sábado, maio 12, 2012

Pedrinho como prefeito de Jeremoabo falta saúde, educação, vergonha, sobra fantasmas na administração municipal

CIDADE SEM MATERNIDADE

O maior desrespeito que um desgoverno pode praticar contra um ser humano è a falta de compromisso com a saúde publica.

Uma grande humilhação e tortura vem o prefeito “pedrinho” praticando com seus munícipes, pois não ha justificativas que acobertem a falta de atenção no tocante ao que se refere a assistência medica às parturientes pelo hospital de jeremoabo. Quando este hospital era de responsabilidade do Governo Estadual o serviço obstetricio funcionava de forma precaria . No entanto, funcionava mesmo que precariamente. Quando o mesmo passou a ser responsabilidade do município, passou a declinar para o caos completo. Prefeitos que só assumem a prefeitura para tirar proveito próprio, não se importam com o hospital ,que para muitos è de suma importância para as horas em que precisam de cuidados médicos emergenciais. Como já havia falado, qualquer mulher que estando em trabalho de parto e procura recursos médicos no dito hospital, imediatamente é encaminhada para um verdadeiro martírio, tendo que se submeter a uma penosa viagem em ambulância sucateada cujo destino é a cidade de Antas, Ribeira do Pombal, Paulo Afonso ou Aracaju, aumentando os riscos de complicações no parto, além de causar o grande desconforto de terem que sair de sua cidade , para terem seus filhos em outro município. Daqui a algum tempo não haverá mais registros de pessoas nascidas em Jeremoabo. Ou seja,com o nascimento das crianças fora de seu município,não haverá mais cidadãos jeremoabenses .

Pagaria para ver, se essa humilhação e falta de pudor cristão fosse com a genitora ou mesmo a filha do prefeito, se ele a submeteria a uma tortura dessas.

Os chefes do desgoverno municipal confiam tanto na impunidade que praticam trambicagem de forma explicita e descarada, não se importando com as pessoas que são seu passaporte para o poder despudorado.

Esses fariseus com a maior cara de pau, para se exibir e fazer média junto aos cristãos, são os primeiros a pegar no andor quando tem procissão.

O desgoverno luta com unhas e dentes para não permitir que Jeremoabo saia do bolsão de miséria, luta dia e noite para que a maioria permaneça aculturada, não podendo abrir mão da galinha dos ovos de ouro, que é o voto inconsciente e de cabresto, principalmente o prefeito “pedrinho”que desconhece a palavra ética e progresso.

O balaio aqui é tão forte que para proteger os puxa sacos, os cabos eleitorais, arranjam uma licitação viciada, com cartas marcadas, distribuindo as capitanias com gente do esquema.

Hoje mesmo fui à feira, e lá encontrei com pessoas revoltadas, mas que tem receio de falar com medo de represália, pois como a maioria da população , são pobres, na doença precisam da ambulância. Ambulância essa, que para eles não è um direito, e sim vista como um tipo de favor, como se fosse propriedade particular do prefeito e por este motivo temem por não terem acesso quando precisarem .Um destes cidadãos, falou que dos ônibus escolares fornecidos pelo governo, em número de quatro, dois estavam parados, ociosos, e tudo isso para beneficiar a empresa particular de transporte de alunos.

O motivo principal e interesse pela empresa privada além de outros motivos condenáveis, é a seguinte jogada : o prefeito manda seus protegidos comprarem ônibus com mais de dez anos de uso, compra essa efetuada por um preço razoável ,determina que a empresa vencedora contrate esses veículos não se importando com a segurança dos alunos , como se vê, a empresa vencedora atua apenas como intermediária.

Um exemplo claro e imoral, é o vereador “dedé”de Manoel de Pedrinho denunciado pelo hoje prefeito pedrinho a Polícia Federal por fornecer recibos falsos por obras fantasmas, é proprietário de um ônibus mais apropriado para transportar bagulhos, do que gente; ônibus esse ,locado a firma contratada pela prefeitura onde o mesmo chamava atenção do povo pelo péssimo estado de conservação. Indiretamente o mesmo recebe dinheiro dos cofres públicos.

Com o prefeito predinho a prefeitura de Jeremoabo vai bem mal e o povo na miséria.

Por aí é fácil saber como o prefeito através do dinheiro do povo, deixa tanto vereadores quanto os chefes de currais eleitorais, preso aos seus pés.

É como já falei, “pedrinho ”na prefeitura foi o maior castigo que Deus aplicou ao povo de Jeremoabo.

Concluindo: depois que o hospital passou para o município, sua função principal e servir de cabide de emprego sem concurso publico e efetuar troca de diretores. Troca essa equivalente a trocar seis por meia dúzia.



Só a educação pode criar novas mentes e corações capazes de fazer a revolução exigida pelo risco global que vivemos

Leonardo Boff


Divulgada a primeira quadrilha do caso Cachoeira. Mas há muitas outras a serem denunciadas.

Carlos Newton


Longevidade irresponsável

Drauzio Varella


Longevidade irresponsável

Drauzio Varella


Deus e o Universo, na visão da astrofísica

Paulo Solon


Thomaz Bastos pode fazer Cachoeira se calar na CPI

Thomaz Bastos pode fazer Cachoeira se calar na CPI

Depoimento está marcado para a terça-feira, mas a defesa tenta também adiá-lo

comentários





Pelegrino se licencia e Emiliano volta para Brasília

Pelegrino se licencia e Emiliano volta para Brasília

Deputado vai se dedicar exclusivamente à sua campanha para prefeito de Salvador; Emiliano José assume vaga com apoio do governador

comentários




Poder

Ayres Britto: ministros do STF não temem grampos

Ayres Britto: ministros do STF não temem grampos

Gilmar Mendes, Antonio Dias Toffoli e Luiz Fux estão entre os 82 nomes mencionados em grampos telefônicos das investigações da PF sobre o bicheiro Carlinhos Cachoeira; "Eu acho que nenhum ministro do STF teme absolutamente nada, mas aguardemos os fatos", disse o presidente do STF

comentários



Procurador Gurgel terá de depor na CPI, porque ele tem muito a explicar.

Carlos Newton


Cultores da verdade ou da censura?

Carlos Chagas




Núcleo duro’ de Dilma na Câmara encolhe em 2012, revela Basômetro



Trânsito mata 42,8 mil pessoas no País; índice cresce 13,9% em um ano


Pague o valor do INSS atrasado para poder aumentar sua aposentadoria

Autônomos ou empregados que fizeram bico podem pagar contribuições atrasadas e antecipar o pedido do benefício


Fotos do dia

Fernanda Motta está no quadro "Dança dos Famosos" Rapaz trabalha com seta nas ruas de São Paulo Com bolo, torcedores do Corinthians comemoram um ano do início das obras do Fielzão
Festança contou com a participação de adultos e crianças Os torcedores se reuniram para a festa, que contou até com churrasco Motorista de ônibus perde o controle, bate em carro e derruba muro


Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

Mais visitadas