sexta-feira, fevereiro 21, 2014

É com razão que o povo chama a prefeita de Jeremoabo de exterminadora do município.

Foto de Lutero Neto Alencar.

Infelizmente o desgoverno municipal de Jeremoabo se tornou "uma casa sem dono", pior do que a " Casa da mãe Joana.
Inclusive " mãe Joana", estava revoltada porque compararam sua casa ao desgoverno de Jeremoabo.
Segundo constantes denúncias,  estão usando os veículos da prefeitura para tudo, menos para servir o povo.
Ou o Ministério Público toma uma providência, ou a desmoralização e a lapidação do erário público continua saindo pelo ralo do esgoto da corrupção de forma irremediável.
Quem exemplo essa administração está dando para a população, um exemplo que o crime compensa...
Todo dia as redes sociais denunciam todo tipo de roubo,  e providências que é bom,  nada.
 É funcionários da prefeitura usando carro oficial para ir namorar noutras cidades, é funcionário usando carro oficial para tomar cachaça nos botecos, e por ai vai a esculhambação.
Agora  mesmo um cidadão que se sente roubado, faz a seguinte denúncia:

Não sabia que o PSF DO SERTÃO tinha se mudado para uma das Transversais da Avenida Recife e que trabalhava até as 18hs (hora da foto)! Quem adivinha que Rua é Essa? Alguém sabe quem é que mora neste local, a ponto de ficar com o carro da saúde ao invés de estar na garagem da prefeitura? Cadê o PREFEITO JÚNIOR que não vê isso! Será que está ai porque alguém está tomando um cervejinha da sexta ou será que alguém vai dar um pulinho em Cícero Dantas mais tarde! QUEM SOUBER RESPONDER ESTA PERGUNTA, POR GENTILIZA NÃO DEMORE!

Esse carro que os senhores estão vendo, deveria está no PSF da  ZONA RURAL, na região do Sertão para um caso de urgência, só que para a administração  municipal de Jeremoabo, vida humana não tem valor, seu "deus" é o dinheiro da viúva.
A que ponto Jeremoabo chegou?
Vamos aguardar o próximo capítulo da desmoralização.

A pergunta que não quer calar:

Até quando o povo irá suportar pacificamente toda essa agressão?


Quando a coisa funciona é assim.


JORGE TEIXEIRA: Motorista da Secretaria de Saúde é flagrado pelo Ministério Público com veículo oficial em bar de Jaru

JORGE TEIXEIRA: Motorista da Secretaria de Saúde é flagrado pelo Ministério Público com veículo oficial em bar de Jaru
 Após uma denúncia feita no dia 17 de janeiro de 2014, a Promotoria de Justiça de Jaru flagrou um servidor do quadro permanente de motoristas da Prefeitura Municipal de Governador Jorge Teixeira, com um veículo da frota oficial do município estacionado em um bar na cidade de Jaru.
Segundo informações, o veículo, um Fiat Uno de placas NDN 1257, foi estacionado em frente a um bar na Rua Rio Grande Norte, n. 2663, em Jaru e, seu condutor, um motorista lotado na Secretaria de Saúde estaria no interior do estabelecimento comercial, supostamente, aguardando um outro servidor da mesma Secretaria resolver problemas burocráticos em um determinado órgão público.
A situação foi flagranteada por um membro do Ministério Público, que lavrou o Auto de Constatação n. 002/14-PJ/JA/RO e acionou a Polícia Militar para registro de Boletim de Ocorrência.
Diante do grave incidente, a Prefeita de Governador Jorge Teixeira, Cida do Nenê, determinou a abertura de Processo Administrativo para apurar a suposta infração disciplinar cometida pelo servidor.
Informações de assessores da Prefeitura dão conta de que o MP já cientificou o município e solicitou providências.
Visando não prejudicar o andamento do Processo Administrativo, a identidade do motorista foi resguardada























Defesa pede que Pizzolato responda processo em prisão domiciliar



Prisão de Jefferson é derrota de Veja, Fux e JBhttp://brasil247.com/+9mpqx No calor do julgamento da Ação Penal 470, a revista Veja defendeu que Roberto Jefferson, delator do chamado "mensalão", recebesse o perdão judicial; tese, em seguida, foi encampada pelo blogueiro Reinaldo Azevedo; no plenário da corte, o primeiro a vocalizar a ideia foi o ministro Luiz Fux, que a defendia em razão da suposta colaboração do ex-deputado para a elucidação dos fatos; Joaquim Barbosa gostou da ideia e levou a liberdade de Jefferson até o limite do tolerável; só decidiu prendê-lo mais de três meses depois de encarcerar seus verdadeiros alvos; constrangimento geral impediu que ele continuasse solto







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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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