quarta-feira, fevereiro 25, 2015

Câmara de Vereadores de Jeremoabo reabre período legislativo com denúncia ultrapassadas e presença insignificante de doze pessoas



Vejam os assuntos:

CHAVES: desejou que o novo período seja de busca de soluções para o nosso povo. Lamentou que a festa do Bonfim aconteceu com o bairro, mais uma vez, não recebendo a devida atenção da Prefeitura para melhoria do aspecto. Aproveitou e fez um desabafo chamando a reflexão porque o municipio precisa de melhorias em alguns setores e tem algumas secretarias que não estão funcionando a contento e pede atenção à gestora municipal..
Agora observem o que denunciamos em: abril de 2014.


Fotos do Bairro onde a prefeita de Jeremoabo reside, nem a igreja escapou dos maus tratos...

http://dedemontalvao.blogspot.com.br/2014/04/fotos-do-barro-onde-prefeita-de.html


JAIRO: apresentou um abaixo assinado dos moradores da Rua do Canal no Bairro João Paulo II solicitando providências para proteção do canal e melhorias considerando os dejetos a céu aberto e a fedentina. Comentou sobre o estado lamentável da iluminação pública municipal. Denunciou que veículos da frota municipal continuam trafegando aos domingos ou fora do horário de trabalho e carros estão dormindo na porta dos secretários e solicitou providências.

Assistam esse vídeo e conscientize-se o perigo a que está exposto o povo de Jeremoabo.devido a falta de saneamento básico

http://dedemontalvao.blogspot.com.br/2014/07/blog-post.html


NETO: agradeceu pelas chuvas. Conclamou a vinda da Polícia Especial da Caatinga propondo reunião entre vereadores e Prefeita para buscar solução. Aproveitou para também reclamar da falta de atenção ao Bairro José Nolasco; também denunciou o uso abusivo dos carros municipais ou locados; comentou a ausência de diálogo com a Prefeita já que nunca participou de uma reunião com a mesma e comentou sobre a cobrança de Imposto efetuado numa festa de casamento, sem fins lucrativos, na Lagoa Escondida, embora de valor pequeno, mas achou um absurdo cobrar um espaço público num povoado, onde foi utilizado cerca de 5m2.

Prefeito do Paraná vende carro de luxo para comprar ambulância, já prefeita de Jeremoabo cidade falida devido a seca compra carro de luxo para esnobar e tripudiar o povo.

http://dedemontalvao.blogspot.com.br/2013/07/prefeito-do-parana-vende-carro-de-luxo.html


MANU: filosofou sobre ser situação ou oposição dizendo que o importante é ter coerência e buscar o melhor para o município, chamando atenção para o momento, que é de aperto econômico em todas a s instâncias e sugeriu a redução do custo com festas para que sejam aplicados e, setores essenciais, a exemplo do abatedouro. E aproveitou o momento de cobranças para lembrar que o Brejo grande não foi atendida na solicitação de quebra-molas.

Já  " Enrolando Lero ", falou, falou e não disse nada.


BENEDITO falou da falta de água na Lagoa Grande em função do motor quebrado e ausência de transformador, que já se arrasta por algum tempo; também defendeu a redução de valores altos com festas, ainda comentando que para futebol não existe dinheiro e para festas nunca falta. Criticou a postura de alguns Secretários que não estão resolvendo os problemas do povo lembrando de alguns problemas como comunidades passando sede, buracos no calçamento, lâmpadas queimadas, faltam agentes de saúde em algumas áreas, escrituras urbanas que não se resolve e que sente muito a falta de informações da Secretarias sobre as reais condições ou os problemas que estão atrapalhando, sugerindo que o Secretário que não esteja bem peça demissão ou seja demitido. Citou criatório de porcos no João Paulo II que vem incomodando.

Ruas escuras provocam insegurança em vários setores de Jeremoabo

http://dedemontalvao.blogspot.com.br/2015/01/ruas-escuras-provocam-inseguranca-em.html

ZÉ DE ZEZITO: destacou que as estradas da região do Riacho estão ruins e que podem atrapalhar o transporte de alunos e criticou duramente também Secretários que não ajudam. Lembrou que os Pereiros não está de tudo resolvido.

Alunos da Zona Rural em Jeremoabo correm risco de vida devido a falta de conservação das estradas.

http://dedemontalvao.blogspot.com.br/2014/07/alunos-da-zona-eural-em-jeremoabo.html


NEGUINHO: começou dizendo que as chuvas é que anima o sertanejo e sugeriu uma Moção de Pesar para a família de Bosco da CAR que muito contribuiu com o município; lembrou que Pereiros já tem pedido da CERB e COELBA; citou Curaçá como exemplo de água municipalizada e destacou que a Lei dos 15 minutos não está sendo aplicada no município. Disse que a Lagoa do Mato e Lagoa Escondida estão realmente escuras e defendeu a utilização dos veículos porque vê poucos abusos.

Lata d’água na cabeça / Lá vai Maria/ Lá vai Maria...

http://dedemontalvao.blogspot.com.br/2014/01/lata-dagua-na-cabeca-la-vai-maria-la.html


TIAO: foi solidário com Chaves, criticou secretários que nada fazem e só pegam o dinheiro e não resolvem os problemas dizendo que ou falta vontade deles ou estão com os pés pregados no chão. No item de cobranças lembrou que a Lagoa do Mato encontra-se no escuro e destacou a chuva na região dos Pereiros trouxe tempos melhores para aquela comunidade.

O povo de Jeremoabo tem razão quando diz que com "anabel" na prefeitura Jeremoabo se tornou um caos.

http://dedemontalvao.blogspot.com.br/2014/03/o-povo-de-jeremoabo-tem-razao-quando.html


Alguns Comentários:    SEJA NOSSOS SEGUIDORES". CURTIR AS NOSSAS PAGINAS

Como já está ficando perto das eleições os vereadores de Jeremoabo começam a fazer de conta que estão preocupados com o caos instalado em Jeremoabo, no entanto, o que eles começam a "enxergar" hoje, nós já estamos denunciando há quase três anos, abram os Link acima e comprovem.

Quando a querer por a culpa em secretários é uma piada muito mal contada, não cola, os secretários,
"ESTÃO SECRETÁRIOS", unica secretária que pinta e borda é a secretária de administração, tamém só pode, parece que é lutadora de "luta livre".

Quanto a mudança de horário, pode mudar para pela manhã, tarde ou noite, que para o povo é indiferente, não dá a mínima,

Começaram a enxergar também a humilhação que o povo passa nas filas do banco

A coisa mais importante foi denunciar o motivo da prefeita fazer tanta festa nos povoados e bairros de Jeremoabo, ou seja para cobrar impostos das fesras também, so que tanto esse dinheiro quanto o IPTU, ninguém informou qual o destino.

Eleições fazem milagres, em Jeremoabo aconteceu o milagre dos vereadores observarem  que estão usando e abusando dos carros da prefeitura como se fossem propriedade particular, aliás, se fosse particular não estariam esnobando devido o preço da gasolina.

Alguns vereadores sugeriram que os secretários incapazes e que não fazem nada peçam demissão, essa foi a melhor indicação e sugestão para sanar um caso tão grave, porque o primeiro empregado da prefeitura, pago com o dinheiro do povo,  que não faz nada, e segundo os vereadores deve ser demitida  é a prefeita "anafel".

O povo não que mais ser palhaço.



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Estados e Municípios tem prazos até julho para instituir metas!


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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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