quarta-feira, março 26, 2014

A população de Jeremoabo deverá ficar de olhos abertos para votação das contas da Prefeitura na gestão “tista de deda/Pedrinho.


A população de Jeremoabo deverá exercer seu direito de cidadania  cobrando dos vereadores   que cumpram com seu dever de fiscalizar as maracutaias da prefeitura e simplesmente aplicar a Lei, ninguém está exigindo nada mais nada menos do que a moralização da coisa pública.
Terça feira houve mais uma reunião da câmara de vereadores de Jeremoabo, e para não fugir da rotina, a plateia assistente foram as cadeiras vazias, isso demonstra o quanto o povo prestigia a câmara e a credibilidade que a mesma goza e merece.
O assunto mais importante foi o vereador Manu que “solicitou afastamento temporário da comissão de finanças em função de ser irmão do prefeito Pedrinho”.
Em seguida falou da provável vinda da Faculdade AGES, aliás, agora depois de gerada, todo mundo quer ser o pai da criança.
Já o Tião :” destacou a reforma das creches municipais entregue ontem e a melhoria da passagem que dá acesso do Bairro Senhor do Bonfim ao Bairro da Espaduada”.(Fonte: Pedro Son).
Não sabendo o vereador que essas reformas irá beneficiar as duas propriedades do esposo da prefeita.
O destaque mesmo foi o vereador Jairo, que acordou e resolveu exercer seu verdadeiro papel  ao se manifestar:
JAIRO: defendeu a plotagem dos carros locados e denunciou que os carros oficiais ligados às secretarias municipais estão dormindo na porta da casa dos secretários, sugerindo providências para guarda em local adequado, protegendo o patrimônio público; cobrou a reativação da Copa Rural, competição importante e que não pode morrer, enfatizando ainda que há mais ou menos um ano e meio que não temos praticamente nada na área, desabafando “o esporte esta sendo esquecido”; também destacou a luta pela Universidade Federal do Nordeste da Bahia como um anseio de toda sociedade; .(Fonte: Pedro Son)..
Outro dia “mãe Joana” ficou revoltada ao compararem sua casa coma a Prefeitura de Jeremoabo, qual o motivo desconheço, sei que a mesma tem suas razões.
A realidade é que a prefeita “anafel” deu uma grande banana para toda população de Jeremoabo, e comprou uma frota de veículos para ela e seus secretários esnobarem as custas do dinheiro do povo.
Além de alguns desprovidos de escrúpulos e honestidade usarem os carros oficiais para irem a festas noutras cidades, estão zombando da população deixando esses veículos, patrimônio público, dormirem ao relendo nas portas de suas residências.
Pasmem senhores, a que ponto chegou a irresponsabilidade e a esculhambação, diante de atos bizarros como o que estamos tomando conhecimento, somos obrigados a usar uma palavra chula.
Agora a pergunta que não quer calar: para que gastar o dinheiro do povo com a maioria dos vereadores que não fazem nada?
Está ai a denúncia oficializada através do vereador Jairo, qual as providências que os demais vereadores irão tomar, e qual resposta dará ao povo?
Até quando os vereadores irão continuar tratando a população de Jeremoabo como meros palhaços?


Se a prefeita se arvorando de honesta procede dessa maneira,  e se não fosse?




Foto de Jose Dantas.


Nem o padre jogando água benta e rezando, conseguiu exorcizar o demo da corrupção e da irresponsabilidade dos veículos da prefeitura.
Os senhores já pararam para pensar se todas prefeituras do Brasil procedessem igual a de Jeremoabo? 
O rombo seria enorme e não tinha economista qeu calculasse.
A prefeita "anafel" há mais de ano, em pleno estado de emergência achou por bem comprar essa extravagante frota de veículos.
Aqui faço a pergunta: para servir a quem?
A resposta tivemos do seu ex-assessor Lulinha e ontem confirmada pelo vereador Jairo do Sertão, ou seja, para secretária ir para festa em Cícero Dantas as custas do dinheiro do povo, e também para secretários esnobarem consumindo combustível sem nenhum controle, também bancado através do erário público.
A coisa está tão banalizada, que ditos veículos já dormem em frente as casas dos secretários, como se fossem de sua propriedade particular, com um agravante, que podem ser roubados ou mesmo depredados a qualquer momento.
 Sem nenhuma utilidade ou serventia a população, daria para bancar todo transporte dos universitários que estudam fora, e, ainda sobraria dinheiro.
Como esnobar com a coisa pública e em benefício próprio é mais importante que servir a uma coletividade, os carros daqui a uns dias viram ferro velho,  o povo que continue aplaudindo .
Infelizmente essa é a realidade de Jeremoabo, usar a coisa pública em proveito próprio acobertado pela impunidade.






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Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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