sábado, fevereiro 15, 2014

O que o povo reclama em Jeremoabo...

A nossa praça, também na Duque de Caxias, toda esburacada já tem 7 meses, daqui a pouco a criança nasce...e tome voto!

Hoje ficou muito mais bonita a rua porque enfeitaram com uma mesa,agora detalhe para o Buraco que só aumenta .

Essa cratera veio diretamente da lua e se alojou a +/- 5 meses na Rua da Alegria, centro de Jeremoabo, tomando a frente da casa de Maria Varjão. O mais curioso é que fica ao lado de um setor da Prefeitura Municipal de Jeremoabo (setor de limpeza pública)...

Vejam a escuridão da Rua Duque de Caxias, está aniversariando...

Em Jeremoabo as ruas fazem aniversário sem reparação e tendem a vira mata, isso ocorre no centro da cidade, próximo à Avenida Contorno


JOAQUIM BARBOSA NA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA? DEUS NOS ACUDA!

Celso LungarettiemNáufrago da Utopia - Há 14 minutos
*A* hipótese de Joaquim Barbosa deixar o Supremo Tribunal Federal e candidatar-se à Presidência da República me dá calafrios. Não pelos motivos que afligem os petistas. Estou longe de encarar o JB como Satã com chifres e rabo pontiagudo. Acompanhando com muita atenção, de fio a pavio, as quatro longas sessões de julgamento do Caso Battisti, avaliei JB como um homem alinhado basicamente com as posições de esquerda, em versão simplória. Mostrava-se muito sensível às questões sociais e raciais (claro!). E, num momento em que suas dores nas costas lhe causavam visível sofrimento, não ... mais »


Associações de funcionários públicos enviam manifesto contra IPTU ao prefeito

Comentando:
Já em Jeremoabo a prefeita cobra o IPTU de forma irregular e o povo faz como avestruz, enterra a cabeça no buraco, fala somente nas esquinas, na hora de agir amarela..





Barbosa: não é candidato, mas deixará o STF http://goo.gl/axMFW1Presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, divulga nota para conter especulações sobre eventual candidatura à presidência da República em 2014, depois que uma reportagem da revista Veja atribui a ele a frase "acho que já é hora de sair"; no entanto, ele confirma que deixará o tribunal antes da saída compulsória aos 70 anos e diz que suas próximas decisões serão "de caráter privado"; ele também negou ter dito que o Partido dos Trabalhadores foi "tomado por bandidos"



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    Macunaíma é meu pastor, nada me faltará

    LAUREZ CERQUEIRA,
    O povo brasileiro é violento e ponto final. Chega de hipocrisia. É curioso que grande parte das pessoas que estão "assustadas" com a violência não perdem uma luta de MMA
  • O jogo sujo contra o Mais Médicos

    19 DAVIS SENA FILHO,
    A direita sabe que o Estado de São Paulo é essencial para sua sobrevivência política, e programas, a exemplo do Mais Médicos, são pedras nos sapatos do PSDB e da imprensa de mercado, arco e flecha da direita brasileira, uma das mais poderosas e violentas
  • Black Blocs ruralistas

    ELVINO BOHN GASS,
    Incitando a desobediência, dois deputados gaúchos sugeriram aos agricultores que formem milícias e impeçam os agentes da lei de agir




  • BRASIL




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    RUI FALCÃO: STF FAZ "TERRORISMO DE ESTADO"

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    Lewandowski alfineta JB: "juízes se pronunciam pelos autos"

    Edição 247 / fotos STF:





    Requião se lança ao Planalto e critica JB

    Pedro França: Senador Roberto Requião (PMDB-PR) saúda o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) pela realização de seu congresso em Brasília





    Site de Zé Dirceu recebe R$ 225 mil de mais de mil doadores

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    Liberdade de Jefferson incomoda ministros do STF

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    Com sobras de Delúbio, João Paulo paga multa

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    O Cafezinho - Bandeira de Mello pede o impeachment de Barbosa e Gilmar


    Doadores do PT preparam ação contra Gilmar Mendes

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    Embargos infringentes entram na pauta do STF na próxima semana

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    O que aprendi com meu pai: Joana Saragoça & Dirceu'

