domingo, janeiro 17, 2016

Deri é apenas um cidadão, que luta pelos seus ideais sem perder o compasso e muito menos o passo.


Regional

Paulo Afonso - Bahia - 16/01/2016

Não daria como morto

Por Luiz Brito DRT/BA 3.913
Reprodução
Correligionários da prefeita Anabel de Carvalho (PSB) estão dando como liquidada uma possível candidatura a prefeito de Derí do Paloma ou Lula de Dalvinho à prefeitura de Jeremoabo. É uma previsão precipitada. Ganhou do próprio Deri por uma pequena diferença. Não é um Zé Mané, Derí tem história, pelo menos de várias tentativas pra chegar à prefeitura.

Nota da redação deste Blog - Enquanto falam de Deri, ele morre de rir e talvez repetindo sempre: "

Não importa se falam bem ou mal de mim. O importante é ser lembrado".


Deri  é apenas um cidadão,  que luta pelos seus ideais sem perder o compasso e muito menos o passo.

Devido a incompetência do (des)governo atual, Deri se posicionou, o que vale dizer, ocupou um espaço favorável para atingir um objetivo. Significa  que encontrou um espaço potencial de crescimento, que o torna competitivo dentro do quadro político da eleição. 
Qual o medo da atual oligarquia contra a pré candidatura de Deri?
  Talvez a resposta seja que a frustração só aumenta e com o passar dos anos se transforma em raiva por não ter feito nada a respeito, por não ter seguido seus próprios sonhos, por ter ficado só na intenção.
Os profissionais da politicagem de Jeremoabo “morrem em vida”, justamente porque acreditam que o jogo acabou.
A verdade é uma só, você só será lembrado por aquilo que fez e não por aquilo que pensou em fazer. Então aceite o conselho da Nike: “Just Do It”, e simplesmente faça. Hoje é o dia para começar a fazer aquilo que esta aí em sua cabeça há tempos e você imaginou que fosse suficiente para trazer aquilo que você tanto quer. É preciso pensar, mas também é imprescindível fazer acontecer.(www.fernandooliveira.com.br).

Cada pequena luta é um passo à frente

Na vida, a paciência não é sobre esperar, mas sim a capacidade de manter uma atitude positiva enquanto se trabalha duro para conseguir seus sonhos. Se você estiver tentando, vá até o fim. Caso contrário, não se ganha nada com simplesmente começar. Isso pode significar a perda de estabilidade e conforto por um tempo. Isso pode significar sair da sua zona de conforto. Isso pode significar a crítica de quem você conhece. Isso pode significar muito tempo sozinho. Porém, é a motivação que faz grandes coisas possíveis. Tudo é uma prova de sua determinação, de quanto você realmente quer.
E se você quiser, você vai fazer, apesar das probabilidades de fracasso. E a cada passo vai se sentir melhor do que qualquer outra coisa que você já fez ou imaginou. Você vai perceber que a luta não é o que encontramos no caminho, mas sim o próprio caminho. E é penoso. Então, se você vai tentar, vá até o fim. Não há melhor sensação no mundo… Não há sensação melhor do que saber o que significa estar vivo. (http://vivamaisverde.com.br).
Encerro este simples comentário citando:
Se quer ser lembrado (e respeitado), questione, provoque e incomode. Se quer ser ignorado (e esquecido), simplesmente se omita.
Fred La Rocque


Regional

Paulo Afonso - Bahia - 16/01/2016

Ex prefeito de Jeremoabo bate o pé e diz que quer vaga de vice

Por Luiz Brito DRT/BA 3.913
Reprodução

Leio que Pedrinho de João Ferreira talvez, o pior prefeito que Jeremoabo já teve, não quer abrir mão da indicação do nome do vice-prefeito na chapa majoritária do grupo liderado pela prefeita Anabel de Carvalho. A pergunta que não quer calar é a seguinte: O que é que um candidato como Pedrinho vai dizer nos comícios para a população, depois da desastrada gestão à frente da prefeitura?

Nota da redação deste Blog - Para não alongar-me, a única coisa que posso dizer é: SÓ SE PEDRINHO CONSEGUIR REVOGAR  A LEI DA FICHA SUJA. No meu entender Anabel não deve nada ao ilustre EX, retribuiu  até com mais do que o merecido.
Por mera coincidência antes do meu amigo Bob publicar esta matéria eu tinha terminado de lê:

ESTAVA JUDAS PREDESTINADO?

Uma das questões frequentes; estaria Judas destinado a ser o traidor? Se sim, não teve culpa, porque não passou de um instrumento para cumprir o plano divino.

Judas não foi predestinado para trair Jesus. Em nenhum lugar na Bíblia se diz que Deus determinara a traição de Cristo. A traição foi prevista, ocorreu. O próprio Jesus sabia de antemão quem o ia trair, e revelou o facto antes que acontecesse. Ver:

* Mateus 26:20-25 - E, chegada a tarde, assentou-se à mesa com os doze. E, comendo eles, disse: Em verdade vos digo que um de vós me há de trair. E eles, entristecendo-se muito, começaram cada um a dizer-lhe: Porventura sou eu, SENHOR? E ele, respondendo, disse: O que põe comigo a mão no prato, esse me há de trair. Em verdade o Filho do homem vai, como acerca dele está escrito, mas ai daquele homem por quem o Filho do homem é traído! Bom seria para esse homem se não houvera nascido. E, respondendo Judas, o que o traía, disse: Porventura sou eu, Rabi? Ele disse: Tu o disseste.

Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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