domingo, fevereiro 23, 2014


MANIFESTO EM APOIO AO BLOG O CAFEZINHO

Estamos assistindo a uma judicialização, não apenas da política, mas das relações sociais.

Judicializar significa, resumidamente, a tribunalização de questões que deveriam ser decididas ou enfrentadas democraticamente em qualquer sociedade civilizada.

Num país em que a mídia oligopólica encontra-se concentrada nas mãos de seis famílias a impor o pensamento único e a defender os interesses das classes financeiramente dominantes , a única alternativa que temos são os blogs progressistas.

Para calar os blogueiros progressistas, jornalistas da velha mídia a serviço de seus patrões estão querendo reinstaurar no país a figura do crime de opinião. Processar blogueiros e pedir indenizações é uma forma não apenas de intimidar a opinião crítica, mas de calar a voz daqueles que nos proporcionam o direito a uma mídia pluralista bem como o acesso à verdade.

Nós que atuamos nas redes sociais, num espaço denominado SOLIDARIEDADE , apoiamos Miguel do Rosário, mais uma vítima do império midiático comandado pela Rede Globo.

SOLIDARIEDADE

Outros detalhes acerca da campanha em favor do blog O Cafezinho, acesse:
http://www.megacidadania.com.br/internautas-defendem-o-cafezinho/












,CGU - Controladoria-Geral da União (oficial)



Praia na Sarney, em Aracaju/SE.
Foto reproduzida do blogdopapolegal.blogspot






"Por que colaborei com a vaquinha do Zé Dirceu" http://goo.gl/KCMyLb"Nunca votei em Zé Dirceu, sequer o conheço pessoalmente, pois só o vi pela televisão e por fotografias, antes de ser, injustamente, preso por ordem do presidente do STF, Joaquim Barbosa, após um processo kafkiano, com viés político, que se comprova a cada dia que passa", diz o blogueiro Irani Lima, sobre sua decisão de apoiar a vaquinha de José Dirceu, concluída ontem, mesmo sem ser militante petista; "Esto...Ver mais




O Cafezinho compartilhou um link.


Mulher morre em acidente trágico quando seguia para comemorar aniversário da filha. Saiba dos detalhes em:http://www.sergipeenoticia.com.br/noticia.php?sa=&cod=5086





Colunista

A inadiável alvorada de uma quarta-feira de cinzas

14 LULA MIRANDA,
Nem tucano nem petista. Não houve “mensalão” tucano. Assim como não houve “mensalão” petista. Não se pode negar um sem negar o outro. Ou condenar um e inocentar o outro, como fazem alguns hipócritas





BAHIA 247

Gafe na Bahia: Ricardo quer volta do pelourinho

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Vox confirma Datafolha: Dilma vence no 1º turnohttp://brasil247.com/+ataqf Pesquisa Vox Populi/Carta Capital, divulgada neste domingo (23) reforça números de outras sondagens divulgadas na semana passada, como Datafolha e MDA, com vitória da presidente Dilma Rousseff em primeiro turno; números da Vox, no entanto, são mais modestos: petista teria 41% das intenções de votos, ainda quase o dobro da soma do desempenho dos candidatos do PSDB, Aécio Neves (17%) e do PSB, Eduardo Campos (6%); nesta pesquisa, 20% dos eleitores não responderam ou ainda não sabem em quem votar; outros 15% optariam pelo voto branco ou nulo; aprovação do governo é baixa - 34%; 22% reprovam e 44% consideram regular




Show do milhão: Dirceu bate sua meta

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O Cafezinho - Por que os brasileiros querem mudança mas não votam na oposição?



BRASIL

À espera da prisão, Jeff prevê volta de Lula

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Prestes a ser preso, ex-deputado e delator do mensalão faz passeio de moto neste domingo (23) http://glo.bo/1moejbP

Foto: Marcos de Paula/Estadão Conteúdo

Chamando Gilmar às falas.

Rodrigues diz que Lula ainda não se aposentou

: Fernando Rodrigues, jornalista Folha S P. A Nova ordem Politica Empurrada pela revolucao das Midias Sociais. O poder da internet e da comunicacao descentralizada. Fecomercio, Sao Paulo, 25mar11.



‪#‎Transparência‬: Fique de olho! Cada cidadão ou grupo de cidadãos, isoladamente ou em conjunto com entidades ou organizações da sociedade civil, pode ser fiscal das contas públicas.

Lembramos que a Lei de Responsabilidade Fiscal ampliou para TODO o exercício, o período que as contas do chefe do Poder Executivo ficarão disponíveis para consulta e apreciação pelos cidadãos e instituições da sociedade.

As contas devem estar disponíveis no respectivo Poder Legislativo e no órgão técnico responsável pela sua elaboração.

Saiba mais em http://goo.gl/7GPTw
#Transparência: Fique de olho! Cada cidadão ou grupo de cidadãos, isoladamente ou em conjunto com entidades ou organizações da sociedade civil, pode ser fiscal das contas públicas.

Lembramos que a Lei de Responsabilidade Fiscal ampliou para TODO o exercício, o período que as contas do chefe do Poder Executivo ficarão disponíveis para consulta e apreciação pelos cidadãos e instituições da sociedade.

As contas devem estar disponíveis no respectivo Poder Legislativo e no órgão técnico responsável pela sua elaboração.

Saiba mais em http://goo.gl/7GPTw


OAB emite nota de repúdio às declarações do secretário Mauro Ricardo


OAB emite nota de repúdio às declarações do secretário Mauro Ricardo

Joaquim Barbosa e Marina poderiam forçar segundo turno, diz Datafolha





ESTRUTURA ESTATAL

Relatório do Ministério Público vê risco em plataformas da Petrobras





Dr. Rosinha
DR. ROSINHA

Tratamento diferenciado

Por onde andavam os críticos do Mais Médicos quando dois profissionais brasileiros trocaram socos durante um parto? Por que, com a mesma virulência com que atacam o programa, não se indignam com os colegas que faltam ao plantão?


Jorge Maranhão

Campanha on-line contra os candidatos “ficha suja” já está no ar

“Infelizmente, ainda não temos uma garantia de que todos os candidatos “ficha suja” terão suas candidaturas devidamente barradas”, diz Jorge Maranhão. Para ele, sociedade precisa fechar “brechas” da lei



PESQUISA DATAFOLHA DIZ QUE MELHOR CANDIDATO É LULA



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SERIAM OS CARNAVALESCOS TERRORISTAS?



Carlos Chagas

JORNALISTAS E MANIFESTANTES SÃO DETIDOS DURANTE PROTESTO CONTRA A COPA EM SÃO PAULO

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Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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