terça-feira, fevereiro 24, 2015

Preparem-se povo de Jeremoabo, "anafel" não satisfeita com o aumento do IPTU inventou outro castigo fiscal...





De forma ilegal o (des)governo "anafel" aumentou o IPTU de Jeremoabo a sua maneira, contando com o aval de todos os vereadores.

Foi um aumento ilegal e abusivo.

Não satisfeita, vem ai mais um castigo para o povo de Jeremoabo, trocando o nome de IPTU para:  "Comissão de Avaliação de Imóveis da área urbana do município".

"Nas veias dos demagogos não corre o leite da ternura humana, e sim, o vinagre da burrice ou o veneno da hipocrisia."Roberto Campos (1917-2001).


A Prefeita Municipal, Anabel de Sá Lima Carvalho, emitiu o Decreto 010/2015, de 10.02.2015, que constitui a comissão de estudo dos padrões construtivos para efeito de definição de valor venal dos imóveis existentes na área urbana do município, sendo nomeados os membros:
I - Francisco Jorge da Cruz Cunha | Portaria 005/2013 – Presidente
II - Thiago Valadares Santos Nolasco Farias | Portaria 041/2013 – Vice-Presidente
III - Artur Nascimento Costa | Portaria 065/2015 – Conselheiro
IV - Marli Márcia do Nascimento Santos | Matrícula 13003 – Secretária
V - José Mário Varjão – Membro da Sociedade
VI - Nelson Bispo dos Santos - Membro da Sociedade
VII - Benedito Pinheiro dos Santos – Membro da Sociedade

A Comissão terá como função:
I - Avaliar amostra de imóveis do município;
II - Enquadrar imóveis como referência em categorias de uso e

III - Definir faixa de pontuação atribuídas a cada categoria de uso;


Concordo que a Prefeitura deva atualizar o valor venal dos imóveis, porém esse é um trabalho gigantesco, homérico, hercúleo. Não dá para ser feito de “atropelo” como fizeram co o IPTU. 

Também não se pode buscar a estratégia de “Robin Hood”. A última (e atual versão) do aumento do IPTU veio com uma flagrante ilegalidade que fere princípios balizadores de nossa sociedade. Ter índices de atualização monetária diferentes para os cidadãos vai contra o código tributário municipal  que estabelece que é vedado ao município “instituir tratamento desigual entre contribuintes que se encontrem em situação equivalente”.

Uma simples pesquisa na internet poderá apresentar inúmeras experiências de tributação sobre propriedade predial e territorial urbana. Não se pode sair “atirando” para todos os lados e criando fórmulas sem critérios científicos e justos para cobrar impostos da população
Falar que quem tem mais deve pagar mais também não é justo, mas tributar os imóveis com base no seu valor real e com transparência, com debate público e demonstrando o benefício social que o processo irá gerar, isso sim é praticar justiça fiscal, pois alíquotas de reajustes diferentes não “revertem injustiças”, mas sim as criam.
Até a população de Jeremoabo sofre e reclama para os ventos, a penalidade imposta través do IPTU, principalmente onde não existe saneamento básico, pavimentação etc.
Abaixo mostrarei algumas benfeitorias feitas com a aplicação "honesta" do IPTU cobrado por "anafel" com a conivência e omissão dos vereadores.

                                                                ,









 Para não ser injusto, vamos reconhecer que "anafel" usou o IPTU em benefício de " minha gente", no caso a sua SECRETÁRIA DE ADMINISTRAÇÃO, pois a mesma reside nessa rua....




O INSTITUTO DA REELEIÇÃO JÁ PROVOU SER MALÉFICO

http://goias24horas.com.br/wp-content/uploads/2013/02/charge-prefeito.jpgPercival Puggina

BENDINE TERÁ DE SE EXPLICAR SOBRE A VIAGEM COM VALDIRENE


Valdirene exibe as garantias contratuais oferecidas ao BB
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JUDICIÁRIO PODE ANULAR OS ACORDOS ENTRE CGU E EMPREITEIRAS


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JANOT A JATO (E O ALCANCE DAS PROVAS CONTRA POLÍTICOS)


A cautela do procurador Janot é até compreensível
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RADARES JÁ ESTÃO SENDO INSTALADOS EM ARACAJU

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A Superintendência de Transporte e Trânsito de Aracaju (SMTT) planeja para, até o fim do mês de março, reiniciar a fiscalização eletrônica nas ruas da cidade; os equipamentos para teste em três pontos da cidade já estão sendo instalados; há pelo menos três anos, a capital sergipana não possui radares quem medem a velocidade


Nepotismo é o termo utilizado para designar o favorecimento de parentes em detrimento de pessoas mais qualificadas, especialmente no que diz respeito à nomeação ou elevação de cargos. Em 18 de outubro de 2005, o CNJ editou a Resolução n. 7, que baniu práticas de nepotismo do Poder Judiciário brasileiro. Entenda melhor o que é nepotismo no Portal CNJ:http://bit.ly/1FurGAO.

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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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