quarta-feira, fevereiro 19, 2014

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Boletim Carta Maior - 18 de Fevereiro de 2014
          
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Aviso para você que dirige em Jeremoabo.

Se for dirigir na cidade de Jeremoabo muito cuidado para o aviso abaixo, devido a quantidade exorbitante de buracos, verdadeiras crateras nas ruas e avenidas.




Quando me deparo com cenas como abaixo explicita, mais uma vez me faz lembrar:

Primeiro levaram os comunistasBertold Brecht
Primeiro levaram os comunistas
Mas não me importei com isso
Eu não era comunista
Em seguida levaram alguns operários
Mas não me importei com isso
Eu também não era operário
Depois prenderam os sindicalistas
Mas não me importei com isso
Porque eu não sou sindicalista
Depois agarraram uns sacerdotes
Mas como não sou religioso
Também não me importei
Agora estão me levando
Mas já é tarde.



Davi Alves compartilhou a foto de Lulinha Fio.
olhe do aonde chegou o desgoverno de jeremoabo, Lulinha fio acaba de romper com a gestao de ANAMAL. Insatisfeito com privilegios pra uns e pra outros trabalho escravo.
CARTA AOS AMIGOS DA “FAMÍLIA 55”

Comunico a todos a minha saída da Prefeitura Municipal de Jeremoabo; Após quatro anos de dedicação dos meus conhecimentos profissionais e políticos (com cinco anos como presidente do PT de Jeremoabo e estudos sobre gestão política) a mais de um ano venho sofrendo decepções constantes com a falta de reconhecimento por parte da gestora e alguns secretários mais próximos, para comigo e meu trabalho. Sem entrar em detalhes de insatisfações por parte de outros funcionários, respondo aqui por mim, contido numa observância onde um pequeno grupo é bastante privilegiado profissional e financeiramente, através de graus de parentescos, amizades e acordos políticos, mesmo que muitos estejam ainda APRENDENDO A TRABALHAR; enquanto tantos outros que realmente trabalham (onde eu me incluo) ao que parece para a gestora, não temos o devido valor. Cansei; cansei de ver a realidade dos fatos e ter que fazer de conta que está tudo bem.
Para a Prefeita Anabel, com todo o meu respeito, parafraseio Barack Obama quando disse em sua posse: “LIVRE-SE DOS BAJULADORES; MANTENHA PERTO DE VOCÊ PESSOAS QUE TE AVISEM QUANDO VOCÊ ERRA”.
Na “ERA TISTA” todos tinham um devido valor, mesmo que não ganhassem os salários que os “privilegiados” hoje ganham, (principalmente quando a eles são incluídas as gratificações e as diárias) e todos “vestiam mais a camisa” por amor a Jeremoabo; e hoje? Os mais altos cargos são ocupados por pessoas que na sexta já estão de malas prontas, não andam pela cidade para ver e sentir a sua radiografia, pouco aparecem na prefeitura quando a prefeita está viajando, mas que decoram as vias principais muito bem. Enquanto o resto da cidade...
Temo por Jeremoabo; temo pela “Família 55” na qual dediquei todos os meus esforços numa campanha política muito trabalhosa PARA QUEM REALMENTE TRABALHOU. E agradeço muito aos governos estadual e federal pelo nosso desenvolvimento.
È verdade, eu tinha um bom cargo; mas não me basta sem o devido respeito a minha pessoa e o reconhecimento do meu trabalho. Na verdade, técnica e politicamente (SALVO AS EXCEÇÕES) nunca tivemos um secretariado tão sem experiência que me lembra a polícia da década de 80, onde os policiais aprendiam a dirigir nas viaturas.
Temo pela Família 55, porque num momento que estamos próximos de eleições para deputados, politicamente estamos tão fracos que ainda estamos esperando qual o candidato cairá de paraquedas para votarmos. Enquanto o adversário político está solidamente à espera tão somente da campanha. Numa administração sólida, o lado político também há de ser considerado. Até um simples “bom dia” na entrada repercute positivamente.
Levo comigo a satisfação de ter trabalhado com muita gente boa e trabalhadora, (que alguns também sofrem calados com tais decepções), mas a experiência pior que levo é a de ter pensado que Anabel seria realmente uma prefeita de todos nós, mas no final do ano quando somente “alguns” receberam 13º, somente “alguns” receberam o salário integralmente, (os excluídos receberam 13 dias trabalhados), e para completar, enquanto os “privilegiados” estavam em festa, até eles voltarem tivemos os dias de janeiro descontados. Aí p/ mim foi demais. Sem contar tantos outros abusos de poder.
Sou uma pessoa que sempre respeitei do gari ao juiz, me dando o respeito; mas todos que me conhecem sabem que também sempre exigi o respeito de todos, através da minha conduta, postura e educação.
Obrigado Janete, pelo seu jeito de ser.
Obrigado aos meus amigos que lá ficam, boa sorte a todos, indistintamente, e fiquem com a proteção de Deus, pois esse sim, não nos decepcionará nunca.
Abraços, Fio.

