terça-feira, março 04, 2014

Uma pergunta para os universitários de Jeremoabo

Uma pergunta para os universitários de Jeremoabo


LI NO FACEBOOK QUE OS UNIVERSITÁRIOS DE JEREMOABO ESTÃO SENDO PREJUDICADOS, PORQUE NÃO CONSEGUEM QUE A PREFEITA "ANAFEL" CUMPRA A LEI E BANQUE AS PASSAGENS DE ÔNIBUS PARA QUE OS MESMOS POSSAM POR CONTA PRÓPRIA ESTUDAREM NOUTRAS CIDADES, JÁ QUE EM JEREMOABO, QUEM FALAR EM FACULDADE ESTÁ ARRISCADO A SER PRESO. 
NAS DISCUSSÕES ALEGAM QUE OS SECRETÁRIOS, QUE ESTÃO CURTINDO O CARNAVAL EM SALVADOR, AFIRMAM QUE A LEI NÃO PERMITE.
AQUI FAÇO A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR: TANTO A LEI QUANTO OS MANDAMENTOS DE DEUS PROÍBEM ROUBAR. SERÁ QUE O DESGOVERNO MUNICIPAL ESTÁ CUMPRINDO A LEI E ESSE MANDAMENTO?

   

BRIGA DE MENTIRINHA



Carlos Chagas








GOVERNO DE BRASÍLIA TEM DE RESPONDER À JUSTIÇA ATÉ SEXTA-FEIRA SOBRE REGALIAS A PRESOS DO MENSALÃO




DEPOIS DA COPA DO FIM DO MUNDO…




Sylo Costa






PROCURADORIA-GERAL DA REPÚBLICA PRETENDE QUE A CONDENAÇÃO DE CUNHA POR LAVAGEM DE DINHEIRO SEJA MANTIDA


André RichterAgência Brasil








Psirico fará arrastão na quarta-feira de cinzas




João Henrique fala do Carnaval 2014 e crava sobre o reajuste do IPTU: ‘a OAB ganha na Justiça’
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A cem dias da Copa, Elevador Lacerda é iluminado em verde e amarelo


Daniela Mercury canta junto com Olodum e empolga foliões no Bloco Crocodilo
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Suplente de vereador é preso em Carapicuíba sob suspeita de pedofilia

PM diz que flagrou Zé do Bicho seminu em biblioteca com criança. Defesa dele não foi localizada
Da Agência Record

A Polícia Militar prendeu em flagrante, na noite desta segunda-feira (03), o suplente de vereador Jose Nicomedes de Freitas, o Zé do Bicho (PPS), no município de Carapicuíba, Grade São Paulo.
Os policiais afirmam que receberam, por meio do centro de operações da PM, a informação de que um homem havia entrado na biblioteca municipal da cidade, na rua Ribeirão do Sul, Jardim Ana Estela, acompanhado de uma menina de 12 anos.
Ainda de acordo com os policiais, o chegar no local, eles surpreenderam o vereador seminu e a menina de calcinha ao lado de um colchão.
O vereador recebeu ordem de prisão e está na delegacia de Carapicuíba onde o boletim de ocorrência está sendo registrado.
R7 não conseguiu, até o momento, contato com a defesa de Zé do Bicho.



Decisão de Barbosa racha e abre crise interna no CNJhttp://brasil247.com/+nmccx Problema é a troca de sede do Conselho Nacional de Justiça, que, mesmo tendo sido criado em 2005, ainda não possui prédio fixo; presidente do órgão, ministro Joaquim Barbosa decidiu pela mudança das instalações para edifícios na Asa Norte de Brasília, o que irritou conselheiros e servidores; são dois os problemas principais: o Conselho seria desmembrado e um dos prédios tem equipamentos que oferecem risco de contaminação radioativa; funcionários falam em um CNJ "repartido e fragmentado", insalubridade e "insatisfação geral" com a mudança ordenada por Barbosa, que não dá sinais de que irá ceder às pressões




ADVOGADOS REAGEM AO “FOI PARA ISSO MESMO” DE JB

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Foliões do Nordeste se fantasiam de Pó Royal! Outros seguram cartazes pedindo o Darf da Globo.

