sábado, fevereiro 29, 2020

O POVO NÃO ACEITA QUE OS VEREADORES DA OPOSIÇÃO DEIXEM DE FISCALIZAR SEJAM FANTOCHES OU CAPACHOS, OU FUNCIONEM COMO MASSA DE MANOBRA PARA QUE O GESTOR POSSA FAZER COM O DINHEIRO PÚBLICO DE JEREMOABO O QUE LHE DER VONTADE

A imagem pode conter: 7 pessoas, incluindo RádioVaza Barrisfm, Bino Oliveira e Diana Santana Dos Santos, texto que diz "compartilhem bino diana chaves ana josefina kaka Genilson #ELESNÃO dedé Eles não merecem voto, mais uma vez vão votar contra de #sou a favor do projeto pré-sal."


Os vereadores da oposição diante de pressões por simpatizantes do prefeito Deri do Paloma, de forma honesta e responsável vem comunicando que não aceitarão pressões para afundar ainda mais o município, e, que irá estudar, discutir, olhar o que é melhor para Jeremoabo, isso porque não cometerão o suicido político de assinar um cheque em branco para uma administração  sobrecarregada de supostas ilicitudes já denunciadas no TCM-BA, conforme relação abaixo especificada.
Os vereadores da oposição mesmo enfrentando todo jogo baixo, toda covardia e toda mentira repetida, está demonstrando ao povo de Jeremoabo e a seus eleitores que não são vereadores de enfeite nem capachos de prefeito.
Os vereadores da oposição diariamente  estão enfrentando agressões verbais e anônimas,  o que  é característico de mentes pequenas. Mentes pequenas é que pensam assim. São próprias de pessoas que precisam de benesses do poder público municipal de Jeremoabo.

UM CIDADÃO HOJE PELA MANHÃ FALOU  QUE: "Tenho vergonha na cara de ver a minha cidade na situação que está, sem a manutenção que gostaria, salários atrasados, crianças sem merendas escolar. Mas a cidade foi direcionada a isso.
Enfim... tudo isso serve para que o povo de JEREMOABO enxergue quem são as pessoas que estão na Prefeitura e na Câmara de nossa cidade: verdadeiras marionetes do atual Prefeito, um ' grupinho de incompetentes' que nunca aprendeu a administrar e que só sabe delegar ordens que alisem seu ego inflado.

Mas... outras está se aproximando. Vamos ver o que o povo está achando de tudo isso.
Vereadores sem palavra, submissos ao Prefeito! UMA VERGONHA para a política local!!!
Outras cidade os Vereadores FISCALIZAM o Prefeito... já por aqui, benza Deus!


PROCESSO: 01491E19 1 ( DERISVALDO JOSÉ DOS SANTOS)ASSUNTO: SUPOSTAS IRREGULARIDADES ATINENTES A CONTRATO CELEBRADO PELA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA COM EMPRESA, CUJA PROPRIEDADE É DO SOBRINHO DO CHEFE DO PODER EXECUTIVOEXERCÍCIO DE REFERÊNCIA: 2018

PROCESSO: 01489E19 1 ( DERISVALDO JOSÉ DOS SANTOS)ASSUNTO: IRREGULARIDADES NA CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE TRANSPORTE ESCOLAR, POR MEIO DE PREGÃO PRESENCIAL Nº 01/2017EXERCÍCIO DE REFERÊNCIA: 2018

PROCESSO: 01487E19 1 ( DERISVALDO JOSÉ DOS SANTOS)ASSUNTO: SUPOSTAS IRREGULARIDADES ATINENTES À DISPENSA EMERGENCIAL Nº 028-D/2018 E AO PREGÃO PRESENCIAL Nº 071-D/2018, PROCEDIMENTOS ESTES QUE CULMINARAM NA CONTRATAÇÃO DA EMPRESA CONSTRUTORA SÃO JOÃO BATISTA - LTDA, PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE LIMPEZAEXERCÍCIO DE REFERÊNCIA: 2018

PROCESSO: 01473E19 1 (DERISVALDOJOSÉ DOS SANTOS)ASSUNTO: SUPOSTAS ILEGALIDADES EM CONTRATAÇÕES DIRETAS, MEDIANTE DISPENSA DE LICITAÇÃO POR EMERGÊNCIA, TENDO POR OBJETO LOCAÇÃO DE VEÍCULOS PARA UTILIZAÇÃO NAS SECRETARIAS MUNICIPAIS, APÓS A RESCISÃO DOS CONTRATOS VIGENTES, SEM JUSTIFICATIVAS RELEVANTES.EXERCÍCIO DE REFERÊNCIA: 2018
PROCESSO: 01483E19 1 (DERISVALDO JOSÉ DOS SANTOS)ASSUNTO: SUPOSTAS IRREGULARIDADES NO PROCESSO ADMINISTRATIVO N° 114 - D/2018 - PREGÃO PRESENCIAL N° 064-D/2018 - CONTRATO N° 64/2018, QUE TEVE POR OBJETO A CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PARA FORNECIMENTO DE VALE TICKET COMBUSTÍVEL EM PAPEL.EXERCÍCIO DE REFERÊNCIA: 2018
PROCESSO: 14776E19 1 (DERISVALDO JOSÉ DOS SANTOS)ASSUNTO: SUPOSTAS IRREGULARIDADES NAS NOMEAÇÕES PARA CARGOS EM COMISSÃOEXERCÍCIO DE REFERÊNCIA: 2018
PROCESSO: 15145E18 1 (DERISVALDO JOSÉ DOS SANTOS)ASSUNTO: PREGÃO ELETRÔNICO DIFICULDADE DE OBTENÇÃO DO EDITAL. DESCLASSIFICAÇÃO DA MAIORIA DAS EMPRESAS POR RAZÃO IDÊNTICA.EXERCÍCIO DE REFERÊNCIA: 20

PROCESSO: 16515E18 1 (DERISVALDO JOSÉ DOS SANTOS)ASSUNTO: SUPOSTAS IRREGULARIDADES NO PROCEDIMENTO LICITATÓRIO - EDITAL DE PREGÃO PRESENCIAL PARA REGISTRO DE PREÇOS Nº 063-D/2018EXERCÍCIO DE REFERÊNCIA


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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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