domingo, agosto 19, 2012

A POBREZA É FRANCISCANA E É DE DAR DÓ.


Que eu me lembre, o atual processo de eleição para prefeito e vereadores em Paulo Afonso é o mais insosso e menos empolgante dentre todos a contar da redemocratização da vida política em Paulo Afonso com eleição direta de Prefeito no ano de 1985, quando José Ivaldo foi eleito derrotando Luís de Deus e o ex-padre Alcides com mais de 50% dos votos.

Na sucessão de José Ivaldo concorreram Luís de Deus, Gilvo de Castro e Francisca Barros, saindo vencedor Luís de Deus com uma margem de votos de dois a três mil sobre Gilvo de Castro que era o candidato oficial, salvo engano, e se eu estiver errado que seja corrigido.

Depois da gestão de Luís de Deus seguiram-se as demais administrações dos Deuses com Anilton e Paulo de Deus e ai deixou de haver oposição e os candidatos oposicionistas que concorreram naquele período se apresentaram mais como sparings ou anticandidatos, como Ulisses Guimarães na ditadura militar e como toda regra tem exceção, quando da primeira eleição de Anilton concorreram José Ivaldo e o  hoje Dep. Fed. Mário Negromonte, quando a disputa foi acirrada. 

Como o modelo político-administrativo situacionista se exaurira, quando concorreram Wilson Pereira e Raimundo Caires na sucessão de Paulo de Deus, deu o último, ainda sob o efeito psicológico da retirada da candidatura de José Ivaldo que criou o sentimento de unida a oposição ganharia. Em verdade, isso foi muito importante para o crescimento da candidatura de Raimundo sem ser o pano de fundo que na verdade era o cansaço da população com as administrações repetidas.

Raimundo Caires assumiu o poder e no esvaziamento das lideranças políticas até então de oposição, durante os quatros anos de sua administração constituiu liderança própria, o que foi confirmado na eleição para deputado estadual, contudo, o que se viu naquele período é que as oposições reunidas em Paulo Afonso não tinham um projeto político para Paulo Afonso e nem modelo de desenvolvimento.

Na sucessão de Raimundo Caires as oposições não comungaram da mesma hóstia e deu no que deu, Anilton na cabeça em margem apertada em relação a Raimundo (diferença por volta de 3.000 votos) e duas candidaturas pífias, a do PT, com Maninho, e a do PP, com Val, que somadas sequer garantiriam a vitória de Raimundo.

Dimas Roque em artigo subscrito para o noticiasdosertao sob o título “Oposição em Paulo Afonso perde eleição para ela mesma” lembrou que a falta de aliança do PT com o PSB em 2008 foi determinante para a derrota de Raimundo, e como lá, entende que agora tem forças de oposição apostando na derrota.

Nas eleições de 2008 eu participei dela em alguns momentos e principalmente nos últimos, antes do fechamento das atas convencionais na tentativa de fechar uma composição PT-PSB. Depois daquelas eleições me convenci de que nem Raimundo Caires e nem Paulo Rangel tinham interesse na aliança. Para Raimundo, ele Prefeito, sozinho, ganharia as eleições e quase ganhou. Creio que se as eleições demorassem mais 15 dias o resultado poderia ser outro. Raimundo em abril já escolhera seu vice-prefeito, Aldo se desincompatibilizara do cargo. Para Paulo Rangel, talvez a vitória de Raimundo consolidasse a liderança que Raimundo já tinha, retirando a possibilidade de consolidação de lideranças políticas outras.

Dimas deverá entender que as oposições perdem para si mesmas não apenas por mera incapacidade de se reunir no processo eleitoral. Elas perdem para si mesmas quando durante 04 anos não fizeram oposição, não podendo se confundir oposição como alternativa de poder com algumas brigas pessoais entre alguns vereadores e determinados integrantes do Poder Executivo, coisas paroquiais e sem relevância para o eleitorado, ou a conduta da bancada de oposição por ser maioria na Câmara votar contra o Prefeito ou retardar a discussão de matérias de relevância para a população. 

Embora aguas passadas não movam moinho, somente se recorrendo à história é que se poderá traçar caminhos e alternativas para o futuro.

Quanto ao pleito do próximo dia 07 de outubro em Paulo Afonso não estando engajado em campanha de qualquer candidato, politicamente ou como técnico profissional, me sinto a cavalheiro para tecer considerações, mesmo batendo em teclas anteriormente já batidas. No dia das eleições irei até a minha seção de votação localizada no Sete e darei o meu voto, tão somente.

