segunda-feira, fevereiro 17, 2014

Mais um acidente fatal e a prefeita de Jeremoabo não está nem aí...






Caso a prefeita de Jeremoabo residisse em Jeremoabo e exercesse com responsabilidade o cargo que o povo lhe concedeu, talvez a coisa fosse diferente.
Já se tornou rotina qualquer picareta se eleger em Jeremoabo e a partir do dia seguinte a posse se mandar para Salvador para gozar das benesses da viúva, bem como, acumular diárias, deixando o município acéfalo.
Semana passada um caminhoneiro para não atropelar animais na pista, na localidade entroncamento, capotou o veículo que por sorte não levou a pior, a não ser prejuízo materiais.
Por falta de área de lazer a população de Jeremoabo diariamente corre risco de vida ao fazer caminhadas na pista.
O número acidentes com morte tanto de motos quanto de carros, tem uma estatística elevada para o porte de uma cidade como Jeremoabo.
O pior é que mesmo com esse número elevado   de óbitos, não se sabe de nenhuma providência concreta de iniciativa da prefeita da cidade.
Já que a mesma não tem prestigio para conseguir semáforos, deveria seguir o exemplos dos prefeitos que tem compromisso com a segurança e bem estar dos munícipes, e colocar lombadas eletrônicas   tanto dentro da cidade, quanto nas entradas da cidade, pois todos estão constantemente correndo risco de vida por falta de sinalização, principalmente na entrada do São José, na saída para o Posto Pé de Serra, e no trevo da saída para Paulo Afonso.
Coloquei fotos de lombadas eletrônicas para que o desgoverno municipal de Jeremoabo tome conhecimento do que é uma lombada, já que só entende de números, marajás, nepotismo e corrupção.
Garanto que caso um desses lamentáveis acidentes com morte que já se tornaram rotina em Jeremoabo, fosse com qualquer um parente seu, medidas concretas já teriam sido tomadas.
Mas numa cidade onde a chefe do desgoverno manda que os estudantes descumpram a Legislação do Transito, e sentem três num banco de coletivo feito para dois, é de se esperar o que?

É vero! !!!!

‪#‎NOTÍCIA‬: Campanha lançada pela CGU no Facebook tem gerado grande repercussão desde o dia 9 desse mês. Em menos de uma semana, a ação, intitulada “Pequenas Corrupções – Diga Não”, já foi visualizada por 7,6 milhões de usuários da rede.

A campanha, composta por dez mensagens, busca conscientizar os cidadãos para a necessidade de combater atitudes antiéticas – ou até mesmo ilegais –, que, por fazerem parte do cotidiano, são culturalmente aceitas ou tem a gravidade ignorada.

