sábado, fevereiro 08, 2014

Prefeita de Jeremoabo começa a se enrolar na Justiça Federal

OCESSO:PET Nº 42082 - Petição UF: BA
51ª ZONA ELEITORAL
Nº ÚNICO:42082.2012.605.0051
MUNICÍPIO:JEREMOABO - BAN.° Origem:
PROTOCOLO:2573192012 - 31/10/2012 00:00
NOTICIANTE(S):MINISTÉRIO PÚBLICO ELEITORAL
NOTICIADO(S):ANABEL DE SÁ LIMA, Prefeita eleita.
ADVOGADO:JOÃO DANIEL JACOBINA
RELATOR(A):JUIZ SAULO JOSÉ CASALI BAHIA
ASSUNTO:NOTICIA CRIME ELEITORAL - DELITO TIPIFICADO NO ART. 39, § 5º, II E III, DA LEI N° 9.504/97 - PEDIDO DE PROVIDÊNCIAS
LOCALIZAÇÃO:ASJUIZ3-ASSESSORIA AO JUIZ DO TRIBUNAL 3 - JURISTA 2ª VAGA
FASE ATUAL:05/02/2014 17:15-Julgamento PET nº 42082 em 05/02/2014. Acórdão. Recebida a denúncia




Pizzolato é o retrato do Brasil saqueado



CNJ vai investigar contrato milionário do TJ-BA

Empresa de Gilmar Mendes pode estar envolvida

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Conselho Nacional de Justiça (CNJ) fará uma verdadeira devassa no Tribunal de Justiça da Bahia, que teve seu presidente - Mário Alberto Hirs – afastado do cargo em novembro passado. Há suspeitas de vendas de sentença, compras injustificadas e contratos milionários com empresas privadas, entre elas o Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), cujo dono é o ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes.
A devassa, que deverá durar dois dias, será coordenada pelo ministro Francisco Falcão, do CNJ. A informação foi divulgada há pouco no site GGN, pelo jornalista Luiz Nassif. De acordo com a matéria, Falcão afirmou que toda a apuração será feita com bastante rigor, “doa a quem doer”. Veja abaixo a íntegra da matéria:
Para o evento de lançamento da parceria TJBA-IDP, Gilmar levou Ayres Britto,presidente do STF e do CNJ, quando o TJBA já estava na mira do CNJ.
Aqui, uma provável explicação para mais um factoide criado pelo Ministro Gilmar Mendes. 
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) tem um belo pepino na mão.
Ontem, iniciou o que se anuncia uma "devassa" no Tribunal de Justiça da Bahia. Serão dois dias de trabalho intenso comandados pelo Ministro Francisco Falcão, cujo relatório definiu o afastamento, em novembro passado, do presidente do Tribunal, Mário Alberto Hirs.
Falcão foi firme nas suas declarações: "Vai ser apurado com todo o rigor. Doa a quem doer".
Segundo o jornal "A Tarde", Falcão ficou "espantado" com o que encontrou. 
Além de suspeitas de vendas de sentença, de compras injustificadas, Falcão afirmou que "parece que a lei de licitações (na compra de serviços e produtos) jamais passou por aqui. É aí que se entra na parte complicada da história.
Um dos maiores contratos firmados por Hirs foi com o IDP (Instituto Brasiliense de Direito Público) empresa que tem como proprietário o ex-presidente do CNJ Gilmar Mendes quando o TJBA já estava na mira do CNJ.
É um contrato maiúsculo:
"A parceria prevê a implementação do Programa de Formação e Aperfeiçoamento de magistrados e servidores em 2012 e 2013. A ação dará continuidade ao trabalho realizado pelo Programa de Capacitação em Práticas Judiciárias, que capacitou 58 turmas, sendo 25 na capital e 33 no interior, contemplando um total de 2,4 mil servidores".
Estima-se que deva passar dos R$ 10 milhões.
O contrato foi celebrado no dia 21 de abril de 2012 e visou capacitar os servidores para atender às exigência do próprio CNJ: 
"um convênio para a capacitação de servidores e magistrados do judiciário baiano, em atenção à Resolução 126/2011 do CNJ, que criou o Plano Nacional de Capacitação Judicial (PNCJ), constituído pelo conjunto de diretrizes norteadoras das ações promovidas pelas Escolas Judiciais brasileiras na formação e aperfeiçoamento de magistrados e servidores do Poder Judiciário".
Chama atenção o fato de que o Tribunal de Justiça da Bahia já estava desde 2011 sob a mira do CNJ. Em plena investigação, o TJBA fecha um contrato milionário com a empresa de um Ministro do Supremo e ex-presidente do CNJ.
No lançamento da parceria, Gilmar compareceu, na condição de Ministro do STF, e levou consigo Ayres Britto, presidente do STF e do CNJ.
NNessa mesma época, houve um litígio entre Gilmar e Inocêncio Mártires, seu então sócio no IDP. Gilmar exigia pagamentos de viagens alegando que vários contratos do IDP foram conquistados graças ao seu prestígio. Nesse mesmo período, consegue R$ 8 milhões para comprar a parte do ex-sócio.
Na página do TJBA, foi retirado o link que permitiria ler o decreto. Mas sabe-se com certeza que foi assinado pelo mesmo desembargador Hirs, sob suspeita de não seguir a lei das licitações.
Quem meteu a mão grande  no dinheiro do SUS°

A coisa está feia em Jeremoabo, isso é uma imoralidade, um desrespeito ao povo, é caso para o Ministério Público agir junto com a polícia...

5hs da manhã em uma fila para ser atendido em um posto de saúde, esta é a realidade de JEREMOABO.

