sábado, janeiro 30, 2016

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Municípios não podem criar Defensoria Pública em seus territórios, pois a Constituição Federal fixa essa iniciativa como de competência exclusiva da…
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Odebrecht teria pago reforma no sítio http://bit.ly/1QNeiQ4


O DIA - www.odia.com.br
Bom dia, esta é a capa do dia 30 de janeiro de 2016

Pobre Carina Vitral, a universitária paulista do PC do B presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE).
Virou saco de pancadas porque, anteontem, durante a reunião em Brasília do Conselho Econômico e Social da presidência da República, segurou as mãos de Dilma e beijou-as.
Gesto de servilismo impensável na história de quase 80 anos da UNE marcada, na maior parte, pela rebeldia e a oposição aos governos de direita ou de esquerda.
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VEJA
9 h ·
"Por que algumas pessoas se lembram dos sonhos e outras não?", "Por que os sonhos, mesmo nem sempre sendo assustadores, costumam ser absurdos, de puro nonsense?" etc.
veja.abril.com.br|Por Fernanda Allegretti e Rita Loiola



O prêmio cara de pau da semana vai para ..., por Guga Noblat
O prêmio cara de pau da semana vai para ... O lobista Fernando Moura. Em depoimento ao juiz Sérgio Moro, ele disse que o ex-ministro José Dirceu nunca tinha lhe pedido para sair do Brasil assim que estourou o escândalo do mensalão. (...)
Leia a íntegra no blog: http://goo.gl/TpLzRL


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O estacionamento é um dos atrativos dos shoppings e, como é uma das atividades prestadas pela empresa, é delas a responsabilidade de garantir a…
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Cientistas fazem descoberta importante contra a calvície http://bit.ly/1KMmx8J via UOL


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As prisões brasileiras abrigam mais de 600 mil pessoas, um número 60% maior do que sua capacidade oficial. Os dados são do Relatório Mundial 2016…
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Do portal SP 247 - 30/01/2016 - 09:16:49

Lulinha cita FHC, JB, Dias, Aécio e questiona: Por que só Lula é investigado?

O filho mais velho do ex-presidente Lula, Fábio Luís Lula da Silva saiu em defesa do pai


Filho mais velho do ex-presidente Lula, Fábio Luís Lula da Silva saiu em defesa do pai nas redes sociais; em sua conta no Facebook, ele citou seis casos de compras de imóveis supostamente suspeitas, envolvendo a jornalista Patrícia Poeta, o senador Aécio Neves, presidente nacional do PSDB, o senador Álvaro Dias, o ex-ministro do STF Joaquim Barbosa, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o ex-presidente Lula, que "desistiu de um apartamento no Guarujá avaliado em R$ 1,5 milhão. Segue, então, a pergunta: Por que apenas Lula é alvo da imprensa e da Lava-Jato?", questiona. Leia mais

Jornal do brasil - 30/01/2016 - 09:04:37

Collor x Janot: Collor sofre mais uma derrota em representação contra Janot

De oito acusações do senador contra o procurador-geral da República, cinco já foram derrubadas


O senador Fernando Collor (PTB-AL) sofreu mais uma derrota na batalha que trava contra o procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Na última terça-feira (26) ele teve mais uma representação contra Janot arquivada pelo Conselho Nacional do Ministério Público, de acordo com informações desta sexta-feira (29) na coluna Radar, da revista "Veja". Leia mais


Do G1 DF - 29/01/2016 - 19:34:53

Cunhada do vice-governador: Vítima de dengue não fez exame por falta de reagente

Unidade não tinha teste rápido; na web, Santana criticou 'gestão tecnocrata'


Primeira vítima fatal de dengue hemorrágica no Distrito Federal neste ano, Maria Cristina Santana, cunhada do vice-governador, Renato Santana, não conseguiu fazer o exame rápido da doença no Hospital Regional de Brazlândia. O registro médico obtido pela TV Globo aponta "falta de reagente" na última segunda-feira (25), quando ela deu entrada na unidade. Leia mais
 

Período como aluno-aprendiz
vai antecipar o benefício integral

Justiça reconhece que o tempo de curso profissionalizante pode ser incluído nas contribuições para a fórmula 85/95

Grazi Massafera brinca de pijama na janela de hotel nos Jardins Trânsito parado na avenida Giovanni Gronchi, no Morumbi Centro da prefeitura para incentivar adoção de cães e gatos
Carro preto é cercado por taxistas em frente a hotel nos Jardins, na zona oeste O presidente do sindicato dos taxistas critica regulamentação do Uber Jovens se arriscam no topo de ponte para tirar selfies

 

Fátima: Tribunal reconduz prefeito investigado em desvios do Fundeb

por Francis Juliano
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Foto: Reprodução / SoFatima.net
 

Traficante baiano é preso em condomínio em Aracaju

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Foto: Divulgação / PC-BA
 

Nota fiscal de barco reforça elo de Lula com sítio em Atibaia (SP)

Marisa Letícia, mulher do ex-presidente, comprou embarcação de pesca sem motor
 

Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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