terça-feira, dezembro 13, 2011

Uma rosa no espinheiro

Carlos Chagas


Charge do Duke (O Tempo/BH)


Uma justiça em débito com a sociedade

Roberto Monteiro Pinho

Apoio de Lula é muito forte, mas Haddad é um candidato fraco

Pedro do Coutto

Por que aumentar a remuneração dos militares, se não existem Forças Armadas?

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Reflexões sobre as Forças Armadas brasileiras, que precisam ser bem remuneradas

Flavio José Bortolotto

Ferraço: “Senado é o avesso do avesso do avesso”

Ricardo Ferraço: constrangimento com a demora do Senado em aprovar a reforma administrativa - Pedro França/Senado

Quase três anos depois do anúncio da reforma administrativa do Senado, Ricardo Ferraço e outros parlamentares que se envolveram com as propostas de mudança constatam, constrangidos, que nada mudou

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Prefeito de Araripina-PE é afastado por improbidade


Dilma orienta base aliada a impedir convocação


Emprego público

Concursos federais oferecem 5 mil vagas

Oportunidades cresceram em mais de 100% na última semana após anúncio de ministério

Nos jornais: Brasileiros vão pagar imposto com cartão

Dois anos e meio depois, nada de novo no Senado

Toni Reis: carta aberta ao Congresso Nacional

Nos jornais: teto para servidores do Congresso, só no papel

Os salários no Tribunal de Contas de São Paulo podem ultrapassar os R$ 21 mil

Concursos com inscrições abertas oferecem 24,8 mil vagas

Prefeitura, conselhos de classe e tribunais de contas têm salários de até 21,7 mil

O céu e o inferno do Senado

Tumor regride e Lula não precisará de cirurgia

Carlos Newton

Governo anuncia que Pimentel tem apoio da presidente Dilma. E alguém esperava outra coisa?

Carlos Newton

Paulinho da Força (Sindical) só abre a boca para dizer bobagens

Relator afirma que governo tem grana para reajuste maior

Parecer do relator da Previdência diz que há recursos para o reajuste maior para os aposentados do INSS em 2012


Charge do Sponholz

Deputados estaduais ganham 15 salários por ano

A prática no Paraná é antiga, mas até agora era desconhecida da população. Já os vereadores de Curitiba votam na quinta projeto que aumenta em 28% os próprios salários e tentam criar o 13º salário

Mulher é condenada e decapitada por bruxaria na Arábia Saudita, e ninguém protesta. Se fosse no Irã...

Francisco Vieira

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OAB-PE contra @SophiaOfDreams

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Seccional Pernambuco da entidade ofereceu notícia-crime ao Ministério Público Federal do Rio Grande do Sul (MPF-RS) contra internauta que se identificava como Sophia Fernandes, conhecida pelas mensagens contra nordestinos postadas no Twitter

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Mais de 35 mil foram assassinados com armas de fogo em 2010

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Número divulgado nesta segunda-feira pelo Ministério da Saúde corresponde a 70,5% dos 49.932 assassinatos cometidos no País, no ano passado; em relação a 2009, quantidade de vítimas diminuiu

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Brasileiros admiram mais Silvio Santos que Jesus Cristo

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É o que aponta uma pesquisa realizada pela revista Forbes. Na lista aparecem ainda os nomes do ex-presidente Lula, Ayrton Senna e Pelé. O filho de Deus aparece apenas em quinto lugar


Tumor regride 75% e Lula não precisará ser operado

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Em coletiva hoje, equipe médica confirma avanço expressivo no quadro do ex-presidente; Lula foi submetido a bateria de exames nesta segunda; 'o resultado foi um alívio para ele e para a gente', afirma Roberto Kalil Filho (esq.); segunda etapa do tratamento, radioterapia começa na metade de janeiro

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Fim da novela: Rafinha Bastos deixa Band sem pagar multa

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Emissora até tentou manter humorista, que preferiu sair e agora negocia com a Fox Brasil

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Alagoas: Governador será julgado por distribuir cabras

O governador de Alagoas, Teotônio Vilela (PSDB), poderá ser cassado em julgamento a ser realizado nesta terça-feira (13) no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em processo que acusa o tucano de usar um programa para distribuir cabras e ovelhas a famílias carentes em troca de votos na eleição do ano passado, quando foi reeleito. O acusador é o candidato derrotado em segundo turno, Ronaldo Lessa (PDT). Na avaliação do Ministério Público Eleitoral, que subscreveu a denúncia, a distribuição dos animais foi irregular e configura prática de abuso de poder político e econômico. Em resposta ao jornal Folha de S. Paulo, Vilela nega que tenha se beneficiado irregularmente do programa.

Charge do Alpino (Yahoo Brasil)

Megashow’ gospel da Globo atrai só 10% do público esperado


Reflexões sobre o momento político, a elevada carga tributária e a espoliação do povo.

