quinta-feira, fevereiro 20, 2014

Tentando traduzir as gravíssimas denúncias de delito, corrupção e desmandos no desgoverno anafel.



Assentada a poeira,  atendendo aos leitores do Blog,  iremos  tentar interpretar ao pé da letra, as  imputações contra  a  conduta dolosa, corrupta e irresponsável do desgoverno municipal de Jeremoabo.
De acordo com a unanimidade dos sites da região, só título ou chamada das matérias, já deixa de maneira explicita a forma criminosa de como está agindo a prefeita de Jeremoabo, onde a título de ilustração citaremos um:


Analisaremos apenas os pontos mais críticos, banais e comprometedores:

“ “Sem entrar em detalhes de insatisfações por parte de outros funcionários, respondo aqui por mim, contido numa observância onde um pequeno grupo é bastante privilegiado profissional e financeiramente, através de graus de parentescos, amizades e acordos políticos, mesmo que muitos estejam ainda APRENDENDO A TRABALHAR; enquanto tantos outros que realmente trabalham (onde eu me incluo) ao que parece para a gestora, não temos o devido valor. Cansei; cansei de ver a realidade dos fatos e ter que fazer de conta que está tudo bem.
Nesta inicial, o ex-assessor denuncia a insatisfação do funcionalismo, pela forma dolosa do uso do dinheiro público por parte da prefeita, onde usando o nepotismo beneficia parentes, amigos e acordos políticos.
Observem que se trata de conluio ou formação de mais de três pessoas, onde aconselho aos leitores que procurem no Código de Processo Penal, o que isso significa.

“Para a Prefeita Anabel, com todo o meu respeito, parafraseio Barack Obama quando disse em sua posse: “LIVRE-SE DOS BAJULADORES; MANTENHA PERTO DE VOCÊ PESSOAS QUE TE AVISEM QUANDO VOCÊ ERRA”.
Na mais singela interpretação, traduzimos como que  o desgoverno municipal de “anafel”, não passa de uma ilha, cercada de bajuladores por todos os lados, ou como disse Santo Agostinho: Prefiro os que me criticam, porque me corrigem, aos que me elogiam, porque me corrompem.

 “ Na “ERA TISTA” todos tinham um devido valor, mesmo que não ganhassem os salários que os “privilegiados” hoje ganham, (principalmente quando a eles são incluídas as gratificações e as diárias)
O ex-assessor se manifesta nesse trecho denunciando discriminação de salários, portanto, a prefeita está usando de forma ilegal o dinheiro do povo para pagamentos indevidos e irregulares aos seus apadrinhados, e o mais grave, além, dos super- salários, ainda recebem gratificações e diárias
Aqui deixo a pergunta: viagens para quem e para onde?
“ Os mais altos cargos são ocupados por pessoas que na sexta já estão de malas prontas, não andam pela cidade para ver e sentir a sua radiografia, pouco aparecem na prefeitura quando a prefeita está viajando, mas que decoram as vias principais muito bem. Enquanto o resto da cidade.
Na verdade, técnica e politicamente (SALVO AS EXCEÇÕES) nunca tivemos um secretariado tão sem experiência que me lembra a polícia da década de 80, onde os policiais aprendiam a dirigir nas viaturas.
Aqui nesse ítem,  o ex assessor diz o que todo mundo de Jeremoabo quer saber, ou seja: o motivo do abandono e irresponsabilidade  que colocou a cidade atolada no brejo.
Noutras palavras, a prefeita colocou nos cargos chaves com raras exceções pessoas incompetentes e sem nenhum compromisso com Jeremoabo, tendo como único objetivo  ganhar o “vil metal”.


Temo pela Família 55, porque num momento que estamos próximos de eleições para deputados, politicamente estamos tão fracos que ainda estamos esperando qual o candidato cairá de paraquedas para votarmos.
Já nesse parágrafo acima o ex assessor denuncia o que todo munda já sabe, que o povo voto como no tempo do coronelismo, em candidato imposto, cujo eleitor não sabe de onde veio nem para onde vai.
Aqui eu acrescento, o desgoverno anafel está tentando a todo custo implantar em Jeremoabo o coronelismo ou mesmo uma ditadura.

