domingo, julho 26, 2026

O que aconteceu ao redor do mundo para você saber nesse domingo

 

O que aconteceu ao redor do mundo para você saber nesse domingo

(Imagem: AP PHOTO | Ettore Chiereguini)

Flávio candidato. O PL oficializou a candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República em um evento em São Paulo. O encontro reuniu apoiadores da direita e contou com um vídeo feito por AI simulando Jair Bolsonaro. A cerimônia teve discurso presencial do presidente argentino Javier Milei declarando apoio a Flávio e pronunciamentos com recados ao STF e ao governo Lula.

Do outro lado… O PT oficializou Fernando Haddad como candidato ao governo do Estado de São Paulo, confirmando o ex-ministro Márcio França como seu vice. O evento contou com a presença do presidente Lula e o vice Geraldo Alckmin. Em seu discurso, Haddad mirou a gestão de Tarcísio de Freitas, criticando os indicadores de saúde e segurança.

Vistos negados. O governo brasileiro negou a concessão de vistos para diplomatas dos EUA que atuariam no país durante as eleições. O Itamaraty justificou a decisão citando risco de interferência externa no processo eleitoral de 2026, azedando ainda mais o clima diplomático entre Brasília e Washington.

Caos na Europa. Incêndios florestais históricos atingiram o sul da França e da Espanha, forçando a evacuação emergencial de mais de 280 mil pessoas. A onda de calor extremo e os ventos fortes continuam dificultando o trabalho dos bombeiros na maior crise ambiental da região em décadas.

No futebol. Sistema de impedimento semiautomático estreou oficialmente no Brasileirão neste sábado. A nova ferramenta busca dar mais agilidade e precisão às decisões do VAR, reduzindo drasticamente o tempo de paralisação nas partidas do campeonato.

 
FROM OUR FEED

Nos últimos dias, o time do the news foi até a Expert XP 2026 para ouvir sobre as tendências que estão moldando o mercado financeiro. Entre os mais de 350 palestrantes presentes no evento, conseguimos trocar um papo rápido com dois nomes gigantes do esporte brasileiro: João Fonseca e Lucas Pinheiro.

Instagram reel screenshot
 
APRESENTADO POR CONTABILIZEI

Você sabe em quanto tempo foi marcado o gol mais rápido da história das Copas?

O turco Hakan Şükür balançou as redes da Coreia do Sul em 2002 antes mesmo de o torcedor terminar de sentar no sofá — em 11 segundos.

A Turquia já estava pronta antes do apito e a defesa coreana nem viu a bola passar.

Assim como no futebol a velocidade resolve o jogo, nos negócios não é diferente – e com a Contabilizei abrir o CNPJ e cuidar da contabilidade é tão eficiente quanto uma boa jogada.

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BIG STORY

Na corrida pela eletricidade, quem disparou foram os chineses

Se alguém te perguntasse qual é o ativo estratégico mais valioso da China hoje, as respostas mais prováveis seriam chips, fábricas de eletrônicos ou terras raras. Eletricidade dificilmente entraria na lista.

No entanto, a energia elétrica barata se tornou o pilar central da competição geopolítica chinesa.

(Imagem: Qilai Shen | Bloomberg via Getty Images)

Um relatório publicado pela consultoria Rhodium Group batizou esse fenômeno de "electro-state" — um modelo de país que não compete por meio de expansão militar ou controle de poços de petróleo, mas sim pela oferta farta e barata de megawatts.

A lógica do país funciona como uma verdadeira engrenagem:

  • Eles produzem muita energia elétrica e vendem essa energia super barata para fábricas locais.

  • As fábricas usam essa energia barata para processar metais — como lítio e alumínio — gastando quase nada.

  • Com metal barato, eles fabricam painéis solares e baterias a preço de banana. Com os painéis e baterias baratos, eles geram AINDA MAIS energia barata.

O volume dessa produção alterou a escala global. Em 2025, a geração solar e eólica da China superou todo o consumo industrial dos Estados Unidos. Desde 2000, o país respondeu por 60% de todo o crescimento do consumo elétrico mundial.

O x da questão: o motor disso é o carvão

Mas como um país que é líder mundial em energia solar pode, ao mesmo tempo, ser um dos maiores poluidores do planeta?

A resposta é praticidade. Petróleo e gás natural são combustíveis que a China precisa comprar de fora. Se estourar uma guerra ou se um país fechar uma rota marítima, a China fica no escuro.

Já o carvão existe em abundância dentro do próprio território chinês. Eles cavam, transportam e queimam o carvão sem depender de nenhum vizinho.