Christian Cardoso


Fotos do dia

Lisiane Goulart poderá sair na "Playboy" Caminhão desrespeita restrição e trafega na avenida do Estado, no centro de São Paulo Passageiro dorme em trem da linha verde, que circulou com velocidade reduzida ontem
Área de espera no Hospital Cema, inaugurado ontem no Shopping Aricanduva Funcionário da Subprefeitura da Lapa examina árvore caída em Perdizes, na zona oeste Jogadores do Barcelona treinam para jogo do Mundial de Clubes no Japão


Olá

Gianecchini tem alta e deixa hospital Gianecchini tem alta e deixa hospital



MASTER
Auto-escola fecha e
lesa 600 alunos


PROCON
OI passa a Ricardo Eletro
e é campeã em reclamações


Proposta de dividir a Bahia não é consenso

Liminar do STJ dá liberdade a ex-sócia de Valério



FHC: Dilma “tem de se livrar do entulho” que herdou de Lula

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O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso voltou a falar sobre a crise política por que passa o governo da presidente Dilma Rousseff, nesta segunda-feira (12), quando cobrou a responsabilização da petista diante às denúncias contra ministros de seu governo. "Tem de haver um pouco mais de responsabilização", cobrou. FHC disse que em seu governo não existia "tolerância" com irregularidades. "Tem suspeita? Tem de cair fora. Eu nunca tive leniência ou tolerância", afirmou. Para o tucano, que falou em entrevista à Rádio Estadão/ESPN, hoje a responsabilidade é jogada sobre os partidos. "Acho isso muito grave", comentou. Durante entrevista, FHC disse que em seu primeiro ano de governo a presidente Dilma Rousseff carregou uma base "maior do que a necessária" para governar e apontou a herança do governo Lula como o foco de corrupção. "Ela levou o ano todo com o peso morto desse entulho. Ela tem de se livrar desse entulho", sugeriu. Para ele, se Dilma perder alguns partidos da base aliada, isso não comprometerá a governabilidade.


Divisão do Pará: Duda Mendonça diz que ganhou "campanha do medo"

O marqueteiro Duda Mendonça, responsável pela coordenação da campanha pela divisão do Pará, atribuiu a responsabilidade pela derrota separatista nas urnas ao “terrorismo” da campanha contra a cisão. “Ganhou a campanha do medo [...] O Lula perdeu dois mandatos por causa do medo também”, afirmou o publicitário, que já coordenou campanhas do ex-presidente. Em plebiscito realizado neste domingo (11), os paraenses rejeitaram por 66,60% a criação de Carajás e por 66,08% a de Tapajós. Para Duda, as frentes contrárias à separação inventaram mentiras para moradores da região metropolitana de Belém, como a possibilidade de perda de riquezas naturais. “Que riqueza? O Pará não tem riqueza. As florestas, os rios, os minérios são do governo federal”, disse. O marqueteiro defendeu ainda que a consulta pública deveria ter ocorrido apenas nas regiões que queriam se separar. Informações do jornal Folha de São Paulo.

Coluna A Tarde: O Caso do amigo Pimentel


Para suavizar as denúncias em série de corrupção em seu governo, a presidente Dilma, como compete a uma lady no exercício do maior cargo desta república tropical, recorreu a um eufemismo. Trocou a palavra corrupção por “malfeitos”. Que é, na verdade, um neologismo porque deve ser expressa em duas palavras: mal feito. Mesmo de maneira suave, deve-se assinalar o conceito de Dilma numa só palavra: “malfeito”. É como eu uso neste espaço. Seis ministros foram “renunciados” do poder por cometer atos de gatunagem, procedimento já banal neste país tropical. A presidente, embora demore a tomar decisão sobre afastamentos, de certo modo procede bem, na medida em que evita cometer injustiças. Clique aqui e leia a coluna de Samuel Celestino publicada no jornal A Tarde desta terça-feira (13).

Lei da Palmada será votada nesta terça-feira

O projeto de lei que proíbe os pais de baterem nos filhos será votado em caráter conclusivo nesta terça-feira (13), em comissão especial criada na Câmara dos Deputados para analisar a matéria. Se aprovada, a chamada “Lei da Palmada” irá direto para votação no Senado. Após uma série de audiências públicas com especialistas, a relatora da proposta, deputada Teresa Surita (PMDB-RR), apresentou substitutivo ao projeto com pequenas alterações ao texto original. Entre as mudanças está a aplicação de multa de três a 20 salários mínimos a médico, professor ou ocupante de cargo público que deixar de denunciar casos de agressão a crianças ou adolescentes. “Educar batendo traz transtornos e consequências graves à vítima da violência para o resto da vida. Não se trata de impedir que os pais imponham limites aos filhos, mas sim que esses limites não sejam impostos por meio de agressões”, afirmou a parlamentar. Para os pais ou responsáveis que aplicarem castigos físicos, a lei prevê encaminhamento a programa oficial de proteção à família e a cursos de orientação, tratamento psicológico ou psiquiátrico, além de advertência. A criança que sofrer agressão deverá ser encaminhada a tratamento especializado. Informações do G1.

Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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