
Charge do Cláudio de Oliveira (Folha)
Vicente Limongi Netto
O candidato Flávio Achocolatado Bolsonaro decidiu chutar o balde, a mesa, o vento e tudo o mais que vier pela frente. Nem tenta esconder o nervosismo. Suas recentes declarações são impulsivas e inacreditáveis. Insultam o bom senso. Incontáveis tiros no pé.
O chute no pau da barraca, desferido por madame Michelle veio agravar e azedar ainda mais o clima no clã. Parece indicar que o desespero bate na porta dos arraiais do bolsonarismo.
Na aflição, Flávio mandou carta longa e aflita ao governo Donald Trump, pedindo, quase ajoelhado, que adie as novas taxações para depois das eleições, sob pena de Lula vencer o pleito de outubro. Não satisfeito com essa oceânica, deplorável e cansativa patetice, Flávio Rachadinha vai pessoalmente beijar a mão de Trump na próxima semana. É inacreditável.
TORTURAS – As chamadas dos programas medonhos de política no canal GloboNews torturam os ouvidos e a paciência dos assinantes. Duro saber qual o mais chato e desagradável, se o Estúdio 1 ou o Mais.
Outra tortura é ver o apedeuta Paulo Figueiredo, arvorado de guru do Tariflávio Bolsonaro, jogando as patas imundas nas mulheres brasileiras, ao afirmar que não sabem votar. O pobre diabo mora nos Estados Unidos, de onde dispara asneiras contra o Brasil.
Paulo Figueiredo, neto do ex-presidente João Figueiredo (“Prendo e arrebento”) deveria aprender a ser homem e não rato. Ou seja, tentar honrar as calças que veste.