domingo, maio 13, 2012

Mais um assalto em Jeremoabo. De quem é a culpa?

Mais um assalto em Jeremoabo. De quem é a culpa?

Ontem ao entardecer houve um assalto em Jeremoabo, desta vez, a um posto de combustíveis, pelo visto assaltantes amadores, pois não demorou muito tempo e foram pegos pela guarda municipal em parceria com a Polícia Militar.

O movimento de viaturas em frente a delegacia para um dia de domingo é anormal, procurei saber dos curiosos que estavam em frente a Delegacia de Polícia, e fui informado que dentre os assaltante havia uma policial .

O número de assaltos tanto no Brasil quanto aqui em Jeremoabo vem aumentando progressivamente.

De quem é a culpa de tantos assaltos em Jeremoabo? Fato este ,que só começou a surgir ha pouco tempo .

O crime não compensa, nem tão pouco se justifica sob qualquer aspecto, contudo há pessoas que adquirem certa propensão para o mal feito, incentivado pela impunidade doutros assaltantes sofisticados, acabando não resistindo e aderindo a moda do ganho fácil apostando também na impunidade.

Se for prender os assaltantes existentes em Jeremoabo, talvez a delegacia não caberá ,visto que a maior parte dos ladroes existentes em nosso município são os politiqueiros que roubam a consciência do povo com promessas vagas e nunca cumpridas.

Os ladrões da consciência do povo, que para fazer politicagem exercem a profissão com toda sofisticação cabível há um uma quadrilha organizada, que difere da quadrilha que ontem foi presa.

E olhe que não falei dos outros ladroes que roubam a privacidade e tranquilidade dos outros loteando o patrimônio publico.

Vemos também os politiqueiros assaltantes dos cofres públicos, esses muitas vezes piores do que os assaltantes a mão armada, pois usam uma arma silenciosa e mortífera, capaz de matar sem direito a .reação matando diariamente crianças, idosos e jovens, não permitindo nem um meio de reação. Assassinam por falta de medicamentos, falta de assistência médica, falta de educação e muitas outras faltas.

É como dizia uma antiga modinha, “ou o Brasil acaba com a saúva, ou a saúva acaba com o Brasil, já eu digo, ou Jeremoabo acaba com esses politiqueiros gatunos, ou esses gatunos acabam com Jeremoabo..

O que talvez esses assaltantes levaram do posto de combustível, é apenas uma gota d` água em comparação aos assaltos aos cofres públicos.




















Após 11 anos, Bahia volta a ser o campeão baiano



PRE forma lista dos candidatos inelegíveis na Bahia

A Procuradoria Regional Eleitoral na Bahia (PRE-BA) formará uma lista com o nome dos políticos que não podem ser eleitos no pleito deste ano, segundo os critérios da Lei da Ficha Limpa. Além de formar a lista, o órgão fiscalizará a aplicação da lei no estado. Ao longo das últimas semanas, a PRE oficiou os tribunais, conselhos de classe, procuradorias, câmaras municipais e a Assembleia Legislativa. Os dados deverão compor um cadastro único para subsidiar a fiscalização da candidatura de inelegíveis pela PRE e pelos promotores eleitorais de toda a Bahia em 2012. O procurador regional eleitoral, Sidney Madruga, pediu urgência no envio de relações nominais e demais dados dos cidadãos condenados pelos ilícitos e crimes previstos na Lei da Ficha Limpa, com especial atenção para os nomes dos condenados pela Justiça à suspensão dos direitos políticos por ato de improbidade administrativa, ou que tiveram contas relativas ao exercício de cargos ou funções públicas rejeitadas segundo os critérios definidos pela norma. A lista visa agilizar o trabalha da PRE e dos promotores eleitorais em ano de eleição para impetrar ações de impugnação contra os inelegíveis.



Seca: Produção de leite reduz 60% no sul baiano

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Pecuaristas de Itabuna, Buerarema e Itapé já sentem os prejuízos




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Brasileiros dedicam cada vez mais tempo à rede e menos à programação das emissoras de televisão; fenômeno só ainda não foi percebido pelos anunciantes, que concentram investimentos na TV aberta, onde recebem parte do dinheiro gasto de volta, como bonificação

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Presidente estaria irritada com conduta do comandante da sigla, Rui Falcão, em relação a temas como imprensa e Judiciário

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Em editorial, jornal defende conclusão rápida do processo e põe pressão em ministros como Dias Toffoli, Ayres Brito e Ricardo Lewandovski

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Pároco de Feira de Santana foi ordenado neste domingo



Coluna A Tarde: A CPMI e o mensalão

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INSS pede prazo
de seis meses para pagar a revisão
dos benefícios

O INSS calcula que precisaria de seis meses para pagar a revisão dos benefícios por incapacidade de 2002 a 2009



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Segundo Elio Gaspari, procurador-geral errou ao atribuir aos mensaleiros as críticas que sofre por ter engavetado inquérito contra Demóstenes

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Destino da CPI está nas páginas dos jornais e revistas

Pedro do Coutto




Basômetro revela queda do governismo do PSD


Espumas em profusão

Carlos Chagas


Desembargadores são acusados de desvio de R$ 20 milhões

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Casal que participava da falcatrua conta em detalhes como era a vida de luxo que levava e acusa dois ex-presidentes do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, Osvaldo Cruz e Rafael Godeiro, de envolvimento




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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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