quinta-feira, janeiro 21, 2016

Diário do Poder compartilhou um link.
1 h ·


Em seus primeiros depoimentos, o doleiro Alberto Youssef, estopim do escândalo do Petrolão disse que Lula “sabia de tudo”.
diariodopoder.com.br


A MANCHETE QUE JÁ ESTÁ ESCRITA: 10 MILHÕES DE DESEMPREGADOS NO BRASIL!

Celso LungarettiemNáufrago da Utopia - Há 23 horas
*E*m 1933, no auge da Grande Depressão, um quarto de toda a força de trabalho estadunidense estava desempregada. Dos que não foram para a rua da amargura, 30% aceitaram reduções em seus salários. Aqui e agora, evidentemente, a coisa *ainda* não está tão ruim, mas é chocante sabermos que os desempregados, depois de se manterem na casa de 6,6 milhões no período 2012/2014, deram um salto para 9,1 milhões em 2015. Isto levando-se em conta o nível de emprego apurado no trimestre agosto-setembro-outubro do ano passado. Os prognósticos dos economistas são de que, se em novembro-dezembro-j... mais »


Juiz da Paraíba considera inconstitucional cota para negros em concurso público

SiqueiraemSERVIDOR PÚBLICO FEDERAL - Há 18 horas
Tadeu Rover Consultor Jurídico - 20/01/2016 O juiz Adriano Mesquita Dantas, da 8ª Vara do Trabalho de João Pessoa, julgou inconstitucional a Lei 12.990/14 — que reserva 20% de vagas nos concursos públicos para negros — e determinou que um candidato ao cargo de escriturário do Banco do Brasil assuma a vaga que havia sido preenchida por meio de cota. Para o juiz, a reserva de vagas para negros nos concursos públicos é inconstitucional, pois viola os princípios constitucionais da impessoalidade, da moralidade, da eficiência e da qualidade do serviço público (artigos 3º, IV... mais »

APOLLO NATALI: "ENSAIO SOBRE A MALDADE".

Celso LungarettiemNáufrago da Utopia - Há 28 minutos
*o *forte domina o fraco. O esperto domina o ingênuo. O homem domina a mulher. O chefe domina o subalterno. O amigo domina o bom amigo. O ditador domina o povo. O Estado é o carrasco do povo. O ministro de Deus domina os fieis. O forte impõe eternamente seu domínio sobre o fraco e esculpe em corações e mentes uma escusa ciência da convivência. A convivência do mau, forte, altivo, com o humilde, o pacífico, divide o mundo entre senhores e escravos. Os magistrados romanos levavam um machado afiado em passeata como símbolo do poder que lhes cabia de condenar à morte. Envolto em um c... mais » 
Diário do Poder compartilhou um link.
1 h ·


Aliados de Temer dizem que a ação contra Geddel foi orquestrada pelo ministro Jaques Wagner (Casa Civil), que aprendeu a odiar o baiano.
diariodopoder.com.br
Diário do Poder compartilhou um link.
2 h ·



Em despacho assinado na terça-feira, 19, o ministro Bruno Dantas concedeu um prazo de cinco dias para a Secretaria Executiva da CGU prestar…
diariodopoder.com.br


 
Carro chefe do governo do PT, Bolsa Família não foi criado pelo PT, diz Reinaldo Azevedo: "ex-presidente era contra e dizia que o programa tornava as pessoas preguiçosas”.


-0:39

Se ficar comprovado que o PT recebeu R$ 50 milhões em propina vinda da Angola para a campanha à reeleição de Lula em 2006, o partido terá seu registro cassado, explica Reinaldo Azevedo.


-



A equipe da presidente Dilma no Planalto capitaneada pelo ministro de…
colunaesplanada.blogosfera.uol.com.br|Por Esplanada Brasília


Mais uma para a coleção.

Odebrecht, Andrade Gutierrez e Queiroz Galvão são suspeitas de fraude em contrato para urbanização dos complexos do Alemão,
politica.estadao.com.br|Por Estadão


Na era FHC: Justiça aceita denúncia sobre corrupção na Petrobras

Denúncia agora se torna uma ação penal com Duque e Barusco como réus


O juiz substituto da 3ª Vara Federal do Rio, Vitor Barbosa Valpuesta, aceitou a denúncia do Ministério Público Federal sobre pagamento de propina da empresa holandesa SBM Offshore a funcionários da Petrobras e confirmou que casos de corrupção na estatal começaram por volta de 1999, no governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Leia mais



or JULIANA COISSI - uol/Ueslei Marcelino/Reuters - 21/01/2016 - 09:32:50

Operação Lava Jato: Pagamento de propina 'era sistemática que se aprofundou', diz delator

No depoimento, o ex-gerente da estatal reafirmou que participou de jantares com o ex-ministro José Dirceu


O ex-gerente da Diretoria de Serviços da Pebrobras Pedro Barusco Filho, delator na operação Lava Jato, disse em interrogatório para o juiz Sérgio Moro, nesta quarta-feira (20), que o pagamento de propina por empresas que tinham contato com a estatal "era para manter status quo", porque se tratava de "uma sistemática que existia e se aprofundou". Leia mais



Do MPF/gama livre/Antônio Augusto SECOM/PGR/MPF - 21/01/2016 - 08:13:44

O pedido: MPF quer acabar com nepotismo no Congresso

Recomendações do MPF/DF têm o objetivo de impedir nepotismo no Congresso

Documentos sugerem a exoneração imediata de parentes de parlamentares e de ocupantes de DAS que estejam em cargos de livre nomeação. Leia mais


De acordo com a OIT: Brasil pode ter quase 1 em cada 5 novos desempregados do mundo em 2017


Estimativa é de que 700 mil brasileiros perderão o emprego até a chegada do ano que vem



Quase um em cada cinco novos desempregados do mundo em 2016 e 2017 virá do Brasil. A estimativa é da OIT (Organização Mundial do Trabalho), que em seu mais recente relatório sobre empregabilidade, divulgado neste terça-feira (19), acredita que 700 mil brasileiros se somarão ao contingente de desempregados até o ano que vem, de um total que pode chegar a 3,4 milhões de pessoas ao redor do planeta. Leia mais
 

Atrasados por espera no posto
do INSS chegam
a até R$ 40.414

Greve dos servidores do instituto travou análises de pedidos de benefícios, mas
a espera rende atrasados maiores


Jhenny Andrade passou o Ano-Novo com Neymar Ambulante (de boné branco) recebe pagamento de passageira no metrô da Barra Funda Lixo na entrada da passarela da avenida Jacu-Pêssego
Paulistanas usam roupas de frio na rua Barão de Itapetininga Lixo na parte externa do Hospital do Mandaqui, na zona norte Breno disputa bola com jogador do Cerro em amistoso

 


Relatório aponta aumento da violência contra jornalistas

Aeronautas podem paralisar atividades na próxima segunda

Executivos da Samarco se afastam para se defender de acusações da PF

Delator diz que José Dirceu exercia pressão para receber propina da Engevix

Delator diz que José Dirceu exercia pressão para receber propina da Engevix
Foto: Luis Macedo / Câmara dos Deputados

Mais de 70% dos empréstimos da Desenbahia em 2015 foram para prefeituras governistas

por Alexandre Galvão / Luana Ribeiro
Mais de 70% dos empréstimos da Desenbahia em 2015 foram para prefeituras governistas
Foto: Divulgação

Diário do Poder compartilhou um link.
12 min ·
O plenário analisou as determinações feitas para que fosse liberada a primeira etapa das concessões de Galeão e Confins. Sete ministros — entre eles…
diariodopoder.com.br

Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

Mais visitadas