domingo, fevereiro 22, 2015

É lamentável mas infelizmente é verdade,Jeremoabo uma cidade sem rumo e sem comando

                                               
Foto de Carlos Cesar Cunha.

É vergonhoso e humilhante para nos jeremoabenses quando navegamos por diversos sites, principalmente da região e vemos incentivos de prefeituras, menos em Jeremoabo, que nada tem,  principalmente na saúde, educação, setor social e econômico.
 Questões importantes como geração de emprego e renda não passou de discurso eleitoreiro. O índice de violência e criminalidade entre os jovens e adolescentes vem crescendo a cada dia,  uma tomada de posição concreta e eficaz até agora nada .

 Em Jeremoabo mesmo contra nossa vontade somos obrigados a publicar o que realmente acontece, como: cidade abandonada, prefeita enrolada na Justiça por cometer crime eleitoral, assassinatos desenfreados, assaltos a mão aramada, obras paradas e a crise no comércio onde dinheiro não circula. A população carente é desprovida de qualquer iniciativa, enquanto a classe média e a oligarquia 'elitizada' se calam diante deste desmando. e muitas outras incapacidades e irresponsabilidades.

O (des)governo ainda não tomou posse ou ainda não acordou pra a realidade de que é a prefeita da cidade, e provável que não deverá mais contar com a confiança da maioria dos eleitores, que já estão insatisfeitos

O que poderemos esperar de uma Câmara inoperante e uma prefeita que abandona a cidade antes do carnaval sem que até o momento tenha retornado ao seu dever como empregada do povo, e o pior, ainda recebe diárias por esses passeios, mesmo tendo residência em Salvador.


Não posso precisar se por irresponsabilidade ou baixaria, mas  mesmo existindo  Lei, a vice prefeita substitui  a títular nas suas ausências, pois a atual poderosa chefona trata a mesma como figura decorativa, tudo isso por incapacidade e inveja, como receio que a vice assumindo, mesmo por poucos dias, irá demonstrar como se administra com capacidade e responsabilidade, e isso é um desrespeito e afronta na mentalidade mesquinha da poderosa chefona  "anafel corolona ".


São absurdos iguais a esses que o povo de Jeremoabo vem pagando um preço muito alto, não sei se por  ignorância, covardia, fanatismo ou submissão.


Qual a moral terá uma "des)governanta que para ser "eleita" usou de manobras criminosas?


O que é de se esperar de um "des"governo que já inicia entrando pelas portas dos fundos?


A sensação é que todos parecem estar hipnotizados o que põe em risco o futuro de uma cidade onde a maior riqueza é seu povo.

Que a matéria abaixo, acorde ou desipnotize os eleitores de Jeremoabo.


Se "anafel" acha que todos são idiotas, nem todos são tão idiotas assim.



                                                                                                                 

Já que o (des)governo "anafel" é desprovido de boas iniciativas, deveria plagiar as coisas boas das outras cidades, a exemplo dessa abaixo:

Ações da prefeitura devolvem esperança de dias melhores ao Homem do Campo

AGECOM - Luiz Brito 3.913 DRT/BA
Ilustração
Formular, executar e coordenar as políticas públicas e as diretrizes da agricultura familiar e do cooperativismo para alavancar o setor primário do município. É essa a missão do socialista Leobson Teles como secretário interino de Desenvolvimento Econômico.
Segundo Leo, entre as propostas para o setor primário de Paulo Afonso destaque para o fortalecimento dos programas existentes, a implantação de ações estratégicas e a promoção do desenvolvimento rural com justiça social e bem estar para as famílias de pequenos produtores. “O setor tem grande pujança e importância para o desenvolvimento do município e para o Estado, mas as principais dificuldades estão na logística e na infraestrutura. Nossa gestão atacará fortemente esse impasse”, disse.
O socialista também destacou a importância da agricultura familiar para o consumo interno e a geração de renda no campo. "Não existe desenvolvimento econômico e social sem uma agricultura familiar e um cooperativismo fortes”, completou.




UOL Notícias compartilhou a foto de UOL.
4 h · 
Enquanto isso no Japão... homens seminus enfrentam o frio e buscam bastões da sorte em festival tradicional http://bit.ly/1EgsxpK

Após mais de meio século reivindicando, começa a surgir uma boa notícia para Jeremoabo

 


O TRE recebeu denúncia penal contra Anabel. . Desse jeito a viúva irá falir.

Acompanhamento processual e Push

Obs.: Este serviço é de caráter meramente informativo, não produzindo, portanto, efeito legal.

PROCESSO :AP Nº 42082 - Ação Penal UF: BA
51ª ZONA ELEITORAL
Nº ÚNICO:42082.2012.605.0051
MUNICÍPIO:JEREMOABO - BAN.° Origem:
PROTOCOLO:2573192012 - 31/10/2012 00:00
AUTOR(ES):MINISTÉRIO PÚBLICO ELEITORAL
REU(S):ANABEL DE SÁ LIMA, Prefeita eleita.
ADVOGADO:RAFAEL DE MEDEIROS CHAVES MATTOS
ADVOGADA:TÂMARA COSTA MEDINA DA SILVA
RELATOR(A):JUIZ CARLOS D'ÁVILA TEIXEIRA
ASSUNTO:AÇÃO PENAL - DELITO TIPIFICADO NO ART. 39, § 5º, II E III, DA LEI N° 9.504/97 - PEDIDO DE PROVIDÊNCIAS
LOCALIZAÇÃO:COAPRO-COORDENADORIA DE APOIO PROCESSUAL
:19/02/2015 15:53-Autos retirados   (  Para maiores informações clique no link a seguir: http://inter03.tse.jus.br/sadpPush/ExibirDadosProcesso.do?&nprot=2573192012&comboTribunal=ba

Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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