  • Luciano G. Silveira E a fila continua conforme você mencionou grande Lutero Neto Alencar eu registrei a fila hoje mais um pouquinho mais tarde do que você.... registrei as 07:30hs... Oh DEUS, tenha piedade do povo pela total falta de planejamento, pela falta de organizaçã...Ver mais
  • Jossy Francisco SE FOSSE SÓ ISSO ESTAVA FÁCIL DE SE RESOLVER,CHEGUEI NO HOSPITAL COM UMA PESSOA EM EMERGÊNCIA A RECEPCIONISTA ESTAVA FAZENDO A FICHA DE PESSOAS PRA FAZER CONSULTA PRIMEIRO E NÃO QUERIA PARAR PRA FAZER A FICHA DA PESSOA EM QUESTÃO,DEVERIA NÃO EXISTIR ESSE NOME EMERGÊNCIA, JÁ QUE NÃO EXISTE RESPEITO.
  • Luciano G. Silveira Caraca.... Jossy Francisco... PREFEITURA-PARALELA neles que não treinam e nem oferecem treinamento de humanização e tão pouco possuem protocolo para atuar na URGÊNCIA E EMERGÊNCIA... Você não tem noção de quantas pessoas já morreram por causa disso! Es...Ver mais
  • Jossy Francisco Luciano G. Silveira INFELIZMENTE ESSA É DURA REALIDADE DOS MORADORES DE JEREMOABO,ONDE PESSOAS SE CONHECEM E VC TER QUE CHEGAR AO PONTO DE CHAMAR A ATENÇÃO PRA QUE A FUNCIONÁRIA FAÇA O QUE SE MANDA A LEI NA FRENTE DE OUTRAS PESSOAS. TRISTE ISSO.
    há 22 minutos · Curtir · 1





    Infelizmente Jeremoabo está entregue as BARATAS... O que vemes é muita propaganda enganosa!!!
    CADÊ as autoridades???

    Feiras livres de Jeremoabo(BA) servem de espaço para exploração do trabalho infantil

    A Notícia em 1º Lugar | terça-feira, fevereiro 04, 2014 | 0 comentários
    Crianças e adolescentes são vítimas rotineiras de exploração do trabalho nos dias de ferias livres de Jeremoabo.
    É cada vez mais comum encontrar crianças trabalhando nas feiras livres e mercado de Jeremoabo(BA). Só no mercado municipal, os feirantes e consumidores estimam que pelo menos 30 crianças e adolescentes têm a mão-de-obra explorada nas manhãs de sexta-feira e nas manhãs de sábado, quando acontecem as feiras no local.
    A denuncia do leitor aponta ainda que o horário é um convite à exploração sexual desses meninos. “Essa é a terra do trabalho infantil e a Secretaria de Ação Social de Jeremoabo nada tem feito. De acordo com o leitor, a gestora Anabel de Tista desconhece os valores da família quando não solicita da Secretaria de Assistência Social uma solução para o problema existente no município” desabafou o internauta em uma rede social.
    Segundo o morador, as crianças começam a chegar por volta das 06:00h. O Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti) articula um conjunto de ações para retirar crianças e adolescentes com idade inferior a 16 anos da prática do trabalho precoce, exceto quando na condição de aprendiz, a partir de 14 anos. Mais na prática esse programa não atuado com eficiência em Jeremoabo segundo aponta o leitor do Portal Carlino Souza.
    O leitor também ressalta a omissão da sociedade no sentido de coibir a exploração sexual e o trabalho infantil. “A população acredita que o trabalho infantil é a saída para a pobreza, mas na verdade essas crianças estão em risco pessoal e social” alertou. Segundo informações do internauta, não existe orientação do Conselho e ainda informa que muitas dessas crianças e adolescentes estão inseridas em programas sociais do município, mas eles não rendem a mesma quantia do trabalho nas feiras. No entanto, ele alerta que a exploração da mão de obra infantil faz perpetuar o ciclo da pobreza para as famílias destas crianças e adolescentes. “O trabalho infantil não vai mudar a vida delas porque, na maioria das vezes, deixam de estudar para estarem naquele local trabalhando”, disse o leitor. 
    O leitor do Portal Carlino Souza ainda informa que a prefeitura através da ASSISTÊNCIA SOCIAL já foram informados por diversas vezes e alertados quanto ao aumento do uso de crack entre adolescentes entre 15 anos de idade e sabe do problema mais nunca se manifestou a respeito. Neste meio temos cerca de 30 crianças com idade entres 08 e 12 anos que ficam nas ruas a mando dos pais e outros adultos que fornecem inclusive os carros de mão para que eles possam ficar expostos a tudo, disse o leitor.

    O leitor ainda argumenta que a prefeita Anabel, a qual já foi secretária de Ação Social por mais de oito (08) anos, acha que exercer Ação Social é só distribuir SOPA e MINGAU para a população "carente", ademais os outros trabalhos a se realizar como o de cuidar dos menores de idade e casos de família desestruturadas financeiramente e socialmente não é função daquela secretaria. O leitor ainda afirma que as mudanças de nome na pasta não obteve resultados positivos. Segundo internauta, exoneraram a mulher do ex-prefeito Pedrinho e colocaram uma outra secretaria por ser irmã do secretário de Finanças, mas essa não mostrou ainda "pra que veio"!
    Reportagem: Carlino Souza / Foto: Facebook
Adote um bandido!
Essa é a campanha lançada pela infeliz jornalista Raquel Sheherazade (SBT), depois que um grupo de bandidos de classe mé...
Luiz Flávio Gomes -

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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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