quarta-feira, novembro 29, 2017

Aprenda a sofrer sorrindo para enganar a fome.

A imagem pode conter: 12 pessoas, pessoas sorrindo, pessoas em pé



O prefeito " interino" deveria entender que a profissão de gari é pequena, mas muito importante para sociedade jeremoabense.

Os garis de Jeremoabo descobriram que a única maneira de enfrentar dois meses sem receber seus salários é rindo, nem que seja na foto sádica do " interino".

Garis e margaridas que trabalham na prefeitura de Jeremoabo,  estão sem salários há dois meses. A denúncia foi feita por dois funcionários ao reporte que não brinca em serviço Davi Alves, que não quiseram se identificar com medo de demissões.

Outro servidor diz que está conseguindo  se alimentar por causa da ajuda de parentes. "Tenho  filhos e estou passando necessidade. Consegui uma casa, mas tinham muitas contas de água atrasadas. Quitei só a luz, porque não podia deixarem cortar. O dinheiro só dá para pagar essas coisas. A comida, eu fico pedindo. Tenho um irmão que ajuda", revela.
Esse gari ainda deu sorte que tem parente para ajudar, no entanto a maioria deles estão passando necessidades, luz e água cortada, aluguel atrasado e filhos passando fome, enquanto isso, o " que está interino" junto com sua equipe esbanjam com diárias, farra de gasolina, e outras mordomias.
O repórter independente Davi Alves que já fizeram de tudo para calar sua voz, ficou indignado e chocado, devido a situação vivida pelos garis da Prefeitura Municipal de Jeremoabo, que juntamente com outros servidores continua com capítulos cada vez mais absurdos.
Segundo Davi Alves, chegou lágrimas nos seus olhos ao ouvi o seguinte relato de um cidadão que trabalha honestamente e não recebe seus salários: " Estou pedindo ajuda para sobreviver...paar pagar luz, pedi ajuda a um amigo, meus filhos passando fome, e eu sinceramenet, não sei mais o que fazer com tanto sofrimento".

"5ª turma do TST entende que o atraso no pagamento de salários por dois meses possibilita a rescisão indireta do contrato de trabalho por culpa do empregador.
 Decisão foi dada ao julgar o recurso de revista de um empregado da Gipsocar Ltda. Ele parou de comparecer ao serviço e ajuizou ação trabalhista depois de ficar dois meses sem pagamento e saber que o INSS e o FGTS não estavam sendo recolhidos".

Nota da redação deste Blog


Caros leitores,

Antes de redigir e publicar essa matéria, refleti e tentei por diversas vezes em não postá-la, pois para alguns, pode parecer algo que não deveria ser explicitado diante de tanto sofrimento relatado, porém, por mais que a sociedade de Jeremoabo escute e e até pense  e acredite que não há salários atrasados, é necessário " abrir as cortinas" e mostrar a dura e cruel, atroz e inaceitável situação dos servidores municipais de Jeremoabo.

A grande família: inquérito da PF coloca mãe de Geddel e Lúcio no centro das investigações
Foto: Montagem BN

Bahia não deve ter surto do vírus da Zika nos próximos anos, aponta estudo
Foto: Reprodução/ EBC

Lapa: MPF denuncia quatro pessoas por extração ilegal de areia do Rio São Francisco
Foto: Reprodução / TV Bambuí
Quatro pessoas são denunciadas por extração ilegal de areia do leito do Rio São Francisco e arredores, em Bom Jesus da Lapa, no oeste. A acusação é do Ministério Público Federal (PRF-BA). Segundo a ação, o material era usado para venda ou na construção civil. Conforme o procurador da República Adnilson Gonçalves da Silva, as investigações tiveram início com uma representação, feita ao MPF em agosto de 2012, em que constavam fotografias que mostravam caminhões em plena atividade de extração. Pelas imagens é possível identificar que os veículos pertenciam às empresas: Romanos Material de Construção, Bererê Materiais de Construção, Transmuniz e Cassio Material de Construção – Mercadinho Celeste. Ainda segundo o MPF-BA, no curso das investigações – após outras ocorrências registradas na Polícia Civil e diligências da Polícia Federal –, foi possível verificar que a prática ilegal era realizada por Antônio da Rocha Prates, Elho Cassio de Souza Sodre, Robson Munis Silva e Marlon Sergio Oliveira de Souza. O MPF requer a condenação dos denunciados pelo crime de usurpação, previsto na Lei nº 8.176/91, com pena prevista de 1 a 5 anos de detenção; bem como a reparação dos danos causados à União.

