sexta-feira, dezembro 21, 2018

Dias Toffoli deverá negar o pedido para libertar “João de Deus”


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Denúncias mais recentes incriminam o médium
José Carlos Werneck
Em Brasília todos aqueles que vêm acompanhando o caso são unânimes em acreditar que o presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, vai denegar o pedido de liberdade impetrado pela defesa do médium João Teixeira de Faria, o “João de Deus”. João está preso preventivamente há cinco dias, no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia, acusado de haver cometido crimes de natureza sexual.
O habeas corpus foi sorteado para relatoria do ministro Gilmar Mendes, mas por causa do recesso do STF, iniciado há dois dias, o processo foi encaminhado para o gabinete do presidente do STF, ministro Dias Toffoli, responsável pelo plantão do tribunal.
INFORMAÇÕES – O Nesta quinta-feira, Dias Toffoli solicitou informações ao Superior Tribunal de Justiça para ter mais base antes de decidir sobre o pedido de liberdade feito pelos advogados de João de Deus, que teve prisão preventiva decretada pela Justiça de Goiás com base em 15 denúncias já formalizadas em Goiânia.
Há dois dias, o ministro Nefi Cordeiro, do Superior Tribunal de Justiça, negou seguimento a um habeas corpus impetrado pelo advogado Alberto Toron, que representa o médium, entendendo que houve supressão de instâncias, já que um pedido de liberdade ainda se encontra pendente de julgamento em Primeira Instância.
O Tribunal de Justiça de Goiás também negou liminar para soltar o médium, mas ainda não julgou o mérito do habeas corpus impetrado na Primeira Instância.
INDICIAMENTO – Nesta quinta, a Polícia Civil indiciou João de Deus pelo crime de violação sexual mediante fraude. O inquérito se refere à denúncia feita por uma mulher de 39 anos. De acordo com a vítima, o crime ocorreu em outubro deste ano, durante atendimento espiritual na Casa Dom Inácio de Loyola, em Abadiânia, a 118 quilômetros de Brasília.
Segundo informações da Agência Brasil,apesar de o inquérito concluir pelo indiciamento, o documento ainda não havia sido protocolado no Ministério Público de Goiás até o fim da tarde. “João de Deus” já foi alvo de mais de 500 denúncias de abuso sexual.

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