domingo, maio 27, 2012

O principal passaporte para ser eleito prefeito de Jeremoabo é ser corrupto




As próximas eleições... “de cabresto”, charge de 1927 publicada na revista Careta.




O principal passaporte para ser eleito prefeito de Jeremoabo é ser corrupto
Diógenes (404-323 a/C), filósofo grego dos Cínicos, famoso por desprezar as convenções sociais e os poderosos, se notabilizou por andar com uma lanterna à procura de um homem honesto e por morar em um barril.
Baseado em Diógenes , virtualmente sai com uma lanterna em pleno meio dia a procura de um candidato ou pré-candidato as próximas eleições que seja limpo, e não tenham contas a acertar com a justiça.
De certeza, quem será ou serão os candidatos não posso precisar, todavia, vamos apelar pela probabilidade de acordo com a voz do povo de Jeremoabo, cujos principais são:
Dr. Luizinho – Médico competente e conceituado, filho de Jeremoabo, estabelecido profissionalmente em Aracaju, onde exerceu com competência diversos cargos públicos e teve grande influência na politica daquele estado. Tem residência e propriedade em Jeremoabo , onde exerceu o Cargo de Secretário de Saúde do Município de Jeremoabo, demonstrando competência e honestidade ao querer cortar os desmandos existentes encontrados em sua secretária, no entanto , não encontrou apoio, e para não ser omisso ou conivente pediu demissão.
Lula de Dalvinho - Foi prefeito de Jeremoabo, e concernente a corrupção foi um exceção, terminou sua gestão sem nenhum processo por corrupção ou improbidade administrativa, com um atenuante, colocou ordem e respeito na Prefeitura, que era uma verdadeira casa de mãe Joana.
Deri - Como falam os recalcados um forasteiro, que acreditou no potencial de Jeremoabo, construiu um posto de gasolina nesta cidade, igual só visto em cidades grandes ou mesmo capitais. Empregou diversas pessoas, e investiu em imóveis e propriedade rural. Não responde a processo na Justiça por corrupção e vive notoriamente do seu trabalho. Empresário bem sucedido
“tista de deda” caso possa ser candidato é um páreo duro, difícil e ser abatido, seu trunfo para manter a fidelidade o seu eleitorado, ser detentor de mais de 100 processos por corrupção e improbidade administrativa, inclusive tirando proveito próprio do dinheiro da Educação das crianças e adolescentes. Denunciado a Justiça pelo seu vice e hoje prefeito, o “ pedrinho bolsa parente”.
Anabel Uma cidadã com nível superior, mas que responde a inquérito na PF por problemas ou conduta atípica com recursos do PETI. Aposta na transferência dos votos do seu marido.
Só quero entender até quando Jeremoabo irá continuar na contramão da história, o Brasil em peso clama por mudanças, por moralização da coisa pública e pela extinção de políticos corruptos, verdadeiros exterminadores das pessoas carentes que dependem do benefícios em forma de retorno pelos impostos pagos.
Acredito que de corruptos e da corrupção Jeremoabo é exemplo e modelo para toda Bahia.
É triste e lamentável a constatação de que o Município de Jeremoabo ultimamente é gerido por corruptos, no entanto mais doloroso ainda é sabermos que o instituto da impunidade arraigado em nossas instituições tende a deixar sem punição adequada os saqueadores do dinheiro público.
“Por conta deste mar de lama da corrupção que atinge todas as esferas da Administração Pública, educar os jovens e formá-los para um futuro melhor para a nação está sendo difícil para os pais e para os professores, enquanto não se demonstrar que ninguém está acima da lei e que todos, por mais poder que tenham, podem ser punidos e castigados nas devidas proporções de seus delitos. Aí será bem mais fácil ensinar o caminho certo para a juventude.”
No entanto o que vejo mais grave de tudo isto é a apatia daqueles que são as maiores vítimas da corrupção. Daqueles que ficam sem merenda para seus filhos, dos que não têm hospital para curar-lhes ou a quem recorrer para sarar sua dor moral gerada pela falta de cidadania, pela insegurança que lhes ameaça a vida, a miséria que os torna desumanos, drogados e muitas vezes marginais.
O senador Pedro Simon (PMDB-RS), mais uma vez conclamou a sociedade a participar das manifestações populares contra a corrupção sempre que estas ocorram. Segundo disse, “a medida que separa o país que queremos do país que temos é justamente a corrupção, responsável pelo desvio de bilhões em recursos que deveriam fortalecer a saúde, a educação, a segurança”. Pedro Simon disse que hoje, “cansada de tanta dor pela falta de atendimento nos hospitais, pela escuridão do analfabetismo, pela violência, a população voltou a se manifestar”, primeiro pedindo a aprovação da Lei da Ficha Limpa e, depois, indo às ruas contra a corrupção. A exemplo de Martin Luther King, Simon disse também ter um sonho, “o de viver em um país em que os políticos sejam realmente representantes das aspirações do seu povo e não seus usurpadores e em que a vontade coletiva ocupe o lugar dos interesses individuais; um país sem impunidade, onde a lei seja cumprida por todos os segmentos da população e onde os recursos sejam partilhados com todos, de acordo com as suas necessidades, e não apropriados por poucos que se locupletam no poder”.
( Fonte« Older Entries)