Para garantir que a luz nunca falte nas fábricas, a China continua construindo usinas a carvão em ritmo acelerado. Basicamente, eles preferem arcar com poluição temporária a ter a economia paralisada por falta de energia.

(Imagem: Na Bian | Bloomberg)

Nem tudo são vantagens…A China construiu tanta fonte de energia limpa que as "tomadas e fios" do país não deram conta. Em apenas um ano, o país jogou fora uma quantidade astronômica de energia solar e eólica simplesmente porque não tinha como transportar essa eletricidade das usinas até as cidades.

Para cobrir o buraco, tiveram que queimar ainda mais carvão.

O contraste global

O modelo chinês expõe a diferença entre apenas gerar energia limpa e possuir uma estratégia industrial de consumo.

Em países como o Brasil, por exemplo, projeta-se o descarte de até 40 gigawatts de geração solar e eólica por ano até 2030 devido à sobreoferta. O país produz energia limpa, mas não possui parque industrial proporcional para absorvê-la, mantendo o foco na exportação do minério bruto.

A conclusão do modelo chinês: a China não busca apenas a transição energética por metas ambientais, mas por domínio da cadeia de suprimentos. Foram três décadas de planejamento estatal, subsídios de crédito e operação com margens reduzidas para atingir escala.

Ao controlar desde a geração da eletricidade até o produto tecnológico final, Pequim tornou a energia barata um fator de atração industrial que o Ocidente dificilmente conseguirá replicar no curto prazo.

 
SAÚDE

Procura-se a química da felicidade?

Você já deve ter visto pelas redes sociais receitas mágicas, detoxes de dopamina ou hacks para disparar os chamados hormônios da felicidade no cérebro.

As promessas parecem ser mágicas, mas a neurociência mostra que a química da nossa mente está bem longe de ser tão exata assim.

Dopamina, serotonina, ocitocina e endorfina formam o apelidado quarteto da felicidade. Só que nenhuma delas atua isolada, e nenhuma funciona como um simples botão:

  • Dopamina: Diferente do que se pensa, ela está mais ligada ao querer e à motivação de buscar uma meta do que ao prazer do prêmio em si.

  • Serotonina: Regula o humor e o sono, mas cerca de 90% dela é produzida no intestino. Inclusive, a ciência já superou a tese de que depressão é apenas falta de serotonina.

  • Ocitocina: O famoso hormônio do amor ajuda no vínculo e na empatia, mas depende do contexto e não faz ninguém amar por osmose.

  • Endorfina: O analgésico natural do corpo, liberado para aliviar dores e estresse — muito presente na prática de exercícios físicos.

A verdade é que exames de sangue não medem a felicidade no cérebro, e sprays ou suplementos milagrosos costumam ser muito mais marketing do que ciência.

🧠 O veredito dos especialistas. O cérebro autorregula seus próprios sistemas em uma teia complexa que envolve vários outros hormônios. Em vez de tentar hackear o cérebro com atalhos, o que realmente funciona são intervenções constantes no estilo de vida: sono de qualidade, atividade física, luz solar, boa alimentação e conexões humanas reais.

 
APRESENTADO POR ADAPTA

7 mil empresários já estão com presença confirmada para este evento de IA. E você?

Nos dias 31 de julho e 1 de agosto, vai acontecer a terceira edição do maior evento de IA para negócios do BR, o Adapta Summit: 2 dias de imersão em IA presencial em SP para você:

  • “Espiar e copiar” como outras empresas estão usando IA para crescerem MUITO em seus mercados;

  • Entender como se proteger e “antecipar o futuro” para tirar vantagem de mudanças;

  • Sair com as tecnologias de IA mais recentes já aplicadas e rodando” na sua rotina;

+7 mil ingressos já estão vendidos, verifique a disponibilidade do último lote: basta clicar  aqui para conferir a página oficial.

 
TO VISIT

(Imagem: tns around)

Quando pensamos na cor branca, é comum associá-la à simplicidade. Mas, na cultura japonesa, ela carrega significados muuuito mais profundos, ligados à purificação, ao silêncio, à leveza e até à precisão.

É justamente esse universo de simbolismos que inspira uma das mostras mais delicadas em cartaz na Japan House. Em Shiro: uma escala de nuances, o branco — ou shiro, em japonês — conduz todo o percurso expositivo.

Ao longo de quatro núcleos temáticos, a mostra faz uso da neve, do papel, da seda e do sal para revelar como uma única cor pode carregar significados muito diferentes na cultura japonesa.

📌 Japan House
Avenida Paulista, 52 - Bela Vista | São Paulo
📆 Em cartaz até 25 de outubro
⏰ Ter. a sex.: 10h - 18
Sáb., dom. e feriados: 10h - 19h
🎟️ Entrada gratuita

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