Justiça Eleitoral é um fracasso e não consegue fiscalizar nem as contas dos partidos

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A luxuosa sede do TSE abriga omissão e leniência
Renato SouzaCorreio Braziliense
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – O fato concreto é que aquele gigantesco e luxuoso palácio que abriga o Tribunal Superior Eleitoral não serve para nada. Com perto de 3 mil servidores públicos e terceirizados, o TSE não consegue sequer fiscalizar as contas dos partidos, que estão sendo aprovadas por decurso de prazo, fruto da esculhambação institucional em que o país está mergulhado. Os órgãos públicos precisam funcionar como a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República, que se tornaram exemplos de eficiência. Mas no caso da Justiça Eleitoral, a omissão, a inércia e a leniência são tão descaradas que talvez seja melhor baixar logo as portas e transformar aquele palácio num hospital público, que tanta falta faz à população de Brasília. (C.N.)

Afinal, por que a Rede Globo hoje é controlada por duas empresas inexpressivas?

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Charge de Ivan Cabral (ivancabral.com)
Carlos Newton







Meirelles quer revogar a regra de transição dos servidores mais antigos

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Charge do Son Salvador (Arquivo Google)
Pedro do Coutto







Tribunal mantém bloqueio de R$ 16 milhões de Lula e manda sequestrar o triplex

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Charge do Jota A (Portal O Dia/PI)
VDeu no G1 RSO Globo
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Lula já teve dois grandes advogados, Nilo Batista e José Roberto Batochio, mas os dois jogaram a toalha. Agora é defendido por Cristiano Zanin, que vem a ser genro do advogado Roberto Teixeira, amigo e compadre de Lula desde os tempos do sindicalismo. Antes de comprar sua cobertura, Lula morava numa casa que Teixeira emprestava a ele, vejam a intimidade entre os dois. Agora, Teixeira é réu junto de Lula, na ação sobre o sítio de Atibaia. Seu genro Cristiano Zanin é inexperiente e está todo enrolado na defesa de Lula. Ao pedir o desbloqueio dos bens, apresentou o recurso errado no tribunal errado, conforme registra esta oportuna matéria do G1 RS. (C.N.)

Tribunal que vai julgar Lula acelera a tramitação dos processos e dos julgamentos

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Charge do Zappa (Arquivo Google)
José MarquesFolha







Um Brasil que ainda vem aí, na visão do sociólogo Gilberto Freyre

Resultado de imagem para gilberto freyrePaulo PeresSite Poemas & Canções


Revisão dapoupança deve começar a ser
paga até junho

Bancos e poupadores fecharam um acordo, que ainda vai passar pelo Supremo; valores devem sair em 2018

 
Acompanha fritas? Segundo uma nutricionista norte-americana, a sua resposta deveria ser esta: #EXAME

Renan Calheiros, aquele senador com mais de uma dezena de inquéritos no STF, interpretou de modo peculiar a declaração do procurador sobre 2018 ser o ano da “batalha final” pela Lava Jato.
Deltan Dallagnol rebateu Renan Calheiros no Twitter...
OANTAGONISTA.COM
Uma barreira caiu e interditou um trecho da BR 101 no ES

NE10
22 h
Universitário João Victor Ribeiro tem um péssimo histórico como motorista. Amigos também afirmam, em reserva, que sempre gostou de beber e se drogar | via Jornal do Commercio

Resumindo: o PT fraudou as eleições de 2014, numa combinação de mentiras com dinheiro roubado.

A PGR imputou a Collor 30 vezes o crime de corrupção passiva, e 376 vezes o de lavagem de dinheiro
Sem foro privilegiado, em vez de anos, a denúncia contra Collor poderia ser aceita em questão de dias
IMPLICANTE.ORG
💰 💵 Em todo o país, mais de 3 milhões de pessoas devem ganhar cerca de R$ 15 bilhões. Saiba se você tem direito!
Bahia.ba
14 h
Uma certidão burocrática da Polícia Federal informa o recebimento de sete malas de dinheiro, enquanto o auto de apreensão lavrado registrava nove
Duas malas encontradas no “bunker” atribuído ao ex-ministro Geddel Vieira Lima, em Salvador, estão desaparecidas, de acordo com a coluna Expresso, da Época.
BAHIA.BA


Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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