quarta-feira, fevereiro 12, 2014

Moradores de Pernambuco acham que tremores são sinais do fim do mundo, já em Jeremoabo acreditamos que o desgoverno que se apossou na prefeitura, é sinal dos tempos.






Em Jeremoabo as ruas fazem aniversário sem reparação e tendem a vira mata, isso ocorre no centro da cidade, próximo à Avenida Contorno


A rua da frente tá limpa ta boa,tudo bonito e limpo.Mais as outras ruas?Olhe só a Tiradentes,centro de Jeremoabo também, vejam a calamidade que assola aqui faz meses e ninguém vem tomar providências,nem a embasa,nem Prefeitura, fora as outras ruas imundas iguais a essa aqui  ou pior .Até quando os carros das cervejas vão continuar estacionando em nossas portas? A rua é apertada e não comporta carro de grande porte empatando outros carros e motos que passam por aqui de circularem,causando esse prejuízo que ninguém vem resolver nada  é um verdadeiro descaso  e falta de respeito com os moradores já não basta a imundice da feira mal organizada onde os alimentos ficam em cima das barracas também imundas sem ter um local apropriado para esse tipo de venda  alimentícia para a população ,convivemos com toda essa sujeira e blablabla blibliblibli q nada acontece,estamos no centro perto de tudo farmácias,bancos,escolas,etc..sendo que a rua mal valorizada devido a tantas irregularidades ninguém pode vender as casas,alugar ou fazer nada  com essa bagaceira aqui. Dá raiva !

Foto de Lutero Neto Alencar.

Foto de Maria Oliveira Luise.
MURO DE 1 MILHÃO COM UMA CASA DE 5 MIL REAIS DENTRO! Esta é a realidade de JEREMOABO!

Jeremoabo terra humilhada, desrespeitada e saqueada

Enquanto noutras cidades onde os administradores se dão ao respeito, são competentes,  lutam em benefício do município e de seus eleitores, não medem esforços para conseguirem recursos para serem usados no saneamento e pavimentação da cidade, em Jeremoabo acontece o contrário.
 Em Jeremoabo os desgovernos são eleitos para apresentarem seus demeritos, incompetência e irreponsabilidade, sendo que cada um que entra é pior que o outro.
Por exemplo, o atual desgoverno vem lutando no intuito de ao término da sua catastrofica administarção deixar a cidade totalmente arrazada sob todos os aspectos.
Já iniciou o desgoverno retornando ao tempo do atraso, pois qualquer cidadão que tenha o mínimo de responsabilidade nunca irá trocar um calçamento por encascalhamento, pavimentação essa que segundo a contabilidade do ex prefeito seu marido o tista de deda, custou milhões aos cofres públicos,.e  hoje num conto de mágica virou cinzas.
Observem que essa é a estrada que leva a sua residência, e as demais como irão ficar.?
O que diz o vereador que reside nessa localidade, e que usa esse caminho para chegar a sua residência?
Melhor que palavras, são as imagens.
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.Foto de Jose Dantas.
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“Tudo que os livros antigos falam está acontecendo agora nesse desgoverno municipal
Com tanto desmando que está acontecendo na atual administração  “é hora de ligar o alerta: poder ser um sinal do Alzheimer se aproximando.
O primeiro sinal da doença, que leva à demência, é quando o paciente dá sinais de que está desconectado da realidade. É também notada certa desorientação de tempo e espaço. No estágio mais avançado, a linguagem do paciente fica reduzida a simples frases. Há sinais evidentes de apatia extrema. A mobilidade se degenera a tal ponto que leva a imobilidade quase total.
Não precisa nem sequer importar médicos cubanos para perceber que esse diagnóstico fecha exatamente com o atual estágio da prefeitura de Jeremoabo na gestão da buracolândia., da corrupção, dos desmandos,  da perseguição e da incompetência.

Traduzi agora ..recebi de uma amiga 

Simples assim ...

Solto, Roberto Jefferson tira sarro do PT http://brasil247.com/+plgdpNota sobre a nova lei antiterror que está sendo debatida no Senado, publicada no blog do ex-deputado, contém a seguinte frase: "A Constituição afirma que todos são iguais perante a lei, mas, pro PT, alguns são mais iguais do que outros". Delator do chamado 'mensalão', Roberto Jefferson é o único que ainda não motivou uma decisão do presidente do STF, Joaquim Barbosa. Enquanto os petistas, que, segundo ele, querem benefícios maiores do que o restante, estão presos em regime fechado, mesmo tendo sido condenados ao semiaberto


.Dilma Rousseff
AJUDA DE CUSTO

Você sabia que os profissionais contratados para o ‪#‎MaisMédicos‬recebem auxílios extras que vão de 10 mil a R$ 30 mil reais além de seus salários?

Isso mesmo! Todos ganham uma ajuda de custo para compensar as despesas de instalação em seus postos de trabalho....Ver mais

Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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