quarta-feira, fevereiro 18, 2015

Parece que dessa vez o povo de Jeremoabo começa a acordar e também enxergar.

Ao analisar a matéria do BOB Charles que transcreverei em seguida, lembrei logo do Barão de Itacaré quando disse:
Parece que embora um pouco tarde, o povo de Jeremoabo lucidamente começa a agir com a razão. Parece que cansou de ser "objeto", partindo pela sua libertação na tentativa de colocar Jeremoabo no caminho do progresso e da honestidade.
Há uns trinta dias atrás, encontrei como o Dr. Luizinho aqui em Aracaju na praia e, falei para o mesmo que  só existe uma forma de libertar o povo de Jeremoabo da escravidão e do atraso, da exploração desenfreada e da corrupção, que era através de uma frente de homens de bem, caso contrario é enxugar gelo.
Caso os cidadãos de bem de Jeremoabo hajam com a inteligência, abram mão do orgulho, pensem no futuro e desenvolvimento  do município, pondo um ponto final nessa oligarquia falida e corrupta, essa frente que começa a pintar, será um grupo imbatível.
Asseguro sem medo de errar,que o finado (des)governo de  "anafel", não irá encontrar nenhuma candidatura de peso e que tenha representatividade a altura de gerir o destino do município, nem  mesmo Antonio Manoel, o qual estão especulando a sua candidatura, terá coragem de entrar nessa disputa, ou melhor, nessa inglória aventura.
Portanto, Alea Jacta Est (A sorte está lançada), se Deri e os demais componentes da frente que começa a se desenhar, abrirem mão do orgulho, agindo com a inteligência, buscando o libertação e o futuro de Jeremoabo, o caminho certo será este, é o grupo imbatível que irá reescrever a nova história da tão humilhada, explorada e saqueada Jeremoabo.
Se tudo um dia vai mudar, Porque não mudar agora?
Olhem a vida pregressa de "anafel" e os cabeças da " famiglia".


ACORDA JEREMOABO!!! 



Jeremoabo: candidato de Anabel já tem adversário em 2016

Luiz Brito 3.913 DRT/BA
Divulgação
Um advogado que tem transito livre em Jeremoabo revelou que a oposição naquela cidade, lançará o empresário Fábio da farmácia candidato à prefeitura pela primeira vez e que será "para GANHAR". E para cortar o cordão umbilical familiar que se perpetuou no poder da terra da Jurema em Flôr há quase duas decáda é importante  a formação de uma frente popular constituída por lideranças como Otávio do PT, Dr. Luizinho, Deri do paloma, Batista Andrade, e na retaguarda a pujança dos novos valores politicos que vão aos poucos surgindo em Jeremoabo. Pelas bandas da situação, ainda não há confirmação de nenhum nome definido para concorrer ao pleito pela prefeitura, embora haja rumores de que o empresário Antonio Manoel teria sido sondado pela prefeita e que inclusive  já transferiu  o titulo eleitoral para a comarca de Jeremoabo, o que deixa nítida a impressão de que ele será de fato o  "escolhido" por Anabel de Tista. A possibilidade de o empresário disputar a sucessão municipal em 2016,  está em aberto, já que Antonio Manoel nem confirma nem nega a pretensão. Fora isso, há fumaça cinzenta no ar indicando que Deri do paloma teria se rendido ao encantos da prefeita "Anafel"  de Tista, como preconiza Dedé Montalvão, mas nisso ninguém acredita. 
                                                                 
Jussier Ramalho

Abra mão de qualquer coisa na sua vida, mas jamais de seu caráter, esse te acompanhará pelo resto de sua vida, se gostou Compartilhe.



Confete e serpentina
Em pleno período momesco, o ex-ministro JB surgiu no noticiário. Bastou uma tuitada de S. Exa. para que a pólvora explodisse. JB pediu a cabeça do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. Tudo começou com a edição da revista Veja, que noticiou uma audiência entre Cardozo e advogados das empreiteiras envolvidas na Lava Jato. Na sequência, jornais informaram outra reunião do ministro com causídicos. JB, em seu twitter, pediu a demissão de Cardozo. A OAB saiu em defesa da prerrogativa dos advogados. JB redarguiu. Cardozo treplicou. Veja o desenrolar da história, clique aqui.


UMA OUTRA POSSIBILIDADE DA SOLTURA IMEDIATA DOS EMPREITEIROS E A ANULAÇÃO DO PROCESSO


Aumenta a possibilidade de libertação dos empreiteiros pelo STF
Jorge Béja








GOVERNO CORRUPTO DE BRASÍLIA FAZIA ATÉ “CONTRATOS VERBAIS”

Papel colado na parede de hospital informa aos pacientes sobre os problemas locais
Gabriel CastroVeja
















INDONÉSIA ADMITE QUE PODERÁ REVOGAR EXECUÇÃO DO BRASILEIRO

Deu no Correio Braziliense







AS ÚLTIMAS DA BOATARIA (E A APATIA DO PT)


PT ainda está na Pré-História da Comunicação
Mauro Santayana
Do blog do Santayana








CONHEÇA AS JUSTIFICATIVAS “TÉCNICAS” DO MINISTRO DA JUSTIÇA


Cardozo insiste que advogado tem “direito” de ser recebido
Catia SeabraFolha








EDUARDO CUNHA, O PT E OS BASTIDORES DO PODER VISANDO 2018

Roberto Nascimento












  Com tantos buracos nas ruas de Jeremoabo, quando chove a situação é essa:


Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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