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    DCM: Sheherazade ainda tem emprego público e recebeu sem trabalhar

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    'Decisão de Barbosa impede Dirceu de cumprir a lei'

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    DCM: Barbosa merece ser desrespeitado

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    Valadares entra na disputa pelo governo de Sergipe

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    LÍDERES DA OPOSIÇÃO UNIFICAM DISCURSO EM AL



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    Num país em que tantos matam premeditadamente e com extrema crueldade, é patético que os maiores vilãos acabem sendo uns tolos que mataram sem consciência e por inconsequência (se comprovado que terceiros guiavam suas mãos, estes merecem castigo muito mais rigoroso).Outras vítimas são vergonhosamente escamoteadas pela mídia. Como Ivo Teles da Silva, 69 anos, bestialmente espancado pela PM de Geraldo Alckmin durante a barbárie no Pinheirinho, por ela sequestrado e mantido longe dos parentes. Tudo para esconder seu estado deplorável. 

    Roberto Malvezzi (Gogó)
    http://www.correiocidadania.com.br/images/stories/pequenas/bodehomem.jpg.pagespeed.ce.9bms_GRWKS.jpg
    Mais que um pré-conceito, o que os peruanos fizeram com o Tinga, ou quando os europeus pensam estar ofendendo algum brasileiro ou africano, chamando-os de macaco, é pura ignorância.


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    Sem disfarçar, a Rede Globo aproveita o episódio do cinegrafista para fazer a campanha de seus grandes benfeitores, o governador Sérgio Cabral e o prefeito Eduardo Paes. Escancaradamente, promove o candidato a governador da dupla, o Pezão, e tenta desmoralizar os oponentes, principalmente o deputado Marcelo Freixo. É campanha escancarada. Os outros motivos do picaresco sensacionalismo, obviamente, são: criminalizar as manifestações, desmoralizá-las, manchá-las e sepultá-las.
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    Rio de LágrimasPor Otto Filgueiras

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    A declaração do advogado da rapaz que teria recebido o rojão, de que o seu cliente e outros jovens iguais a ele teriam sido pagos para ir às manifestações, foi artifício usado por alguns defensores, sem consistência política, nos tribunais militares durante a ditadura. É  fato que tudo isso revela-se apenas um jogo de cena, para minimizar a ação truculenta da Polícia Militar carioca, a impopularidade e irresponsabilidade do governo Sérgio Cabral, e a barbárie capitalista.
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    Um dos grandes fenômenos sociais da atualidade, a luta pela moradia nas grandes cidades ganhou um capítulo marcante neste início de ano, com a imensa ocupação entre os bairros de Jardim Ângela e Capão Redondo (zona sul da capital paulista), denominada Nova Palestina e formada por cerca de 8000 famílias. As famílias estão, cada dia mais, sem outra alternativa, a não ser a ocupação de terra, para ter assegurado seu direito à moradia”, constata Guilherme Boulos, membro do MTST, em entrevista ao Correio da Cidadania.

    A hipocrisia dos donos do poder
    Ao lado de justificada comoção em torno à dramática morte do cinegrafista atingido por um rojão, vem ressaltando de modo lastimável um cínico aproveitamento do episódio pela grande mídia, governo, Estado e direita tradicional. Há campanha estridente para que se acelere, não somente a criminalização dos protestos sociais, mas um inaceitável e anacrônico clima de repressão e medo, em meio a um cenário de violência que tem em seu seio o próprio Estado.

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    Carta aberta ao ministro Joaquim Barbosa.

    Dimas RoqueemDIMAS ROQUE - Há uma hora
    Por João Paulo CunhaCaro ministro Joaquim Barbosa, há poucos dias, em entrevista, o senhor ficou irritado porque a imprensa publicou a minha opinião sobre o julgamento da ação penal 470 e afirmou que não conversa com réu, porque a este só caberia o ostracismo.Gostaria de iniciar este diálogo lembrando-lhe da recente afirmação do ex-ministro Eros Grau, do Supremo Tribunal Federal: "O Judiciário




    O Cafezinho - JB desmente Veja; será mesmo?




    Em destaque

    E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

      Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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