Para coordenador das promotorias, há provas para pai e madrasta de Isabella serem detidos SÃO PAULO - O Ministério Público de São Paulo deve reforçar a posição da Polícia Civil e dar parecer favorável ao pedido de prisão preventiva contra Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, acusados pela morte de Isabella Nardoni, de 5 anos. Ontem o coordenador das promotorias criminais do estado, Augusto Rossini, se manifestou favorável à medida, embora o pedido feito pela polícia esteja sendo avaliado pelo promotor Francisco Cembranelli, que deve dar seu parecer na terça-feira.“Há com certeza motivos para pedir a prisão preventiva com base no artigo 312 do Código de Processo Penal. Temos casos em que foi concedida a liberdade e o acusado está foragido até hoje. Há necessidade para a própria Justiça se ver respeitada em sua integridade”, declarou Rossini, demonstrando receio de o casal fugir.Um exemplo lembrado pelo coordenador é o do promotor Igor Ferreira da Silva, condenado a 16 anos e 4 meses pela morte da mulher, Patrícia Aggio Longo. Ele está foragido desde que foi proferida a sentença.O artigo da Lei de Execuções Penais citado por Rossini trata da prisão preventiva, entre outras situações, “para assegurar a aplicação da lei penal, quando houver prova da existência do crime e indício suficiente de autoria”.Segundo Rossini, os laudos da perícia e os depoimentos colhidos durante o inquérito são suficientes para sustentar a prisão. “A somatória de indícios e as provas, num contexto, devem ser levados a um tribunal popular”, afirmou o promotor. O promotor Francisco Cembranelli estuda o inquérito desde anteontem e passará o fim de semana com o documento. ADVOGADOS CRITICAM CONCLUSÕES DO INQUÉRITOUm dos principais argumentos da polícia para acusar Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá pela morte de Isabella é a presença de sangue no carro. As manchas no banco de trás, próximas ao banquinho de bebê, e no piso seriam provas de que as agressões começaram no automóvel. A defesa do casal, no entanto, contesta essa conclusão e diz que contratará peritos para desmontar a acusação.Os advogados do casal afirmam que as informações da perícia não comprovam que o sangue era, de fato, da menina, já que não foram feitos exames de DNA no material colhido. O material encontrado na fralda também não estava em quantidade suficiente para um teste preciso.O advogado Marco Polo Levorin criticou o fato de os delegados que conduziram o inquérito terem usado essas informações no interrogatório, como se fossem conclusões da perícia. Ele voltou a negar que seus clientes pensem em fugir do País e disse que não há necessidade de prisão preventiva do casal. A perícia, no entanto, concluiu que no apartamento só havia sangue de Isabella e que parte das manchas foi removida. Elas só foram vistas com uso de reagente.
Fonte: O DIA
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