domingo, fevereiro 22, 2015

Quando estou sem notícias de Jeremoabo sempre encontro no site do Bob Charles, muito embora seja de Paulo Afonso.


                                                                
"▬Exatamente."

Desde a última eleição para prefeito que me afastei da política partidária de Jeremoabo, inclusive nunca mais mantive contato com qualquer postulante a cargo eletivo daquela cidade.
No entanto, nunca deixei de publicar as notícias concernentes ao município de Jeremoabo, notícias essas de ampla abrangência..

Atualmente o site da região que vem informando a politicagem de Jeremoabo como realmente ela procede, é o site de Bob Charles da vizinha cidade de Paulo Afonso, detentor de penetração em todos os lados.

O assunto em evidência é Antônio Manoel, Deri e Fábio da Farmácia e sua futura frente.

Acredito que Jeremoabo nunca abrirá mão da sua oposição, pois sempre existiu, embora, atualmente sou obrigado a declinar que a única oposição existente é do povo, porque dos políticos que se dizem oposição,  nem fingir que são oposição conseguem.

Mas vamos tentar comentar o conteúdo da matéria exposta abaixo:

O canto da sereia ali citado, é um canto rouco, sem conteúdo, sem nexo e amoral.

O primeiro a ouvir esse canto mavioso foi o empresário Antonio Manoel cujo nome já circula nos corredores como o futuro candidato de Anabel em 2016.

Antonio Manoel não ouviu o canto mavioso nem mafioso, acredito que ele deve ter encontrado uma oportunidade devido a situação em que se encontra o "tista de deda", e a rejeição galopante de "anafel", pois desde o tempo em que Deda era prefeito,  que o ilustre ex-conselheiro vem esperando por essa oportunidade sempre barrada,pelos chefões da politicagem  que são possuidores de   know-how  e não transferem seu "poderio sobre as capitânias hereditárias graciosamente.

Agora mesmo vem à  galope a noticia que o empresário Deri do Paloma estaria se aliando a prefeita Anabel de Tista, depois de ter sido vencido pelo cansaço do acumulo de sucessivas derrotas na condição de candidato a prefeito. Se aliando ao governo no máximo o que vai conseguir é um empreguinho de segundo escalão, e isso Deri não precisa. Sonhar ser o prefeito de grupo de Tista, nunca.

Nunca falei nem de longe com Deri a respeito desse assunto, como sempre considerei e ainda o considero como um cidadão honesto e de bem, tenho quase certeza que ele não irá cometer um suicídio desse, primeiro devido a humilhação praticada por "anafel", que demonstrado  sua " pouca civilização e personalidade"  através de programa de rádio em horário eleitoral expondo o mesmo ao ridículo por alguns erros de português, ou seja apontando os erros dos outros com o dedo sujo. 
Outro fator que talvez não permita que Deri embarque nessa canoa furada é que: "Quem vê a barba do vizinho arder, bota a sua de molho." Provérbio Português .
Deri já deve ter visto a barba de Lula, de Pedrinho e Janete arderem por dar ouvidos ao canto rouco da sereia.
Acredito também que "anafel" e sua corja não tenha cacife para comprar a personalidade e o caráter de um homem de bem.
Quanto ao Fábio meu contato com o mesmo é o mínimo, todavia, como empresário bem sucedido, conhecedor dos profissionais da politicagem de Jeremoabo e seus métodos reprováveis de enganar os eleitores, não irá ingressar em terreno pantanoso  sem segurança.
Até que provem o contrário, é um empresário que conseguiu chegar onde chegou com muito trabalho e determinação, e mesmo não sendo filho de Jeremoabo, faz por Jeremoabo muito mais do que a maioria que  dizem desejar o progresso do  município.
Como filho adotivo de Jeremoabo, confia no seu potencial, no seu futuro, e tanto isso é verdade que, o que colhe  no município, retorna em benefício do própria município, construindo bens imóveis e gerando empregos.
Portanto, as próximas eleições irão dar a oportunidade do povo se libertar do atraso, da enrolação, e da escravidão, ou continuar sendo penalizado, mendigando migalhas que por direto lhes pertencem.

Boatos dão conta que Deri do Paloma estaria abandonando a oposição

Luiz Brito 3.913 DRT/BA
Divulgação
Paulo Afonso (BA) 22/02/2015 - Pelo visto, Jeremoabo tem sereias cujo canto encanta a maioria dos políticos, daqui e de alhures. O primeiro a ouvir esse canto mavioso foi o empresário Antonio Manoel cujo nome já circula nos corredores como o futuro candidato de Anabel em 2016. Agora mesmo vem à  galope a noticia que o empresário Deri do Paloma estaria se aliando a prefeita Anabel de Tista depois de ter sido vencido pelo cansaço do acumulo de sucessivas derrotas na condição de candidato a prefeito. Se aliando ao governo no máximo o que vai conseguir é um empreguinho de segundo escalão, e isso Deri não precisa. Sonhar ser o prefeito de grupo de Tista, nunca. Há também que afirme que a instabilidade financeira seria o principal motivo da decisão que levaria Deri do Paloma aos braços governamentais. Antes que a oposição se acabe em Jeremoabo seria oportuno uma composição de forças com Lula de Dalvinho, Deri do paloma, Otávio Farias, e Fábio da farmácia. Este último parece se articular para finalmente disputar as eleições de 2016. O pré-candidato já se balançou outras vezes mas ficou nisso. Dizem que agora é pra valer. Do contrário o governo vai pavimentando seu caminho com vistas a acabar de vez com a oposição no município.

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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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