O que me levou ao presente artigo foi o título que encontrei no jornal A Tarde, edição on line de hoje, domingo, 19.08, de onde extraio: “Candidatos querem educação em tempo integral na cidade.” 
A política de desenvolvimento para um Município vai da melhoria dos sistemas de saúde, educação, transporte, serviços urbanos, criação de emprego e renda, implantação de projetos de desenvolvimento econômico-social, lazer, supressão das carências e por ai vai.

A partir do gancho do título do jornal A Tarde (“Candidatos querem educação em tempo integral na cidade) é que criei o título do texto (“a pobreza é franciscana e é de dar dó”).

Eu digo que a campanha eleitoral de Paulo Afonso é a menos empolgante e a culpa maior cabem às oposições que nos últimos 04 anos não fizeram uma oposição construtiva e sólida e até agora na campanha não apresentaram uma alternativa política de desenvolvimento e de melhoria de vida da população, especialmente a mais carente. Sem discurso não se constrói candidatura.

Em Salvador todos os candidatos defendem escola em tempo integral que é um modelo de ensino construído por Anísio Teixeira e incorporado por Brizola no Rio de Janeiro com os CIEPS. Aqui em Paulo Afonso a pergunta é: Qual é o modelo de desenvolvimento do ensino defendido pelos candidatos? Resposta: Nenhum, já que não se tem notícias de que algum candidato tenha discutido a matéria, pelo menos até agora nada se divulgou.

A situação em Paulo Afonso que era oposição ao Governo do Estado hoje faz parte dessa mesma base política e isso derrubou o viés ideológico que poderia haver na atual campanha eleitoral. Se a situação que antes era DEM, conservadora, agora está com o PT e o Governador do Estado, progressistas, formado a mesma base, afastou qualquer discurso ideológico, discurso que já fora enterrado na queda do muro de Berlim e nas alianças do Governo Lula, mantido por Dilma. Anilton rodeado por Paulo Rangel, dep-PT,  e Marcelo Nilo, Presidente da Assembleia Legislativa e dep- PDT, coligado com o PT local, se reuniu a nata da situação no Governo do Estado. Se o Governador Wagner influenciar no eleitorado de Paulo Afonso, pedirá voto para Anilton.

Como estamos ainda a 10 dias do término de agosto, e até 07 de outubro, dia das eleições, teremos ainda 47 dias de campanha, até lá esperamos que os candidatos discutam os temas que interessam aos munícipes, já que o eleitor nas eleições municipais é imediatista, ele vota a quem atendeu as suas necessidades e contra quem não atendeu.

 Se for mantida a falta de discurso político no processo eleitoral e se as oposições não levantarem questões ou não oferecem alternativas de desenvolvimento para o Município capazes de atrair o eleitor, a situação que tem uma máquina administrativa azeitada e eficiente agradecerá e aguardará 07.10 para correr para o abraço.  

Se não for possível ganhar, que se enriqueça o debate político-administrativo. Pelo menos isso.

NUMEROS DE PAULO AFONSO. Segundo o TSE, em Paulo Afonso, 75.920 eleitores estão aptos para o exercício do voto nas próximas eleições. Nas eleições de 2008, para prefeito, entre abstenção, votos nulos e brancos, o percentual foi de 26,66%. Mantida a média nas próximas eleições, arredondando esse percentual para 27%, o resultado é que serão 55.529 votos válidos e que elegerão o prefeito. Quem obtiver 27.765 votos não perde mais.  Esse número poderá ser reduzido a depender do desempenho de cada candidato, desde que o vencedor tenha a maioria dos votos válidos.  

Mantida essa tendência, o quociente eleitoral para eleição de vereador será de 3.701 votos. Nas eleições passadas somente três vereadores tiveram mais de 2.000 votos e 03 outros ficaram acima de 1.500 votos. O que se elegeu com a menor votação teve 1.039, embora 03 outros candidatos com votação maior ficassem de fora. O problema é a complexidade do preenchimento de vagas pelo sistema de sobras. Quem conseguir um patamar mínimo de 2000 votos deverá se eleger na primeira rodada, o mesmo devendo acontecer quem tiver  entre 1.500 e 2.000 em segunda rodada.  Mesmo com 15 cadeiras para se preencher quem tiver menos de 1.000 muito dificilmente poderá encomendar o paletó para a posse, salvo se surgir um tiririca que se eleja e leve mais outros. 

Paulo Afonso, 19 de agosto de 2012.

Fernando Montalvão. montalvao@montalvao.adv.br
Montalvão advogados Associados. 

 

  Sertão tem 261 vagas para 1.292 candidatos a vereador

 

 

                Vamos votar em políticos de verdade com compromisso com o povo de Jeremoabo, chega de Laranjas se não teremos mais abacaxi para descascar.

 

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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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