http://tijolaco.com.br/blog/?p=14933


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Cafezinho: mídia se constrange com o monstro que criou

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Folha incentiva agitação política contra Dilmahttp://brasil247.com/+ug1kz Editorial do jornal de Otavio Frias diz que protestos são a luz no fim do túnel para os que disputarão a Presidência com a presidente Dilma Rousseff; apresentadora do SBT Rachel Sheherazade também convocou seus seguidores a participar da "Marcha da Família", que resgata golpe militar pela "luta contra a tirania do PT"; para Eduardo Guimarães, do Blog da Cidadania, "coalização bizarra que reúne mídia, extremistas de esquerda e de direita não se dá conta de que se desmoralizou com a violência nos protestos"
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Ricardo Melo pede novo julgamento da AP 470

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  • O Cafezinho - O golpismo segundo Nassif, antes e hoje
  • O Cafezinho - STF e MP foram golpistas em 64

  • Bom dia acadêmicos de Jeremoabo (Ages, Fasete, Uneb, Uniasselvi eFaneb)

    foto ilustrativa

    É com muito (des)prazer que venho comunica-los que a Prefeitura Municipal de Jeremoabo ainda em clima de carnaval, digo clima de carnaval, pois não basta estar (prefeita e secretários) em Salvador ou nas Praias festejando o carnaval, para completar a festa deles, tem que ridicularizar com as nossas caras. Senhores estudantes, pessoas pensantes que somos, vamos tomar alguma providencia, pelo fato dos nossos representantes (se é que nos representam) estarem zombando das nossas caras, estamos aguardando uma resposta desde ano passado e até agora nada. Para completar semana passada (quarta feira), tivemos uma reunião com o Secretário de Educação Josemar Muniz e ficou claro que o município não tem condições de nos ajudar com os ONIBUS AMARELINHOS, então perguntamos a ele sobre a proposta que ACERTAMOS na sala do secretário de finanças Jean juntamente com o chefe de gabinete Marcos de Kodó, que é criar uma Associação dos Estudantes Universitários para a prefeitura nos repassar uma verba (pois segundo eles é o único meio legal que o município tem para nos ajudar). O secretário de finanças entendeu que esta proposta seria a melhor, pois seria bom para o município, como para nós estudantes, pelo fato dos ônibus ficar disponível para o ensino básico. Esta verba subsidiaria 50% da nossa passagem e os outros 50% sairia do nosso bolso. O secretário Josemar prometeu nos ligar quinta feira para nos dizer algo, mas ele não ligou e moral da historia voltamos a estaca zero e esta semana vamos arcar com o transporte mais uma vez.

    Pessoal até quando iremos aturar esse tipo de atitude em pleno século XXI, Jeremoabo tem uma população acadêmica de mais 400 estudantes, somos mais de 1% da população Jeremoabense, vamos mostrar que queremos de fato uma “Jeremoabo Melhor Para Todos” e não uma cidade onde os plutocratas privatizam os benefícios do Governo Federal, Estadual e Municipal. Algo tem que ser feito, há pessoas que já estão querendo desistir de estudar, por não poder custear as passagens. Depois irão nos julgar como causas dos problemas deste município, mas na verdade somos consequências desse disparate chamado “DESCASO COM OS UNIVERSITÁRIOS DE JEREMOABO”. Contudo, há pessoas que tem até a boa vontade de nos ajudar, mas, a palavra final é sempre da Prefeita Anabel, que este ano não teve nem o entusiasmo de nos receber pessoalmente! Mas este ano é ano dela bater à porta de cada um de estudante, nossos pais, nossos familiares e pedir o nosso voto. Volto a dizer, pagamos muito caro pela nossa democracia, nem sempre o que a maioria escolhe é melhor para todos!

    “Sei que não dá para mudar o começo, mas se a gente quiser vai dar para mudar o final” (Eliza Lucinda). Só depende de nós... lutar...lutar e lutar!
  • PML: tese de ‘votos de cabresto’ no STF é “inacreditável”

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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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