importância de respeito e dignidade merecidos pelos barnabés. Bem como diminuição de horas e salários.







Nas últimas eleições municipais, Jeremoabo esteve com a pá-de-cal na mão para sepultar definitivamente este lixo oligárquico, um escárnio que ainda existe na politicagem  de Jeremoabo. …Enquanto as outras   grandes e até pequenas cidades defenestraram  esta escória para os grotões do inferno, nosso município ainda acolhe tamanha vergonha.

Nunca pensei que São Jeremoabo, tivesse tantos eleitores ABESTADOS, como tem. Votar da maneira que votaram , é assinar o seu próprio atestado de óbito,  ROUBAM ATÉ A ESPERANÇA DO POVO.

“A nau está à deriva,  quarta-feira passada , 10 de abril de 2013 marca os cem primeiros dias de mandato do atual (des)governo municipal, cujo único benefício foi satisfazer os próprios instintos de maldade autoritarismo  e opressão, desempregando pais de famílias no caso dos trailers, ou então empregar parentes, beneficiar amigos e colocar secretários para fazer propaganda enganosas em serviço de rádio.

Como nem tudo está perdido, temos a obrigação de divulgar o fato mais relevante dos 100 dias de Jeremoabo,  foi  o aparecimento da Promotora de Justiça Substituta, que mostrando sua independência, defensora da ordem jurídica justa,  sua ética e honrado a sua função e a Instituição a que pertence,  Ministério Público manifesta-se pela procedência da ação para condenar os investigados e multa, inelegibilidade por 08 (oito) anos e cassação do diploma das investigadas Srª.  Anabel  e Jeannete. 
A partir de 1988 os Promotores estão retirando a venda dos olhos da Justiça.





"Vade retro Satana" : "vai para trás satanás"





A nova frota de carros novos da prefeitura de Jeremoabo, o ouro de tolo,

Mais uma vez inicio um artigo citando  D. João VI ao dizer: “Quando não se sabe o que fazer, melhor não fazer nada”.
Estou me convencendo que o “tista de deda” ou mesmo Spencer, não passaram de aprendizes ou mesmo neófitos em comparação a atual prefeita, pois o que está  por trás da aquisição dos novos veículos  para prefeitura,  só “ Papai do Céu” terá condições de explicar.
Jeremoabo passa por uma das maiores crises da história,  o povo passa fome e sede devido a longa estiagem, portanto, mais lógico e sábio seria a prefeita angariar recursos para garantir a sobrevivência do rebanho e amenizar o sofrimento dos agricultores e pecuaristas, pois carro não enche a barriga de ninguém.
Ao se apossar do novo (des)governo a prefeita demitiu gente, baixou salários, arrebatou das professoras horas de aula, não tem dinheiro para pagar INSS dos funcionários, não tem recursos para saldar os precatórios, pintou e bordou alegando falta de recursos, alegando prefeitura falida.
É do conhecimento de todos que existe um percentual para ser gasto com pessoal, onde segundo a prefeita já se encontra no limite, não podendo admitir ninguém, nem tão pouco dar aumentos.
Com a frota imposta  pelo (des)governo,  será obrigado a admissão de  funcionários, pois carro não anda sozinho.
Caso a prefeita admita qualquer servidor,  irá permanecer fazendo de conta que paga um salário justo aos mesmos, e esses em contra partida fazendo de conta que trabalham, pois motorista tem direito a diárias estabelecidas por Lei, horas extras e insalubridade, fato esse que a prefeitura não cumpre, pois as diárias quando pagas, não são as corretas,apenas um quebra galho.
Como sempre os (des)governos municipais de Jeremoabo só andam na contramão da história, enquanto os governos Federal, Estadual e mesmo Municipal estão privatizando ou terceirizando os serviços, Jeremoabo faz o contrário.
Se as grandes empresas não são possuidoras de cacife para arcar com as despesas de frota própria, a exemplo de CHESF, Petrobras etc., o que será de Jeremoabo?
Sem veículos a prefeitura apresentava faturas exorbitantes com combustível, pior agora tendo veículos.
Enquanto esse (des)governo não for banido do comando da prefeitura, a situação será disso para pior.
E o povo, o povo que se F...!



Corrupção, uma endemia universal

Mauro Santayana (HD)


Inflação encarece a salada do brasileiro



Campanha errada, na hora errada, contra o candidato errado

Carlos Chagas


Mais uma piada do ano: Fifa manda Brasil comprar armas de defesa antiaérea para a Copa

(deu no Portal G1)
O Brasil acertou a compra de um sistema de artilharia antiaérea vindo da Alemanha e composto por 34 carros de combate Gepard, que são capazes de abater aviões, helicópteros, mísseis e drones (aviões sem tripulação) a até 3km de altitude e 15km de distância. A compra visa a renovação da frota de defesa brasileira e também a segurança dos grandes eventos que serão sediados no país nos próximos anos.

É para reforçar a defesa da seleção???

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Ministério Público luta para não perder o direito de fazer investigações

(da Agência Brasil)
Promotores e procuradores de São Paulo lançaram nesta sexta-feira um novo manifesto contra a PEC (Proposta de Emenda Constitucional) 37, que está em discussão no Congresso e propõe limitar o poder de investigação do Ministério Público.
ABr120413MCSP-3 Protestos do MP



Temendo protestos, Feliciano desiste de ir a Belo Horizonte

Aline Labbate (O Tempo)
“Por motivo de segurança”, o deputado federal e pastor Marco Feliciano (PSC-SP) cancelou sua vinda a Belo Horizonte, prevista para este fim de semana. Feliciano participaria de cultos na Igreja Quadrangular Templo dos Anjos, no bairro Nova Suissa, região Oeste da capital. O aviso de cancelamento foi feito através da página da igreja no Facebook.
Aviso na internet





Ministro Luiz Fux, do STF, cancela jantar bancado por advogado


Feliciano quer tirar proveito da situação, afirma líder da sua igreja



Sem caixa, prefeitos apostam
em cortes e ações midiáticas


Ministros apelam a Barbosa por análise de recursos do mensalão


 

Vice-presidente Michel Temer diz ser contra redução da maioridade penal


Contrariado, governador “demite” deputado federal

Postura do PPS foi “covarde”, segundo governo de Agnelo Queiroz
Agnelo Queiroz (PT) dispensa seu secretário para que ele volte à Câmara e, assim, obrigar deputado federal do PPS a deixar o Congresso
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Auditores e procuradores do TCU criticam limites ao Ministério Público

EUA: dez anos apagando o Iraque

No Fórum, delegada diz que SP vive “guerra civil”

 

Íntegra da nota das entidades de tribunais sobre a PEC 37

 

A íntegra da portaria que aposentou Roseana Sarney

 

A íntegra das notas de Roseana Sarney e do Senado


Vacinação contra gripe começa na segunda


INSS diz que não pode fazer a troca das aposentadorias

Previdência Social vai mostrar que a desaposentação é um verdadeiro equívoco, disse o secretário da pasta

 

 

PGR pede apuração sobre pastores contratados por Feliciano sem ir a Brasília

 

Zezé a Feliciano: "A gente vai se livrar desse traste"

 

Será que Barbosa quer ser candidato em 2014?

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Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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