O emprego de parentes na prefeitura de Jeremoabo, poderá aténão ser ilegal, porém é imoral...





Venho publicando matérias comentando a falta de escrúpulo do prefeito “pedrinho bolsa parente”, pornomear grande número de parentes em Cargos Comissionados da Prefeitura deJeremoabo em detrimento das demais pessoas capacitadas e honestas residentes nesse município.
Logo de inicio publiqueium parecer onde falava que a Súmula
nº 13 do Supremo Tribunal Federal nãoenquadrava esse pessoal como nepotismo, posteriormente publiquei inúmeras representaçõesoriundas do Ministério Público de várias cidades desse Brasil afora enquadrandocomo nepotismo, todavia, isto não vai ao assunto de hoje.
Entrei no site do TCM/BA para saber o resultado de uma dasdenúncias que o Vereador Jairo do Sertão apresentou perante aquele Tribunal deContas contra o prefeito “tista de deda”por irregularidades na sua administração, só que, aquele órgão julgouimprocedente as acusações feitas através do edil, é aquele ditado popular: “quem não sabe rezar xinga Deus”.
Tivesse a modéstia de pedir ajuda ao hoje prefeito “pedrinho”a canetada seria segura, haja vista que numa centena de denúncias efetuadas por“ pedrinho” não perdeu uma.
Após olhar o resultado da denúncia do vereador Jairo, dei umpasseio pelo site e encontrei denúncia onde vereador de outra cidade da Bahia efetuou umarepresentação a respeito de nepotismo, nomeação de irmãos e outros parentes, oTCM/BA julgou improcedente, porém em outras palavras falou que era imoral, poiso prefeito estaria usando a prefeitura como meio de ajudar seus familiares,cabide de emprego, senão vejamos:
É de se lamentar, noentanto, o considerável número de irmãos do
Prefeito nomeados comoagentes políticos, estando velada a intenção de privilegiá-los, amparadas essasnomeações em pretenso permissivo jurisdicional.” (Parecer TCM/BA).

Portanto, prefeito “ pedrinhobolsa parente” o que você está praticando é falta de escrúpulo, um ato imoral,e em outras palavras, que aqui em Jeremoabo só existe incompetentes, os únicoshabilitados são sua mulher, seus irmãos e o pessoal que você nomeou semconcurso público.




Se pressionou Gilmar Mendes, Lula se expôs à toa, porque o próprio Supremo se encarrega de atrasar o Mensalão.

Carlos Newton



É o fim do mundo!

Carlos Chagas


Lula torna-se ator de um escândalo que constrange Dilma Rousseff

Pedro do Coutto


Se for vítima de um assalto, não reaja.

Milton Corrêa da Costa



Punição deve se estender a corruptor

Tiago Coelho (Portal PUC Rio digital)


O Zé Cazuza

Sebastião Nery



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a grana do FGTS
ao se aposentar



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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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