sexta-feira, maio 18, 2012

A prefeitura de Jeremoabo com "pedrinho" bolsa parente ficou acéfala





Quem não quiser encontrar com o prefeito pedrinho bolsa parente, procure o mesmo na Prefeitura ou mesmo na cidade.
Depois que empregou a mulher e irmãos, desapareceu da cidade.Tudo indica que é para não saldar com os débitos da viúva. Pois pagamento nunca foi o seu fraco, os credores que digam.
Mas como com pedrinho pior do que está não fica, vamos recordar a modinha de carnaval lançada há décadas atrás, onde dizia: "... cidade que nos seduz, de dia falta água de noite falta luz."
Jeremoabo com o prefeito pedrinho bolsa parente retornou à essa época, não fugindo da profecia que a cidade só cresceria para baixo como rabo de cavalo. Hoje vemos Jeremoabo sem uma iluminação pública dentro do suportável, com a maioria das ruas as escuras, e o mais grave, em plena seca os poços artesianos da zona rural em sua maioria desativados.
O desgoverno municipal na gestão do pedrinho bolsa parente, está praticando um verdadeiro extermínio com a população da zona rural, castigando o povo por falta d’água mais do que a seca propriamente dita.
O prefeito pedrinho, é um verdadeiro pinóquio, em entrevista numa revista local disse: “ estou indo a Brasília nesta semana, juntamente com vários prefeitos baianos, em busca de mais apoio para esse momento difícil e estou certo de que vamos conseguir este apoio".
Prefeito pedrinho, você está dando uma de urubu, VIVE ATRAS DA CARNIÇA , se você está enfrentando a herança maldita deixada por "tista de deda, " é porque compartilhou com o mesmo, além de vice prefeito também detinha secretaria.
O que você fez do dinheiro que veio em socorro dos flagelados?
Você sabia que com o dinheiro que você dolosamente paga a sua mulher e seus irmãos, daria para consertar muitos motores em desuso por falta de conserto ou permuta?
Um motor elétrico para sugar água não custa esse dinheiro todo, você sabe que contra sede e doença não há tempo para espera?
Você com esssas atitudes está procedendo como um politiqueiro profissional e arcaico, não tem interesse em por em funcionamento nenhum poço artesiano, sabe por quê? Porque um poço artesiano em funcionamento beneficiará uma coletividade de um povoado indistintamente, e essa modalidade de benéfico não o interessa, seu desmando administrativo e ultrapassado e arcaico se aproveita da miséria dos demais, só fornecendo água através de carros pipas a quem te mendiga uma esmola, a quem se humilha. Desta forma usa a sua arma imoral e criminosa, passando para o eleitor debilitado e dependente deste serviço, a falsa idéia que a água fornecida para ele é um favor e não uma obrigação dos governantes.
Prefeito pedrinho bolsa parente, respeite o sofrimento dos indefesos e tema pelo menos a Deus, pois a lei do retorno está ai, aqui se faz, aqui se paga.
Não se aproveite da miséria dos outros em proveito próprio, pois além de ser imoral é um ato ilegal.
Hoje por ironia do destino e por meio de um castigo imposto por Deus ao povo de Jeremoabo, você aproveitou da renúncia do " tista de deda" para assumir a prefeitura, coisa passageira, amanhã você não será mais nada.
Aliás, essa derrubada de “tista” vocês tentaram ainda na gestão do Spencer, apelaram para o golpe, quando arrombaram e invadiram a prefeitura de Jeremoabo em 04.09. 2007, cuja obsessão era se apoderar da administração municipal por qualquer caminho, não importando quais os meios.
Desejo apenas que a capacidade demonstrada por você em implantar o nepotismo na prefeitura, usasse dessa mesma capacidade para sanar o problema dos poços artesianos, pois há velhos, moços e crianças passando sede...

Enquanto isso a barraca presenteada por você ao vereador "dedé" de Manoel de Pedrinho, continua em local indequado em frente a residência.
Entendo essa sua jogada do "é dando que se recebe"


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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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