quinta-feira, março 27, 2014

O vento está levando o dinheiro da prefeitura de Jeremoabo...

A situação da prefeitura de Jeremoabo já ultrapassou o cúmulo do absurdo no que diz respeito a malversação com o dinheiro público, dinheiro do povo.
Os desmandos são tão escandalosos,  que até os sites de outras cidades constantemente estão abismados com a irresponsabilidade, e também estão colocando a boca no trombone.
Se Deus não tiver compaixão de Jeremoabo e colocar o dedo no suspiro, o rombo nos cofres públicos não tem doutor que tape.
Enquanto isso mais de 15 veículos continuam a disposição dos secretários para usufruir da maneira que lhes convier, inclusive indo para festas noutras cidades, e deixando os veículos dormirem no relento, como se jegues fossem,e o pior, nas portas das suas residências.
Leiam a matéria abaixo do site Bob Charles.

Carreta de veículos comprados pela prefeita "anafel"


Jeremoabo: tanque cheio e motores
turbinados.
Para fazer a máquina administrativa rodar,além dos gastos milionários com festas e locação de veículos, nossas prefeituras
precisam gastar outros milhões com o combustível. A prefeitura de Jeremoabo e a empresa Comercial de Combustíveis Moraes
Ltda que o digam. Serão gastos nada menosque R$ R$ 2.378,475,00),(dois milhões,trezentos e setenta e oito, trezentos e
setenta e cinco reais) em apenas umcontrato.Parece muito? Mas não acabouainda. Porém, há alguma coisa errada ai.É
só observar o valor homologado parafornecimento de combustíveis(gasolina, Diesel, Diesel S10 e flua ARLA) ). Se dividir
esse valor, ultrapassa ate mesmo o de PauloAfonso. Há outra coisa, segundo uma fonte do site em Jeremoabo, a empresa Comercial de Combustíveis Moraes Ltda, parece ter açucar no sangue, não
perde uma licitação no município.

Fonte/Autor: Editor Luiz Brito DRT/BA 3.913
URL: http://www.bobcharles.com.br/internas/read/?id=7224

Onde a coisa funciona e onde existem vereadores probos é assim:


PREFEITO DE RIO DAS OSTRAS É CASSADO POR FRAUDE EM LICITAÇÃO

Prefeito de Rio das Ostras é cassado por fraude em licitação

Prefeito de Rio das Ostras é cassado por fraude em licitação
March 18
20:512014
Acusado de fraude e superfaturamento na compra de combustíveis para Rio das Ostras, o prefeito Alcebíades Sabino (PSC) foi cassado na tarde desta terça-feira (18) pela Justiça. Na sentença, proferida pelo juiz Henrique Assumpção de Almeida foi acatada a denúncia do Ministério Pùblico de que o prefeito teria realizado a compra no Posto Campomar sem realizar licitação. Aliás, como informou o MP, o prefeito realizou sim uma licitação, porém em data superior à compra, o que configurou a fraude.
Além da fraude na licitação, de acordo com o MP, o preço pago pelo combustível foi superfaturado. “Enquanto se era exigido no varejo, pela gasolina e diesel, respectivamente, R$ 2,43 e R$ 1,50, o Município fez constar no edital preços sensivelmente superiores, fixando R$ 2,53 pela gasolina e R$ 1,59 pelo diesel”, informou o juiz na sentença.
De acordo com juiz, já que o objetivo da licitação é buscar um preço menor e mais justo, ao contratar o posto de gasolina com preços acima do mercado, o prefeito incorreu em outra irregularidade. “Estando os preços superestimados desde o seu início, não há que se questionar que essa finalidade foi fatalmente violada, desconfigurando por completo seu objetivo primeiro. O procedimento também era ilegal por violação ao disposto no arts. 43, IV, e
48, II, ambos da Lei 8.666/93.
Além de Sabino, também foram condenados o secretário de Administração Eloi Dutra dos Reis, os proprietários do Posto Campomar e outros personagens que estariam envolvido na fraude. Com a saída de Sabino, quem assume a prefeitura é o vice Gelson Apicelo. A decisão ainda cabe recurso.

Veja abaixo a íntegra da decisão:

Processo nº:
0003718-83.2006.8.19.0068 (2006.068.003758-6)
Fonte: http://expressorj.com.br/




Se Maomé não vai à montanha, amontanha vai a Maomé.


Se em Jeremoabo não existe Faculdade, as Faculdades das outras cidades se deslocam até Jeremoabo para mostrar " in loco" aos estudantes  o que é uma Colação de Grau.

Quem vergonha em prefeita " anafel".

O pior de tudo isso é que "anafel" em frente a pessoas de bem ainda tem a coragem de dizer:   “toda gestão que se respeita tem que ter como prioridade a Educação.".

Aliás, nessa parte a mesma até que falou a verdade, pois o desgoverno de Jeremoabo despreza mais a educação do que bezerro enjeitado.

 




JEREMOABO: UNIVERSIDADE DE UBERABA "UNIUBE" PROMOVE SOLENIDADE  DE COLAÇÃO DE GRAU, DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

PORTAL JV / FOTOS:  PORTAL JV E FOTO IRES

Nesta quarta (26), na cidade de Jeremoabo/BA, a Universidade de Uberaba “UNIUBE”,promoveu no Espaço Festa & Cia a Outorga de Grau da turma de formandos do curso de Graduação em Administração.

A solenidade teve início às 18:30, tendo sido  presidida pela a professora Deise Thainá Costa da Silva, Supervisora de Estágios da Universidade de Uberaba, neste ato representando o Magnífico Reitor da Uniube, o Professor Marcelo Palmério. Fizeram parte da mesa o Sr. Rodrigo Silva de Oliveira tutor da turma e a Srta. Monique Gama de Aragão.







Coluna A Tarde: A crise ganha corpo


Pelo menos a Câmara dos Deputados aprovou na noite de terça-feira o Marco Civil da Internet, a partir de um entendimento dos parlamentares, inclusive os que estavam rebelados contra o Palácio do Planalto. Mas, de outro modo, se Brasília ainda não está em chamas, sofre abalos sísmicos políticos envolvendo os casos da Petrobras (não é somente Pasadena, outros casos surgiram para complicar) e o comando da República continua errando. Clique aqui para ler na íntegra a coluna.


Oposição no Senado diz ter apoio necessário para CPI da Petrobrás


Câmara aprova cotas para negros em concursos

Plenário...
Serão reservadas 20% das vagas a pretos e pardos. Projeto, que precisa ser analisado pelo Senado, dividiu opiniões e ficou mais restrito que o aprovado horas antes por comissão.
CONTINUE LENDO...



Tribunais têm
que dar troca de aposentadoria
sem prazo

Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

Mais visitadas