domingo, janeiro 17, 2016

PARA SALVAR A PELE DA DILMA, ATÉ O DELFIM NETTO SERVE!

Celso LungarettiemNáufrago da Utopia - Há uma hora
*D*elfim Netto foi um dos 17 signatários do Ato Institucional nº 5, que deu sinal verde para os órgãos de repressão da ditadura militar barbarizarem, matarem, torturarem, estuprarem, darem sumiço em cadáveres, etc. Isto faz dele co-autor de todos os crimes cometidos pelos terroristas de Estado entre 13 de dezembro de 1968 e 31 de dezembro de 1978. Delfim Netto não se arrepende de todo sangue que jorrou de sua caneta e já chegou a afirmar que assinaria de novo o AI-5. Eis, textualmente, a defesa que fez da sua ignomínia em junho de 2013: "Se as condições fossem as mesmas e o futuro ... mais » 
 
Um médico do Hospital Geral do Estado (HGE) utilizou uma comparação com cachês no Carnaval de 2016 para acusar o governo da Bahia de descaso com…
bahianoticias.com.br


9 h ·
Verão da intolerância Chico Buarque, Marieta Severo e as filhas entrarão com uma ação, por danos…
blogs.oglobo.globo.com|Por Ancelmo Gois

A força-tarefa de procuradores começa 2016 com a perspectiva de durar pelo menos mais três anos. (via Folha Poder) ‪#‎folha‬


Fausto Macedo: Doações oficiais disfarçaram propina na Petrobrás, sustenta Rodrigo Janot, em denúncia formal da Lava Jato contra deputado Nelson Meurer


Compartilhe para que outras pessoas também entendam.
A denúncia formal apresentada por Rodrigo Janot resume o maior escândalo de corrupção do mundo.
oantagonista.com

Governo federal vê com bons olhos as baixarias promovidas em São Paulo pela extrema esquerda
veja.abril.com.br



nline.
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-Jovem Pan Online
18 h ·
O que as delações premiadas do lobista Fernando Baiano e do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró têm em comum? Assista ao vídeo e descubra com Reinaldo Azevedo

Delcídio do Amaral se elegeu senador por Mato Grosso do Sul em 2010. Em 2014, montou comitê para disputar o governo do Estado.
diariodopoder.com.br

Vídeo panfletário: O Juiz, a verdade e as Leis

A mensagem e o mensageiro


É utopia pensar numa sociedade sem crimes. Mesmo em países mais desenvolvidos (sócio e economicamente) ocorrem delitos de toda a ordem. Igualmente utópico (ou inocente) é o pensamento majoritário no Brasil de que a punição penal pode diminuir e quiçá acabar com a criminalidade sempre crescente. Leia mais

Por Marcelo Rocha - ISTOÉ - 16/01/2016 - 13:11:13

Chefe da Casa Civil: As relações perigosas de Wagner

O procurador-geral Rodrigo Janot deverá pedir a abertura de inquérito para averiguar as denúncias contra Wagner

Desde que colocou em prática o projeto de tornar o seu nome viável para uma possível candidatura presidencial, Wagner passou a ser alvo de intenso tiroteio. Leia mais


Oposição: Aécio vê Dilma sem clareza e o governo sem saber o que fazer

Na nota, Aécio critica o discurso petista

O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), divulgou uma nota nesta sexta-feira, 15, criticando as declarações desta manhã da presidente Dilma Rousseff. Em café da manhã com jornalistas, a petista não reconheceu que o governo tenha cometido erro com as chamadas “pedaladas fiscais”. A presidente comparou a situação vivida no ano passado ao período em que os brasileiros não tinham a obrigatoriedade de usar cinto de segurança. Leia mais



Por Vitor Hugo Soares: Gama livre/Bahia em Pauta/bbc/Image copyright ABr - 16/01/2016 - 11:06:38

Kakay na BBC: O manifesto contra a Lava Jatos e a atração de Buñuel por cobras e ratos domesticados

Kakay e o Manifesto: Vaidade e insulto contra a Lava Jato


Luis Buñuel, o cineasta dos absurdos mais impensáveis, faz um registro emblemático que me parece sob medida para ilustrar esta semana da entrevista surreal, à BBC Brasil, do advogado Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, na terça-feira. Seguida, ontem (15), do Manifesto, assinado pelo criminalista e mais de 100 colegas, publicado nos espaços mais nobres e mais caros dos principais jornais do País, sob o título “Carta Aberta” em repúdio aos “abusos na Operação Lava Jato”. Leia mais
 
 
ASSOCIAÇÃO DOS MAGISTRADOS BRASILEIROS - 15/01/2016 - 21:35:05

Faltou sinceridade, idoneidade nessa carta: AMB diz que carta de advogados contra Lava-Jato é ‘interesse pessoal’

AMB diz que carta de advogados contra Lava-Jato é ‘interesse pessoal’


A edição online do jornal O Globo publicou na tarde de hoje uma entrevista com o presidente da AMB, João Ricardo Costa, sobre manifesto que teria sido assinado por 105 advogados dos réus envolvidos na Operação Lava Jato. Leia mais


Dengue em 2015: Com 1,6 milhão de casos, Brasil registra recorde

Em relação a 2014, quando houveram 586.955 casos de dengue, houve uma alta de 180%

Em 2015, foram registrados 1.649.008 casos prováveis de dengue em todo o Brasil, de acordo com o novo relatório divulgado pelo Ministério da Saúde nesta sexta-feira (15). O número é o maior da série histórica, iniciada em 1990, quando tiveram 40.279 ocorrências. Leia mais
 
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Eduardo Cunha acusa Janot e Dilma de trabalhar juntos contra ele

Concursos: mais de 24 mil vagas em disputa em todo o país


Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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