A Caetano, sobre O Globo: é tua a Queixa
Por Fernando Brito, no Tijolaço.
Eu não comentei o artigo de Caetano, ontem, queixoso de como O Globo tratava o Deputado Marcelo Freixo, do PSOL.
“Descobrir”, agora, que O Globo acusa sem provas, cria ondas linchatórias, pressupõe a culpa quando ocupado lhe desagrada, francamente, é um tanto tardio vindo de quem, como Caetano, foi brutalizado pela ditadura à qual O Globo serviu.
Nem vou comentar o editorial “neutro” do jornal, hoje, onde diz que fez a apuração dos fatos, agora, embora não a tenha querido fazer enquanto os blocs serviam de desgaste ao Governo ao quem faz oposição.
Como os blocs, Caetano e Freixo serviram, não servem mais.
Como alguns leitores têm dito que ando meio irritadiço – às vezes é verdade, porque não sou um observador “neutro” da política, tenho lado e causa e não os escondo – vou me servir da poesia e deixar  que o genial e amado poeta Caetano Veloso faça, ele mesmo, a sua Queixa:
“Um amor assim delicado
Você pega e despreza
Não devia ter despertado
Ajoelha e não reza”
Pois é, Caetano, tem essa. O diabo não compra só um pedacinho da alma, leva o lote.
De repente, você achou feio tudo o que não era espelho e descobriu nos que sempre estiveram ao lado do passado e da opressão o canal da liberdade?
A esquerda que você e o Freixo renegaram nunca achou que vocês fossem os “culpados”.
Dessa coisa que mete medo
Pela sua grandeza
Não sou o único culpado
Disso eu tenho a certeza
Mas você não viu ou não quis ver o que havia nisso.
E isso é terrível num poeta.
Como cantou, tão lindo, o Chico, os poetas, como os cegos podem ver  na escuridão.
Estava escuro, é verdade, mas dava para ver onde o caminho ia dar. O pobre Santiago Andrade foi a pedra no meio do caminho, que doeu em todo mundo, mas  fez parar a loucura que é transformar a democracia que custou tanto a você e a mim – e que não se apaga de nossas retinas tão fatigadas  - num cenário de pedradas, máscaras e agressões.
Os “novos democratas” da mídia e das elites que sustentaram a brutalidade e hoje posam de “pós-modernos”, desprezando estes velhos brontossauros do nacionalismo, usaram a sua imagem – aquela que você achou linda, libertária, jovem – o quanto ela foi útil. Inútil agora, o Freixo vira bandido, para levar nas costas o peso da condenação por tudo do quanto se serviram.
Princesa, surpresa, você me arrasou
Serpente, nem sente que me envenenou
Senhora, e agora, me diga onde eu vou
Pois é, Caê, a vida é real e de viés e vê só que cilada o amor te armou, fez virar ao contrário teu verso “onde queres bandido eu sou o herói”.
Revolução não é um pano preto sobre o rosto. Não finda por ferir com a mão essa delicadeza, a coisa mais querida, a glória da vida.
Lembra do Herivelto Martins, que você cantou, tão lindamente? atiraste uma pedra/no peito de quem/só lhe fez tanto bem/e quebraste um telhado/perdeste um abrigo/feriste um amigo)/conseguiste magoar/quem das mágoas te livrou/e atiraste uma pedra/com as mãos que esta boca/tantas vezes beijou
Não reclama, Caetano, mas age.
E não é aplaudindo, é cobrando, pedindo, exigindo, do jeito que só os poetas sabem fazer, e que eles, homens duros da direita, detestam.
Porque o sonho tem hora que não pode ser apenas sonhado, mas feito. Com pó, pedrisco, farpa, cansaço, erro, até dor. E a gente precisa de poesia para não se afundar sem olhar o céu enquanto lavra o chão.
Volte pra cá, Caetano, porque a gente já não pode nem quer ir embora , não quer dar mais o fora.
Dona Canô, que te mandou pro mundo, era sabida.
“Apenas fiquei conhecida por causa de meus dois filhos que nunca se esqueceram de onde vieram nem da mãe que têm.”
Termina a música do Herivelto, Caetano, por favor.
Não turve a água desta corrente por onde o povo brasileiro avança, essa água que um dia, por estranha ironia, tua sede matou.
101

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PIZZOLATO-2



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Esse foi um aluno assíduo da prefeita de Jeremoabo.



Amigos da Prefeitura Paralela e do facebook.
Através dessa denúncia, observamos o quanto faz falta numa cidade uma imprensa livre e independente.
O deputado empregou uma sobrinha, a imprensa bateu em cima.
Já pensaram se em Jeremoabo existisse imprensa independente e livre, seria prato cheio a falta de escrúpulo do desgoverno municipal, onde emprega irmão, sobrinho, cunhado, primo, empregado e todo seu conluio.
Usa o erário público como se fosse sua propriedade, ou mesmo como se fosse capim.



PRIORIDADE É O PORTO EM CUBA. NUMA EVENTUAL DEBANDADA, ELES VÃO SER ESTIVADORES NESTE PORTO

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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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