segunda-feira, maio 07, 2012

O São João em Jeremoabo, a seca, o hipertenso e o prefeito ladrão


Fogueira e Bandeirinhas de Festa Junina

O hipertenso ou diabético tem que conviver com a doença até o último dia de vida, o prefeito ladrão só larga o vício quando se torna inelegível ou então vai para a cadeia.Com seca em Jeremoabo a população rural tem que conviver com paliativos, até que entrem em extinção os gestores corruptos.

O município de Jeremoabo fica situado em cima de lençóis d`’agua, sendo que em qualquer parte do município onde perfurar um poço artesiano jorra o liquido precioso, em alguns locais mais profundos outros não. Portanto em Jeremoabo basta haver vontade política com responsabilidade e honestidade que a situação da falta d’água ficará resolvida. Basta dizer que há tanta água em Jeremoabo, que irão DESVIAR DE UM POÇO ARTESIANO ATRAVÉS DE UMA adutora PARA abastecer a cidade de Pedro Alexandre.

Caso os politiqueiros oportunista da miséria alheia solucionem o problema d`’agua em Jeremoabo não haverá mais necessidade do povo mendigar uma carrada do líquido, nem tão pouco ficar devendo favor, cuja moeda de troca é o próprio voto.

Os politiqueiros ,verdadeiros abutres só falam em providências e angariar recursos como paliativos dos miseráveis sedentos em tempo de eleição, ou então para declarar estado de emergência ou calamidade cujo único objetivo é ficar livre de licitações, nomear sem concurso, e outras picaretagens que só eles sabem, são profissionais no assunto, verdadeiros ctedráticos.

Porque o prefeito não imitou o Deri no combate a sêca? O Deri com recursos próprios vem abastecendo a todos indistintamente com carros pipas. NAO SO EM PERIODO DE CAMPANHA MAS EM TODA ÉPOCA DE ESTIAGEM.

No entanto o desgoverno municipal, que conta com as tetas da viúva, e só vive mais em Salvador do que na própria Jeremoabo, afim de se beneficiar das diárias e outras mordomias, que consiga RECURSOS PARA PERFURACAO DE PELO MENOS UM POCO ARTESIANO MENSALMENTE, que a médio prazo o problema ficará sanado.

O “pedrinho” que de besta não tem nada, está vendendo a população de Jeremoabo gato por lebre, pois essa de dizer que o TCM proibiu festejos juninos em Jeremoabo, é conversa para boi dormir, o que está proibido é o superfaturamentos de bandas.

Duvido que o dinheiro das bandas contratadas e que foram suspensas pelo “ pedrinho”, seja utilizado em prol da seca.

Com toda estiagem existente em Jeremoabo, eu desafio O prefeito “pedrinho” a fazer uma pesquisa séria COM A FINALIDADE DE SABER DA POPAULACAO JEREMOABENSE,SE OS MESMOS SÃO CONTRA OU AFAVOR DOS FESTEJOS JUNINOS. Digo séria, para não parecer com as pesquisas mentirosas fabricadas aqui em Jeremoabo..

Acorda povo, dentro dessa moita há coelho.CUIDADO COM OS LOBOS VESTIDOS EM PELE DE CORDEIRO



Estas figuras representam a RESISTÊNCIA contra a irresponsabilidade e desrespeito do desgoverno "pedrinho" em permitir a istalação de ponto de moto taxi em frente a residência para beneficiar ou talvez subornar o vereador "dedé"de Manoel de Pedrinho, que é uma lástima, um absurdo, um descalabro.



Esse é o prefeito "pedrinho"que para beneficiar ou mesmo subornar o vereador "dede"de Manoel de Pedrinho, permitiu a instalação de ponto de taxi, desrespeitando o direito do cidadão proprietário da residência

OLYMPUS DIGITAL CAMERA






"Direito tem, quem direito anda..."

O “tista de deda” saudosista do coronelismo e da ditadura, juntamente com o ex padre “moura” saudosista da inquisição , desconhecendo que : É livre a manifestação do pensamento e da expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, sendo vedado o anonimato. (CF 88), tentaram mesmo através do arbítrio censurar o site Jeremoabohoje e ao mesmo tempo ingressaram com mais de uma dezena de processos contra o seu proprietário, tudo isso na tentativa de privar o cidadão-eleitor-contribuinte, de tomar conhecimento das falcatruas praticadas pelos mesmos.

Moral da história, o site nunca parou de publicar, apenas transferiu as publicações para o Blog DedeMontalvao. Quanto ao “tista de deda”está praticamente inelegível por no mínimo uns cinquentas anos, o ex-padre “moura”, não sei como sua carteira da OAB ainda não foi cassada, pois está respondendo por vários processos tanto na área cível quanto criminal, inclusive um processo por improbidade; quanto a mim, abaixo transcrevo parte da sentença prolatada pelo Exmo. Senhor Juiz de Direito da Comarca de Jeremoabo.


PROC 0000324-64.2005.805.0142

Sentença: (...) Posto isto, passados mais de seis anos, DECLARO EXTINTA A PUNIBILIDADE de JOSÉ DANTAS MONTALVÃO, no tocante aos fatos ventilados nestes autos, com fulcro no artigo 107, inciso IV do Código Penal e art. 41 da Lei 5.250/67, e, por conseguinte a extinção do processo. Sem custas. Intimem-se pessoalmente o Ministério Público, as partes e seus respectivos advogados através da Imprensa Oficial, bem assim com a fixação no átrio do Fórum, arquivem-se os presentes com as anotações e comunicações de estilo. P.R.I.C

Martin Luther King

“O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem-caráter, nem dos sem-ética.

O que mais preocupa é o silêncio dos bons!"

"Só há duas opções nesta vida: se resignar ou se indignar. E eu não vou me resignar nunca".

Darcy Ribeiro



Politização do Judiciário e a Divina Comédia

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Desembargadores e juízes corruptos de São Paulo enfim serão investigados. Mas não haverá punições.

Carlos Newton



O homem precisa de cuidados, mas quem cuida do cuidador?

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Meu amigo que a Guerra Suja matou

Vitor Hugo Soares


Dilma desafia os bancos. Jamais na História deste país alguém ousou tanto. E ninguém sabe no que isso vai dar.

Carlos Newton



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Tomara que essa moda não pegue em Jeremoabo. Se em ano eleitoral o atendimento médico em Jeremoabo é péssimo, pior após eleição que os mesmos de sempre não precisam mais de votos


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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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