quinta-feira, maio 03, 2012

Deus é ético e tolerante, queria entender porque permitiu que Jeremoabo recebesse tamanho castigo.

CIDADE SEM MATERNIDADE

"Construa, porque destruir é coisa que qualquer idiota faz."

Henry Ford








Jeremoabo é uma cidade onde o povo é cristão, a maioria católica. Cidade de moças bonitas, de um povo pacato, pacífico e festeiro

Jeremoabo também é a cidade onde a população não tem direito a assistência médica e a juventude a educação, pois no que diz respeito a educação aos governantes locais só interessa os recursos para superfaturarem e mais nada. Basta dizer que não existe faculdade no município, a não ser a UNEB para uma minoria insignificante; para cursar faculdade o estudante terá que se deslocar no mínimo 100 km de distância.

Porque os politiqueiros não querem uma faculdade em Jeremoabo? Porque o povo irá se educar, adquirir cultura, ficar politizado e aprender a votar.

Aos desgovernos de Jeremoabo só interessa os grotões de miséria, para mendigar atendimento médico, remédio etc.

Vamos deixar os "considerandos" partir para os " finalmentes" .

Qual o pior castigo que Jeremoabo durante toda sua existência poderia receber?

A resposta é muito fácil: ter o “ Pedrinho” de João Ferreira como prefeito. Duvido que qualquer cidadão residente em Jeremoabo de sã consciência tenho pensando numa miséria dessa.

É como diz Tiririca: “pior do que está não fica”.

Salvo melhor juízo, penso eu que o “pedrinho” além de maquiavélico é um psicopata, pois uma pessoa normal não se comporta da maneira ante ética e imoral como ele vem procedendo.

Para que o leitor entenda, tentarei explicar tomando como paradigma o Carlinhos Cachoeira, respeitando as devidas proporções.

Deputados, senadores, governadores, delegados etc que se comunicaram com o Carlinhos mesmo através telefonemas, estão sendo processados e penalizados.

Agora vamos ao caso do “Pedrinho”, que antes de ser vice através de conchavos que só o diabo sabe como foi o acerto, parecia mais um paparazzo , andava com uma pasta cheia de documentos fraudulentos contra o “tista de deda” e uma máquina fotográfica, documentando toda a maracutaia do “tista de deda”e seus asseclas . Até aí tudo normal, não tinha o que fazer pelo menos estava exercendo o direito de cidadania.

Veremos agora o outro lado da moeda: através de farta documentação forneceu dados comprometedores contra o “tista de deda”, dados esses apresentados a outros vereadores do grupo e assinados pelo próprio “pedrinho” fundamentando uma centena de processos de improbidade que gerou representações em Juizo, fato esse que quando começar a ser julgado na sua plenitude, tudo levará a crer que o “tista”, ficará campado para o resto da vida, e terá muita sorte se não for para a cadeia.

Reflitam prezados leitores, que personalidade é essa, que moral fajuta, sórdida, que falta de caráter do “pedrinho” denunciar, processar o “tista de deda”como corrupto, como desonesto, e depois se juntar ao mesmo ‘tista”para respirar o mesmo ar, comer da mesma comida, um como prefeito, o outro como delator e vice, depois para a infelicidade de todos, prefeito.

Como citei acima, uma personalidade dessa só parece ser de um psicopata ou um maquiavélico, com um atenuante, prejudica primeiro a pessoa para depois se juntar, é o caso do “tista”e do Dedé de Manoel de Pedrinho, pois o dedé foi denunciado como executor de obras inexistentes e superfaturadas, onde está respondendo por esse crime na Polícia Federal em Juazeiro.

Como o “Pedrinho” morde e depois assopra, loteou o patrimônio público de Jeremoabo doando ao Vereador Dedé um ponto de moto taxi na Praça da Matriz em frente a uma residência , praticando assim um ato de incapacidade e irresponsabilidade, e achando pouco doou um local na rua da Alegria, para o ilustre vereador “defensor do interesse do povo”, instalar um quiosque apelidado de agência de ônibus , onde ninguém tome por surpresa no dia que uma criança ou mesmo qualquer condutor de veículo sofrer um acidente, pois a rua além de estreita rouba a visão.

Vereador “dedé”de Manoel de Pedrinho, como sua leitura é pouca, de pior para acabou, esses presentes que o “pedrinho” te doou em detrimento do direito dos demais cidadãos, simplesmente tem o cheiro de suborno.

Meu Deus onde foi que o povo de Jeremoabo errou, para merecer um castigo tão desproporcional em ter que engolir “pedrinho”como prefeito durante noves meses, que irá durar mais do que as “sete pragas do Egito”

Parece que está chegando ou mesmo chegou o dia que Deus cansou de proteger Jeremoabo. E aí só haverá, como no texto bíblico, "choro e ranger de dentes"

Castro Alves: Deus! ó Deus! onde estás que não

respondes?: ...


Que bela cidade deixando para os nossos descendentes.
Repetindo o verso irado de Castro Alves:
Existe um povo que a bandeira empresta
P'ra cobrir tanta infâmia e cobardia!...
E deixa-a transformar-se nessa festa
Em manto impuro de bacante fria!...
Meu Deus! meu Deus! mas que bandeira é esta,
Que impudente na gávea tripudia?
Silêncio. Musa... chora, e chora tanto
Que o pavilhão se lave no teu pranto!










sexta-feira, 04 de maio de 2012 | 05:10

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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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