Publicado em 21 de setembro de 2026 por Tribuna da Internet
Charge do Spacca (Arquivo Google)
Vicente Limongi Netto
O bom moço Flávio Bolsonaro, candidato rachadista, se gaba na propaganda eleitoral: “Todo mundo conhece meu pai, né?”. Claro, quem vai esquecer da nefasta e pegajosa figura. Nem as pedras das ruas. Jair Bolsonaro, é claro, sabia que o filho era amigão do banqueiro fraudador Vorcaro, de quem recebeu 140 milhões de reais para aquele filme de terror que ficou de ser lançado, mas sumiu.
O pai é aquele golpista, condenado e preso, que debochou da pandemia e das vacinas contra a Covid. Bolsonaro, o ex-presidente, gostava de xingar os repórteres diante dos fãs, no cercadinho da portaria do Palácio da Alvorada.
URNA FRAUDULENTA – O pai do candidato é aquele Bolsonaro que não admitiu a derrota, acusando as urnas de fraudulentas. É também o mesmo Bolsonaro que em carta melosa e piegas pediu ao filho que resgatasse o Brasil.
Ora, a nação se livrou de Jair Bolsonaro. E não precisa de outro Bolsonaro para presidir o Brasil. Seria oceânico castigo. Entre um idoso Lula, experiente e trabalhador, mesmo com muitos defeitos, e um jovem incapaz, prepotente e falastrão, cheio de acusações e suspeitas que não consegue refutar, como Flávio Bolsonaro, prefiro ficar com o idoso.