Enquanto Maluf finge doença, Marin acorda às 6 h, faz a cama e limpa sua cela
Reprodução do kibeloco.com.br
Deu no Estadão
Falta dinheiro para bancar a “revolta” do PT no julgamento de Lula em Porto Alegre
PT organiza “vaquinha” para bancar protesto
Carlos Newton
Para escapar de “panelaço”, Temer aproveitou o Natal e conseguiu aparecer na TV

Temer já está em plena campanha para reeleição
Deu no G1, Brasília
Para os corruptos, mais indulto; para os assalariados, menos aposentadoria
Charge do Cazo (Arquivo Google)
Pedro do Coutto
A caminho do brejo, a sociedade brasileira dá de ombros, vencida pela inércia
Charge do Nani (nanihumor.com)
Cora RonáiO Globo
Gilmar Mendes pede investigação sobre juiz que o teria acusado de corrupção
Gilmar reagiu e já cercou o juiz pelos sete lados
Helena MartinsAgência Brasil
Maluf está hospedado numa cela com banheiro e já recebeu o menu da Ceia de Natal
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Maluf (falso canceroso) fará perícia para ser libertado
Deu no G1 Brasilia
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – O brasileiro é um povo cordial, como dizia o pensador Sérgio Buarque de Holanda, com toda razão. É preciso ser muito cordial e piedoso para apoiar a libertação do ex-governador Paulo Maluf, o falso canceroso de 86 anos, enquanto seu vice José Maria Marin, de 85 anos, está numa penitenciária em Nova York, já condenado e aguardando a sentença, que será no mínimo de dez anos de prisão, sem esse benefício de cumprir apenas um sexto da pena, como ocorre no Brasil, que também diminui os dias por ler livros, trabalhar ou fazer cursos. Se os brasileiros fossem menos cordiais e usassem o rigor do Japão contra a criminalidade, não teríamos 60 mil homicídios por ano, mas apenas seis, como acontece lá. Pensem nisso. (C.N.)
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – O brasileiro é um povo cordial, como dizia o pensador Sérgio Buarque de Holanda, com toda razão. É preciso ser muito cordial e piedoso para apoiar a libertação do ex-governador Paulo Maluf, o falso canceroso de 86 anos, enquanto seu vice José Maria Marin, de 85 anos, está numa penitenciária em Nova York, já condenado e aguardando a sentença, que será no mínimo de dez anos de prisão, sem esse benefício de cumprir apenas um sexto da pena, como ocorre no Brasil, que também diminui os dias por ler livros, trabalhar ou fazer cursos. Se os brasileiros fossem menos cordiais e usassem o rigor do Japão contra a criminalidade, não teríamos 60 mil homicídios por ano, mas apenas seis, como acontece lá. Pensem nisso. (C.N.)