domingo, agosto 12, 2012

O Padre Ramos tem razão em orientar seu rebanho contra os corruptos de Jeremoabo..

.VENENOSAS DA SEMANA


teje preso meliante
  
O gato ta maior que o cachorro, HUEHUEA
Em Jeremoabo o pai de certo vereador horrorizado com o superfaturamento e as notas frias concernentes as Bandas que supostamente tocaram nos  festejos juninos deste ano, ao exercer seu direito de cidadania  horrorizado e comentando o assunto, foi logo ameaçado por  certa ¨otoridade¨. 
Parece até que querem implantar a lei do silêncio¨, ficando proibido denunciar corrupção, é o dinheiro do povo em jogo! 

Enquanto isso os corruptos de Jeremoabo juntaram-se, ninguém tome por surpresa no dia que for criado: ¨associação dos ex  gestores corruptos de Jeremoabo¨. 
É como diz o povão: as aves da mesma plumagem andam juntas. !!!

Os politiqueiros de Jeremoabo tentaram calar o Jeremoabohoje, não conseguiram, agora estão  Cuspindo fogo pelas Ventas sem poder fazer nada com o Padre Ramos, tudo isso porque aquele Sacerdocio cumprindo como seu dever de pastor está tentando orientar suas ovelhas a  não votar em político ficha suja, corrupto ou laranja.

Os politiqueiros de Jeremoabo estão perdidos no tempo e no espaço, ainda não tiveram noção que os tempos mudaram, o povo começa a se livrar do cabresto, estão aderindo a campanha do ¨fora corrupto¨


A radio pinhão de Jeremoabo comentou que certo politiqueiro de Jeremoabo, para passar vaselina no colega, em discursos disse: você é meu irmâo¨, parace até a história de Caim quando atacou seu irmão Abel e o matou ...


Inovação dos festejos juninos em Jeremoabo: os contratantes das Bandas pagas com o dinheiro do povo, contrataram BANDAS VITUAIS, BANDAS INVISÍVEIS E BANDAS IMAGINÁRIAS...QUER MAIS?


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O Padre Ramos tem razão em orientar seu rebanho contra os corruptos de Jeremoabo..

Igreja incentiva rebanho a não votar em candidato corrupto

Biaggio Talento
A Igreja quer aproveitar as eleições municipais desse ano para eliminar do pleito “os candidatos cujas vida pregressa de acordo com a lei (da Ficha Limpa) contamina o cenário político e ameaça a democracia” . Para tanto propõe ao seu rebanho e aos eleitores em geral que não venda seu voto e nem o anule, pois quem anula o voto “omite-se e renuncia à possibilidade de participar do processo político”. Os conceitos estão no documento “Orientação sobre a participação dos católicos nas eleições” distribuído nesta quarta-feira (6), pela Arquidiocese através do arcebispo-primaz do Brasil e de Salvador, dom Murilo Krieger.
Um dos principais alertas da Igreja é para que o eleitor “avalie, com cuidado, as campanhas dos candidatos, a quantidade de dinheiro gasto e as promessas feitas. Verifique se eles terão condições de cumprir o que estiverem prometendo”. Pede uma “atenção especial” à “propaganda enganosa, á oferta de dinheiro ou favores que visem enganar o eleitor”. Preparado pelo Conselho Presbiteral da Arquidiocese de São Salvador da Bahia, com base na mensagem da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) “Eleições municipais de 2012” as orientações terão ampla divulgação, conforme explicou dom Murilo.
“A ideia é que os padres incentivem a leitura e a reflexão nos vários grupos. Enfim, queremos que todos tomem consciência, pois estamos preocupados com o seguinte: diante do que aparece na mídia sobre os políticos há o perigo das pessoas descrerem da política, acharem que é uma coisa ruim, quando ela é a arma do cidadão para se defender da corrupção. Se há corrupção é porque a escolha dos candidatos foi errada de quem os elegeu”, declarou, assinalando que além da tomada de consciência em relação ao voto, os brasileiros precisam acompanhar os mandatos de quem elege. “As pessoas devem acompanhar, se manifestar, elogiando quando uma coisa é bem feita ou reclamar das coisas erradas, através de e-mails e os vários meios de comunicação”. O arcebispo deu “graças a Deus” ao aparecimento da Lei da Ficha Limpa, e “uma lástima” aos ataques que a legislação sofre, e acredita haver a necessidade de se criar uma “cultura política do povo de cobrar dos seus representantes. E se o político representa bem merece ser reeleito, senão é melhor que não receba mais voto”.