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O Escorpião " vale muito a pena ler "

Um mestre do Oriente viu quando um escorpião estava se afogando e decidiu tirá-lo da água, mas quando o fez, o escorpião o picou. Pela reação de dor, o mestre o soltou e o animal caiu de novo na água e estava se afogando de novo. O mestre tentou tirá-lo novamente e novamente o animal o picou. Alguém que estava observando se aproximou do mestre e lhe disse:
— Desculpe-me, mas você é teimoso! Não entende que todas as vezes que tentar tirá-lo da água ele irá picá-lo?
O mestre respondeu:
— A natureza do escorpião é picar, e isto não vai mudar a minha, que é ajudar.
Então, com a ajuda de uma folha o mestre tirou o escorpião da água e salvou sua vida.

Não mude sua natureza se alguém te faz algum mal; apenas tome precauções. Alguns perseguem a felicidade, outros a criam. Preocupe-se mais com sua consciência do que com a sua reputação. Porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de você. E o que os outros pensam, não é problema nosso... é problema deles.

Congresso adia discussão de veto a novas cidades

por Erich Decat / Agência Estado

Operação Granfaloon: Dois ex-prefeitos são liberados pela Polícia Federal









Brasil tem a 11ª conta de luz mais cara do mundo, aponta levantamento






]EM 20 ANOS

Kate Upton posa para ensaio inusitadoPedestres caminham por local proibido no terminal JabaquaraTécnicos com traje especial fazem vistoria em caminhões após acidente na Castello Branco
Famílias protestam contra reintegração de posse no Jardim José Bonifácio, na zona lesteJogadores do Barcelona comemoram o gol de Messi, o primeiro da vitória de ontemO zagueiro Lúcio posa com a nova camisa do Verdão, que tem escudo do Palestra Itália





  • TCE tenta salvar licitação dos radares de Aracaju

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  • Governo descumpre acordo com militares

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    O governo de Alagoas não cumpriu o acordo feito com militares e não pagou a folha suplementar prevista para hoje (18). A Associação dos Oficiais Militares de Alagoas (Assomal) vai enviar um documento ao governo cobrando explicações a respeito do cumprimento do acordo firmado com os militares, em dezembro do ano passado, quando foi realizada a operação padrão pelos integrantes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros


MP investiga fábricas de água mineral

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O Ministério Público Estadual (MPE) instaurou inquérito civil para apurar irregularidades praticadas por fábricas que envasam água mineral. De acordo com denúncia feita pelo Sindicato das Indústrias de Engarrafamento de Água Mineral de Alagoas (Sindágua/AL), quatro empresas estariam comercializando o líquido com níveis de sais além do permitido

 PF prende sete ex-prefeitos, ex-vice e ex-secretários na BA

Paula Pitta


  • Marcello Casal Jr./ABr
    Também foram detidos cinco empresários envolvidos em esquema de fraude
Policiais federais prenderam nesta terça-feira, 18, sete ex-prefeitos, ex-vice-prefeitos, ex-secretários de Belo Campo, Tremendal, Anagé, Bom Jesus da Serra e Caraíbas, no sudoeste da Bahia. Também foram detidos cinco empresários durante a operação Granfaloon, que investiga uma organização criminosa acusada de desviar R$ 60 milhões dos cofres públicos.
Um empresário não foi localizado e é procurado pelos agentes federais. Os policiais também cumpriram 36 mandados de busca e apreensão nos municípios envolvidos no esquema e nas cidades de Vitória da Conquista, Dário Meira, Encruzilhada, Paramirim, Poções, Planalto e Ribeirão do Largo. Foram apreendidos documentos, computadores e veículos de luxo.
De acordo com delegado da PF em Vitória da Conquista, Rodrigo Kolbe, os envolvidos no esquema "simulavam licitações para ganhar valores acima do normal. Eles prestavam serviço de péssima qualidade ou nem prestavam o serviço. Há um caso de um contrato milionário de coleta de lixo, mas que fazia o serviço era a própria prefeitura usando uma carroça de boi. Em outro, uma empresa foi contratada para fazer transporte escolar, mas não tinha nenhum ônibus".
Os presos estão detidos em Vitória da Conquista. O mandado de prisão é temporário pelo período de 48 horas, mas pode ser prorrogável. "O fato da prisão é interessante para gente porque dá tempo para analisar o que foi recolhido durante a operação e verificar se tem mais alguma coisa para buscar", explica o delegado.
Após apuração, a Controladoria Geral da União (CGU) constatou a fraude e acionou a PF. A ação, que foi comandada pelo delegado Victor Emanuel Brito Menezes, contou com a participação de 140 policiais federais da Bahia, Minas Gerais e Brasília.


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Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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