terça-feira, maio 22, 2012

O prefeito “pedrinho”e o mito do Dr. Fausto (o homem que vendeu sua alma ao demônio)

Jesus contra demon Wallpaper

O prefeito “pedrinho”e o mito do Dr. Fausto (o homem que vendeu sua alma ao demônio)
Ao tomar conhecimento do pacto que o “ pedrinho”fez com o “tista de deda” para assumir a prefeitura de Jeremoabo, me fez lembrar o mito do homem que vendeu a alma ao diabo, cujo resumo é mais ou menos assim:
Lá no céu, Deus (o Senhor) e o Diabo (Mefistófeles) fazem uma aposta a respeito do comportamento, lá na terra, do protagonista Fausto, jovem irrequieto e amante dos prazeres da vida, mas atormentado pelo desejo de tudo conhecer e pela aspiração ao infinito. O Senhor diz a Mefistófeles que logo Fausto, pelas suas qualidades intelectuais e espirituais, conseguirá a Luz Divina, que lhe resolverá todas as dúvidas. O Diabo contesta e desafia Deus, pedindo-lhe permissão para descer na terra e seduzir o jovem, oferecendo-lhe bens materiais sem troca de sua alma imortal. Aceito o desafio, Mefistófeles se encarna num estudante andarilho e aparece a Fausto, fazendo-lhe a proposta da troca da sua alma por todos os prazeres desejados. O jovem aceitou o pacto, dizendo:
“Se eu estiver com lazer num leito de delícias, não me importa morrer...Quero firmar o acordo”

O falso é às vezes a verdade de cabeça para baixo" Sigmund .....
Aqui em Jeremoabo o “pedrinho” para assumir a prefeitura(onde o impossível aconteceu), logo de início traiu o PMDB mais precisamente Geddel ,que durante muitos anos lhe prestou todo apoio dando sustentação politiqueira – foi o tal " nem deis aos porcos as vossas pérolas" - fez seus eleitores de bobos da corte, zombou da inteligência do povo de Jeremoabo, desfez de tudo que acusou o “tista” (desmentindo a si próprio), aceitou passar por mentiroso e caluniador, desconheceu o constrangimento e a pequenez da sua personalidade, negociou o seu ego, assumiu um cargo sem capacidade e sem responsabilidade, e o pior, ficou numa situação insustentável e sem saída perante a Justiça, pois só tem duas opçõs: sendo a primeira confirmar todas as acusações contra o “tista” cujas principais são corrupção e desonestidade, ou então confessar ao magistrado, que tudo que escreveu é mentira, foi falso testemunho, o que no mínimo já sairá algemado e preso do fórum, aliás nem isso poderá fazer, pois além dele outras pessoas foram seus passeiros de acusação.
Que situação o povo de Jeremoabo se meteu colocando como gestor no destino do município um elemento despreparado, sem personalidade, sem escrúpulos, e que para chegar ao poder vendeu sua liberdade, sua alma ao diabo, enfim o falso paladino da moral e honestidade terminava naquele pacto a carreira da Vestal da política de Jeremoabo. Vergonha!
Deixem-me dizer o que é uma vestal. Na Roma antiga, antes da chegada de Cristo, Vesta era a deusa mais importante dos romanos, detentora de um belíssimo templo consagrado a ela. O santuário era guardado pelas vestais, jovens escolhidas aos dez anos de idade, que ficavam encarregadas, durante 30 anos, de zelar para que o fogo sagrado nunca apagasse. Durante esse tempo, elas deveriam permanecer virgens, e levar uma vida de castidade e pureza. Se uma delas quebrasse os votos, o crimen incesti, era condenada a morte por decapitação ou tapocrifação (enterrada viva).(De: THEÓFILO SILVA}
Não foi sem razão que Martin Luther King disse:
“O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem-caráter, nem dos sem-ética”.
O que mais preocupa é o silêncio dos bons!"


Contagem regressiva: faltam 221, se até lá não for cassado...


"Quem aceita o mal sem protestar, coopera realmente com ele" - Martin Luther King

Prefeito alagoano se apresenta à Justiça e é preso



Câmara Federal aprova projeto que anistia candidatos com contas rejeitadas

O Projeto de Lei que anistia candidatos com contas de campanhas eleitorais anteriores rejeitadas pela Justiça Eleitoral foi aprovado nesta terça-feira (22) pela Câmara dos Deputados. A proposta estabelece novas regras para a expedição da certidão de quitação eleitoral, que é exigida para que uma pessoa possa garantir sua candidatura a um cargo eletivo. O texto aprovado muda a interpretação dada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para a emissão da certidão de quitação eleitoral. De acordo com o projeto, os candidatos deverão apresentar à Justiça Eleitoral a prestação de contas de campanha eleitoral, ainda que as contas sejam desaprovadas. A medida ainda estabelece que o candidato pague a multa no valor equivalente ao das irregularidades detectadas, acrescida de 10 %. O projeto segue para aprovação do Senado Federal.



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Poder

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que ainda tem muito a falar


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a partir de hoje

Silêncio de Cachoeira pode mudar rumo de CPI


Diante da possibilidade de novas sessões de silêncio infrutífero, Vital do Rego quer discutir com Odair Cunha uma mudança de estratégia para a CPI
Diante da possibilidade de que outras testemunhas incriminadas também possam ficar caladas, presidente da comissão vai conversar com relator para que requerimentos sejam apreciados antes – como o de quebra total dos sigilos da construtora Delta
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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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