segunda-feira, agosto 06, 2012

Marcos Valério disse que havia pressão para blindar nomes como Dirceu, Genoino e Duda

Gustavo Prado (Jornal O Tempo)




Notícias sobre INTEGRA DA DEFESA DE DIRCEU

Folha do Sertão
Defesa de Dirceu cita Dilma e diz que PGR não provou crimes



 

 

  

 

Clique aqui para ir à página onde estão as defesas dos acusados do mensalão.
Aqui para a página da Procuradoria Geral de Justiça.
Aqui para o STF no You Tube, onde está o vídeo da acusação de Roberto Gurgel.
Leia também: Governo Lula comprou votações no Congresso, diz Gurgel.
Abaixo, você pode ler a íntegra da denúncia original e da defesa do ex-ministro José Dirceu.
Denúncia da PGR

 

 

Lula piora e é internado

por Samuel Celestino

Arma contra a corrupção

combate a corrupcao 040212 jarbas humor politico Arma contra a corrupção
por Jarbas para o Diário de Pernambuco




SÓ VOTA EM CORRUPTO QUEM GOSTA DE SE ENGANAR, OU TAMBÉM É BANDIDO

Especula-se muito sobre a relação de nomes envolvidos com a prática de irregularidades e que, por isso estariam impedidos de concorrer às eleições de outubro próximo. A lista negra na Bahia contém nada menos de 3.800 indivíduos considerados inelegíveis pelo Tribunal de Contas da União e que está na internet para todo mundo vê. Mais da metade é de ex-prefeitos que receberam verbas federais e não provaram sua aplicação. A parte lamentável da histórica é que apesar disso, essas pessoas podem entrar com recurso na Justiça e tornarem-se elegíveis graças a nossa “abençoada” legislação brasileira. Esse fato chega a servir de gozação pelos próprios praticantes do ilícito que crêem, sobretudo, que o dinheiro que conseguiram com essa prática abominável, servirá para livrar-lhes da condenação e manter intacta a impunidade neste país. O TCU não divulga o valor dos recursos cuja aplicação está sob suspeição, mas, não deve ser pouco. Enquanto isso a grande maioria da população vive à beira da miséria comendo o pão que o diabo amassou ou se contentando com a bolsa família que o governo FHC/Lula/Dilma resolveu presenteá-la. Existem ex-prefeitos como é o caso do Geraldo Simões (Cabeça de Pitu), que além de constar dessa lista, responde a mais de duas dezenas de processos por improbidade administrativa no âmbito da Justiça estadual. Foi candidato e eleito a deputado federal sendo beneficiado pela habilidade e competência dos seus advogados e nas brechas que a legislação eleitoral oferece nesses casos, reforçando a premissa de que cadeia foi feita para pobres. Engravatados não! Os políticos têm direito ao prêmio à má gestão, ao desvio de recursos e à licitação viciada e depois que se tornam deputados, adquirem o “direito” à impunidade por meio da esdrúxula imunidade parlamentar. Na verdade é um desrespeito à sociedade que está nesta eleição que se avinha com a responsabilidade de saber separar o joio do trigo, isto é, rejeitar nas urnas nomes envolvidos em corrupção, ou quem esteja sendo manipulado por eles para assegurar-lhes o controle das chaves dos cofres da prefeitura. É a única forma de dizer que não concorda com essa falta de vergonha desses políticos que tratam o povo como instrumento da sua causa perversa. Alguns impõem capachos, amantes, filhos e esposas. O TCU, pelo menos não abre mão do dever de atualizar a relação dos maus gestores do dinheiro público. Significa que ao constatar novas irregularidades, a partir de agora, o autor terá o nome incluído na relação dos usurpadores do dinheiro do povo. Engana-se quem quiser...(http://valcabral.blogspot.com.br)

 

 

Os algozes e a esperança dos aflitos

Carlos Chagas






A corrupção e a eleição deste ano


No próximo dia 07 de outubro podemos fazer valer o Projeto Ficha Limpa diretamente nas urnas, apesar das diversas manobras para tentar inviabilizar o projeto. Ontem o STF, após diversas pressões de vários partidos políticos, liberou os candidatos com contas reprovadas para concorrerem nestas eleições. A sociedade não pode tolerar isto de forma apática. Por isto, devemos organizar no dia 07 mais uma marcha contra a corrupção, desta vez nas urnas.






Inscrição do CPF será feita pela Internet, de graça

Ministros nomeados por Lula demonstram independência no STF

Pedro do Coutto



Dirceu, o Calazans

Sebastião Nery


Charge do Sponholz







Máquina

Sites vendem livremente armamentos não letais

Sprays de pimenta e armas de choque são comercializados pela internet sem autorização do Exército, responsável pelo controle




Hiroshima lembra 67 anos da bomba em pleno debate nuclear

Da cerimônia participaram representantes de 71 países, inclusive Estados Unidos e outras potências atômicas como Reino Unido e França


“José Dirceu é inocente e isto está fartamente provado”

“José Dirceu é inocente e isto está fartamente provado”

A afirmação é do criminalista José Luiz de Olivera Lima, que, nesta segunda, faz defesa oral diante dos ministros do STF
comentários
Eliana Calmon comanda inspeção no TJ-SP

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CNJ vai verificar todas as rotinas administrativas no maior tribunal do País

Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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