quinta-feira, abril 25, 2013

Até que enfim começou a chover em Jeremoabo

Esta foto é de um cidadão jeremoabense agradecendo a Deus porque está começando a chover. Só mesmo apelando a Deus, pois se depender de "anabel" ela fará  igual a "Justo Verissimo", pobre, eu quero que exploda
O povo acredita em Deus, e em resposta a "anabel" finaliza dizendo um texto da Bíblia Sagrada que diz : SE DEUS É POR NOS, QUEM SERÁ CONTRA NÓS?.



                                             O povo é quem arca com todos esses desmandos...






Acima estamos apresentando uma obra prima do (des)governo municipal de Jeremoabo.
Trata-se de obras eleitoreiras mal acabadas, verdaddeira picaretagem, trambicagem executada com o dinheiro do povo, portanto enquanto a impunidade capear a solta, o povo é quem sempre sai perdendo.
A prefeita "anabel" não está nem aí, se der uma zebra e a mesma tiver que trafegar por esta desmoralização, esrespeito ao cidadão, ela vai no carro que comprou porR$ 130 mil com o dinheiro suado do povo, e se quebrar troca por outro mais novo.
A situação de Jeremoabo é complicada, o povo reza pedindo a Deus que mande chuva, já a prefeita e seus capachos rezam pedindo estiagem. Só que a reza da prefeita, é igual a mercadoria falsificada do Paraguai não tem valor.
Enquanto o povão não tomar cosciência que tem que saber usar seu direito de cidadania  a sitaução e disso para pior.
Também esperar o que, tudo isso faz parte da herança maldita de "tista de deda", Pedrinho e agora aperfeiçoada por "anabel", (des)governo que coloca os dois no bolso.




A AP 470 (mensalão), que parecia definitivamente decidida, inesperadamente voltou às manchetes e às incertezas. Excluídos os absolvidos pelo plenário, ninguém ficará impune, mas as penas podem cair muito. Leiam revelações e análises feitas exclusivamente por este repórter.




Senadores sob pressão





Prefeita debocha população que passa fome e sede ao comprar carro de R$ 130 mil

Luiz Brito DRT/BA 3.913
Foto reprodução
Do ponto de vista do marketing, foi uma boa sacada a ideia da prefeita de Jeremoabo, Anabel  de Tista  de expor 16 novos  veículos em plena praça pública no município de Jeremoabo. Agora, em termos de ação para reduzir os impactos provocados pela seca, a prefeita deveriam gastar as energias para debater os problemas que tanto afligem a população Jeremoabense, que são muitos. Texto publicado pelo advogados Antonio Fernando Dantas Montalvão, o Nando, para os jeremoabenses, revela que  "enquanto o povo vive na miséria e sobrevive apenas com as aposentadorias rurais e o Programa de Combate a Fome do Governo Federal, por deboche, a Prefeita comprou para o deleite de seu gabinete um veículo Amarok cabine dupla cujo custo não deverá ter sido inferior a R$ 130.000,00 e mais outros 16 veículos expostos na via pública a incrementar ainda mais o trambique com peças de reparação e desvio de combustível e por certo, nos próximos 12 meses a frota já estará totalmente sucateada a exigir novas compras. A coisa não cheira bem e o futuro nos dirá". Recentemente cumprido ordem judicial,a prefeita Anabel mandou retirar todos os barracos e quiosques das proximidades do terminal rodoviário e do centro comercial, além dos mototaxistas que estavam alojados nas vias publicas. A ação, embora impopular, resolveu parcialmente o problema da poluição visual e sonora na velha e espoliada Jeremoabo, como apregoa o advogado Montalvão. Porém, a prefeitura não avaliou as causas e efeitos que a ação provocaria aos que foram sumariamente expulsos e não ofereceu nenhuma alternativa aos agora sem teto. Semana passada   em um dos programas da Rádio Vaza Barrris, seus apresentadores desencadearam uma campanha para arrecadar alimentos para saciar a fome de um desses excluídos pela prefeitura. A Câmara de vereadores de Jereamoabo, por sua vez,  deveria abdicar da concessão de titulos de cidadania e  colocação de quebra molas nas ruas da cidade, para discutir ações que resolvam os problema da comunidade. Talvez a partir dai as sessões ordinárias  despertassem interesse da população. O que se ver atualmente é o plenário quase vazio, caracterizando talvez um protesto proposital da comunidade contra o eterno silencio dos seus representates diante das ações de truculência do  Poder Executivo Municpal.




O juiz inglês versus os juízes brasileiros

 

 

Pior estiagem do semiárido dos últimos 50 anos afeta 22 milhões de brasileiros

Pior estiagem do semiárido dos últimos 50 anos afeta 22 milhões de brasileiros
A estiagem na região do semiárido não dá trégua e é a pior registrada nos últimos 50 anos. De acordo com o governo federal, 1.415 municípios sofrem com a seca, que já afeta a vida de quase 22 milhões de brasileiros. A falta de chuva atinge mais de 90% dos municípios do semiárido e ultrapassou a extensão das 1.135 cidades que o compõem, noticia a Agência Brasil. A Secretaria Nacional de Defesa Civil já decretou situação de emergência e estado de calamidade pública em 1.046 cidades. A área mais atingida estende-se por oito estados do Nordeste – Bahia, Alagoas, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe –, além do norte de Minas Gerais, o que totaliza uma extensão territorial de mais de 980 quilômetros quadrados. 
Comentário


Da mesma forma que a humanidade relembra o holocausto, nós Jeremoabenses, temos a  obrigação moral e cristã, de relembrar essa seca que estamos enfrentando, principalmente relembrar o descaso e o deboche do (des)governo “anabel”, que não  está nem aí para o sofrimento do povo, prova disso foi o carro de luxo que comprou com o dinheiro público no valor de R$130 mil, com mais 16 viaturas.

 

PSDB pede suspensão imediata da PEC que reduz poderes do STF

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Carlos Sampaio (PSDB-SP): matéria fere a cláusula pétrea
 

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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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