Cidadão Repórter(A Tarde)

  

Sociedade refém das greves que o PT sempre apoiou

Milton Corrêa da Costa


Filho de ex-ministro do STF desmente Noblat sobre Dias Toffoli

Do blog Cidadania, de Eduardo Guimarães:


Noblat denuncia palavrões e baixarias de Dias Toffoli

Ricardo Noblat




 

Livre pensar é só pensar (Millôr Fernandes)

 

 

De Olho no Vereador

De Olho no Vereador

 


O candidato mais sincero do Brasil:

Fonte: aldeirfelixhonorato.



Denise: “Com a corrupção, ninguém se escandaliza?”


Denise, no dia em que recebeu sua carteira da OAB. A advogada vive agora com a sensação de que, aos olhos de todos, está "sempre pelada"
Demitida por aparecer em um vídeo de sexo, a ex-assessora do senador Ciro Nogueira desabafa, em entrevista exclusiva ao Congresso em Foco: “É como se agora eu estivesse sempre pelada”
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Heitor Peixoto: para se defender, réus do mensalão xingam a si mesmos

José Wilson Granjeiro: ao meu pai herói, em seu dia

Nas revistas: Delta recebeu dinheiro do PAC para obra inexistente



Por que a voz rouca das ruas não está nem aí para o Mensalão

Por que a voz rouca das ruas não está nem aí para o Mensalão

Paulo Nogueira
Algumas coisas  pegam, outras não. Algumas coisas mobilizam a opinião pública, e outras provocam essencialmente indiferença. Aqui, na Inglaterra. A revelação de que o celular de uma garota sequestrada fora invadido por repórteres


DISCURSOS DE COLLOR ATACANDO ... VEJA, CACHOEIRA e GURGEL


A mulher mais gostosa das Olimpíadas

Ministros do Supremo não aguentam mais tanta exibição dos advogados.

Carlos Newton


 

 

Entre Geisel e os irmãos Andrada

Carlos Chagas



Parabéns às gatinhas do vôlei, com bi no ouro.

É ouro! Meninas do Brasil venceram por 3 sets a 1 os Estados Unidos e garantiram o bicampeonato olímpico (Getty Images)
Carlos Newton

 


  “O mensalão não existiu”

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Em entrevista, Marcio Thomaz Bastos, que defende um executivo do Banco Rural, afirma que não houve compra de votos nem mesadas pagas a parlamentares



Datafolha apura que 73% da população quer cadeia para réus do ‘mensalão’

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Só 11%, porém, acreditam que haverá prisões; para 37%, acusados serão condenados, mas não a penas de reclusão
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Saiba aumentar a sua aposentadoria por idade do INSS

A edição impressa do Agora traz hoje tabela com os valores dos benefícios do INSS que os segurados podem ganhar

 

De cada 10 pílulas vendidas como ecstasy, 6 são falsas

 

 

Romulo Faro

Jorge, Amado pelo Brasil

Escritor baiano Jorge Amado completaria 100 anos nesta sexta-feira (10), ele escreveu mais de 30 romances, traduzidos para 49 idiomas e exacerbou em sua obra a miscigenação e o sincretismo religioso; governo do estado quer transformar casa do escritor em museu
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Datafolha sobre mensalão é desserviço à democracia

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Quem deve julgar: a opinião pública ou os juízes, com base nos autos? Em sua coluna de hoje, Eliane Cantanhede dá voz à pesquisa que defende a prisão de réus como José Dirceu, como se a Justiça pudesse substituída por uma enquete nas ruas

 

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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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