segunda-feira, fevereiro 23, 2015

No Jeremoabo não tem disso não... Tem disso não, tem disso não...

Só queria entender porque nas cidades politizadas quando o prefeito atrasa obras o povo reclama e logo é denunciado nos grandes jornais. quando falta energia a mesma coisa, a
 companhia de energia tenta logo justificar, quando existe mendigos nas calçadas o município usa dos recursos sociais na tentativa de amenizar essa execração humana?

A diferença entre o descaso de Jeremoabo comparando com outras cidades:

No Uauá.


Uauá sofre apagão de 20h sem resposta da Coelba, denuncia leitor

Uauá sofre apagão de 20h sem resposta da Coelba, denuncia leitor

Apagão em Uauá foi causado por defeito em equipamento, diz Coelba

Apagão em Uauá foi causado por defeito em equipamento, diz Coelba


Em Jeremoabo:

ONG-Transparência Jeremoabo pede esclarecimento a COELBA por constantes apagões


Em Vitória da Conquista

 Vitória da Conquista: Obras de UPA que deveria ficar pronta em 2013 estão paradas desde janeiro


Em Jeremoabo:





Como exposta na Placa, o Valor dessa Obra é de R$ 180.000,00 - Recurso Federal
Teve início em 27.06.2013, Deveria está terminada em 27.12.2013, porém, até a presente data só fizeram iniciar e nada mais.

Aqui também se trata de outra obra inacabada, ou seja DA                                     ACADEMIA DE SAÚDE


Recursos Sociais nas outras cidades:
Ione Aparecida da Silva - CRAS RESIDENCIAL 2000Área de abrangência: N. Sra. de Lourdes; Filinha Mendes; Jardim Califórnia; Chácaras Princesa do Sertão; José Barbosa; Maringá; Conjunto Antonio Bernardino de Souza; Residencial 2000.
Serviços oferecidos: Grupo de convivência familiar (grupo de pais), grupo de desenvolvimento familiar (grupo de gestantes e puérperas), recepção e acolhimento às famílias, visitas domiciliares, cadastros, orientações, encaminhamento e acompanhamento de famílias referenciadas, atuação no combate ao abuso, exploração sexual e dependência química, articulação com os diversos serviços e setores municipais, encaminhamentos para BPC, passe livre, Bolsa Família e outros serviços de interesse da família.
Profissionais: 01 Coordenador, 01 Assistente Social, 01 Psicólogo e 4 Auxiliares de serviços.

Assistência Social: prefeitura fará ação com moradores de rua

A Prefeitura de Macapá prepara força-tarefa para ação com moradores de rua, que será realizada nesta quarta-feira, 11, na Secretaria Municipal de Assistência Social e do Trabalho (Semast), das 16h às 18h. A medida objetiva reforçar o serviço social e de saúde para as pessoas que se encontram nessa situação. O intuito é levar atendimento a essa parcela da população, entre eles profissionais do sexo, usuários de substâncias psicoativas, moradores de rua, dentre outros..




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.Agora vejamos a Assistência que a prefeitura de Jeremoabo presta:





MENDIGO DORMINDO NA RUA DA MAÇONARIA (JEREMOABO).
OBSERVEM QUE ELE TENTA USAR A PRÓPRIA CAMISA COMO COBERTOR.
PREFEITURA DE JEREMOABO - CUIDANDO DA NOSSA GENTE.



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  • Cicero Ferraz Será que não sobra nenhum dinheirinho para fazer um abrigo prá essa gente?
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  • Cris Pujoni Jeremoabo cuidando da nossa gente kk so rindo mesmo neh por que cuida que é bom eu nunka vi agora imagina o frio que ese moço deve tah passando e a prefeitura nao fais nada!
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  • Robson Santos É muita gente mamando nas tetas da prefeitura. A assistência social é feita pelos vereadores, mas só em época de campanha eleitoral. É um absurdo! Visitei o Povoado Casinhas, onde conheci famílias que estão passando fome. A sensação é de cidade abandonada.
    Como disse Edson Gomes, o rei do reggae, "a gente precisa de um super-homem que faça mudanças imediatas."
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  • Guilherme Silveira Não falem assim, a gestora esta aguardando os 7 milhões para terminar tudo que não começou... Ou começou?
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  • Aline Francisco Dos Santos Numa cidade dessa como jeremoabo não era nem pra existe mendigos imagina o resto!
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  • Josefa Muniz de Medeiros O que falta é amor ao próximo, quem hoje é rei amanhã pode ser um mendigo.
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  • Eros Daniel Tavares Ficar esperando que a prefeitura faça algo é quase a mesma coisa que esperar o papai Noel descer pela chaminé... Mas nesse caso dá pra população ajudar com o básico. Uma roupa que não usa mais, um cobertor, um prato de comida... E para o descaso com a cidade, respondam na urna, a cidade precisa de mudanças. Votar errado uma vez é humano, insistir no voto errado por mais de 20 anos, é burrice ou gostar de sofrer.
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  • Robson Santos A população pode ajudar por amor, mas é obrigação da prefeitura. Cadê a Assistência Social, tornou-se um grupo fantasma? 
    Conheci um casal de mendigos que fica ao lado da Igreja Matriz e outros que dormem na rodoviária. Vou fotografá-los pra ver se a prefeita toma vergonha e lembra do que disse o próprio Jesus Cristo: "Amai o próximo como a ti mesmo."
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  • Artthur Marley Cade o povo de jeremoabo só lha pra eles é deus me livre que deus bote esse homem em um bom luga e de uma casa O que falta é amor ao próximo 
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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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