Levo comigo a satisfação de ter trabalhado com muita gente boa e trabalhadora, (que alguns também sofrem calados com tais decepções), mas a experiência pior que levo é a de ter pensado que Anabel seria realmente uma prefeita de todos nós, mas no final do ano quando somente “alguns” receberam 13º, somente “alguns” receberam o salário integralmente, (os excluídos receberam 13 dias trabalhados), e para completar, enquanto os “privilegiados” estavam em festa, até eles voltarem tivemos os dias de janeiro descontados. Aí p/ mim foi demais. Sem contar tantos outros abusos de poder.

Nessa parte final o ex assessor ratifica a insatisfação e decepção de muitos, em outras palavras diz que “anabel” cometeu um estelionato eleitoral, que é uma caloteira, que administra fora da Lei, usando a discriminação e abuso de poder.
Encerrando afirmo sem medo de errar,  que estamos diante de uma administração criminosa, e se estivéssemos num país sério, com uma Câmara também seria, nessas alturas do campeonato o desgoverno “anafel” já teria sido banido de Jeremoabo  e a mesma estaria acertando contas com a Justiça.
Como estamos em Jeremoabo e na Bahia, só no resta rezar na esperança de que algum milagre aconteça.


Cuidado!


Barbosa diz que não persegue petistas http://brasil247.com/+hfcjnQuestionado se estava confiante sobre a manutenção das penas dos condenados na Ação Penal 470, antes da sessão de hoje, presidente do STF disse não ter "interesse nenhum" em eventual absolvição ou condenação. "Der o que der, para mim [tanto faz]", disse Joaquim Barbosa, fazendo gestos de indiferença


Advogados batem duro na muralha do Supremohttp://brasil247.com/+abc1e "O meu cliente teve 40 anos de vida pública sem qualquer mancha. José Dirceu é inocente", disse advogado do ex-ministro, José Luís de Oliveira Lima. Defensor do ex-deputado José Genoino disse que condenados não se reuniram para formar quadrilha, mas um partido, que construiu um plano para o País. "Então o nosso povo quer ser comandado por quadrilheiros? Penso que não", discursou. Advogado de Delúbio Saores, Arnaldo Malheiros Filho disse que houve uma "banalização" do crime de formação de quadrilha




Na véspera de pagar multa, Dirceu tem R$ 825 milhttp://brasil247.com/+7u48v Multa imposta pelo STF ao ex-presidente do PT é de R$ 971 mil. Expectativa é a de que vaquinha que juntou 2,7 mil doares até agora ultrapasse R$ 1 milhão no Dia D, mas não há comemoração antecipada. Pressões de todos os lados. Gilmar Mendes vê lavagem de dinheiro, Joaquim Barbosa protela regime fechado em detrimento do semiaberto e Roberto Freire rasga máscara em praça pública, levando PPS a pedir sequestro do dinheiro da solidariedade. Sucesso da corrente político-financeira ultrapassará críticos




Ô meu Deus, ô meu pai!!! E essa praça na Avenida contorno??? Aniversaria já, já...









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A cratera da rua da Alegria, Centro de Jeremoabo, ganhou nova decoração... Se fosse no período natalino daria pra colocar uns piscas, umas bolas feitas de material reaproveitável... — em Jeremoabo-Ba
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O que você tem a ver com a corrupção? Affonso Ghizzo Neto responde e fala sobre a crescente cultura de controle social e de combate à corrupção que vem sendo desenvolvida no pais.
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MENSALÃO: embargos infringentes



Barbosa diz que não persegue petistas http://brasil247.com/+hfcjnQuestionado se estava confiante sobre a manutenção das penas dos condenados na Ação Penal 470, antes da sessão de hoje, presidente do STF disse não ter "interesse nenhum" em eventual absolvição ou condenação. "Der o que der, para mim [tanto faz]", disse Joaquim Barbosa, fazendo gestos de indiferença
Barbosa diz que não persegue petistas http://brasil247.com/+hfcjnQuestionado se estava confiante sobre a manutenção das penas dos condenados na Ação Penal 470, antes da sessão de hoje, presidente do STF disse não ter "interesse nenhum" em eventual absolvição ou condenação. "Der o que der, para mim [tanto faz]", disse Joaquim Barbosa, fazendo gestos de indiferença








Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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