Vicente Limongi Netto
Jorge Amado não merecia saber da colossal sujeira e roubalheiras do baiano, ex-governador Jaques Wagner. É claro que Gilberto Gil, Caetano Veloso e Bethânia tentam disfarçar o constrangimento. Dia 16 a Tribuna da Internet publicou meus sonhos possíveis, com delações de Wagner e Rui Costa, também ex-governador.
A vez de Rui Costa chegará. Orelhas dele ardendo mais do que carvão de sauna. No mesmo artigo, também frisei meus sonhos vendo, finalmente, Davi Alcolumbre na cadeia. E a batata do cretino roliço também está assando.
LAMA DO CINISMO – Esta escória da política brasileira, infelizmente se afundando mais na imundície. Na lama do cinismo. A sujeira de Wagner é arma poderosa para adversários.
O Tariflávio Rachadinha Achocolatado vai calibrar muita munição. Guerra de chumbo trocado. Wagner é do PT, líder do governo, mas a desgraça política de Wagner não pode nem deve respingar em Lula. O presidente não tem nada a ver com a sujeirada do senador baiano.
Notas oficiais pipocando. Jurando que Wagner é puro e santo. Quase foi padre. Senadores e deputados ligados ao senador também entram na ladainha cretina destacando que o senador é decente.
É UM DESCLASSIFICADO – O povão está perplexo e indignado. Wagner deveria raspar a barba branca que cultiva há décadas. Não merece mais ser tratado como bom político. Pobre Brasil, desonrado por homens públicos desonestos.
Foram-se os áureos tempos de Marcos Freire, Mario Covas, Bernardo Cabral, Nelson Carneiro, Franco Montoro, Vírgilio Távora, Henrique La Roque, Jarbas Passarinho, José Sarney, Josafá Marinho. Convivi com eles. Altivos e bravos. O busto do senador Ruy Barbosa, no plenário do senado, abençoa todos eles.
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Nota da Redação deste Blog -
EDITORIAL: A Decadência do Parlamento e a Saudade dos Grandes Oradores – O Chumbo Trocado na Lama do Cinismo
Por José Montalvão
Quem, como eu, é um estudioso da história pública e teve o privilégio e o prazer de acompanhar os debates políticos de outrora pela TV Senado ou sintonizar o rádio para ouvir figuras cultas, honradas e de uma estatura moral e intelectual hercúlea, assiste ao cenário atual do Congresso Nacional com um misto de náusea e profunda melancolia. São velhos tempos, de um ofício e de uma dignidade parlamentar que dificilmente voltarão a aparecer.
O Brasil já foi representado por gigantes da oratória e do espírito público, homens altivos e bravos como Marcos Freire, Mário Covas, Bernardo Cabral, Nelson Carneiro, Franco Montoro, Virgílio Távora, Henrique La Roque, Jarbas Passarinho, José Sarney e o inesquecível Josafá Marinho. Políticos que, independentemente de suas matrizes ideológicas, sabiam honrar a liturgia do cargo e o busto do senador Ruy Barbosa que abençoa o plenário do Senado. Hoje, infelizmente, o Congresso parece mudar apenas para pior. A cada legislatura, a qualidade desce um degrau e a lama sobe mais um palmo.
A Fila Anda em Brasília: De Wagner a Rui Costa e Alcolumbre
A crônica política contemporânea, como bem destacado pelo jornalista Vicente Limongi Netto em artigo publicado na Tribuna da Internet, aponta que os corredores do poder em Brasília transformaram-se em um tabuleiro de escândalos crônicos e bombásticos. A colossal sujeirada que agora atinge o ex-governador da Bahia e atual senador, Jaques Wagner (PT), é apenas a ponta de um iceberg que promete movimentar o cenário jurídico nacional neste ano de 2026.
Na Bahia de Jorge Amado, de Gilberto Gil, de Caetano Veloso e de Maria Bethânia, o sentimento entre as mentes pensantes é de absoluto constrangimento. Mas as engrenagens de controle indicam que, depois de Wagner, a fila inevitavelmente andará. As orelhas do também ex-governador e atual ministro Rui Costa já ardem mais do que carvão de sauna, enquanto a batata de Davi Alcolumbre assa em fogo alto nas antevistas de possíveis e demolidoras delações premiadas. É a escória da política brasileira afundando-se, dia após dia, na lama do cinismo.
Guerra de Chumbo Trocado e o Isolamento de Lula
O mar de lama em que o senador baiano se encontra virou munição pesada e de calibre grosso nas mãos da oposição e de figuras como "Tariflávio Rachadinha Achocolatado". Trata-se de uma guerra de chumbo trocado, onde os sujos de conhecimento público tentam utilizar as denúncias — muitas vezes ainda em fase de apuração — para posar de paladinos da moralidade e alvejar o governo federal.
No entanto, é preciso separar o joio do trigo: embora Wagner seja o líder do governo no Senado, a sua desgraça política e as suas supostas malversações de recursos públicos não podem, nem devem, respingar na figura do presidente Lula. O mandatário da República não tem qualquer relação com os atos individuais e as sujeiradas de bastidor cometidas pelo senador na Bahia.
Enquanto notas oficiais pipocam tentando jurar que Wagner é puro e santo — em uma ladainha cretina que tenta tratar um desclassificado como homem público decente —, o povão nas ruas assiste a tudo com perplexidade e justa indignação. O parlamentar que mancha a confiança do eleitor perde o direito de ostentar a dignidade de bom político.
Conclusão: O Filtro da Lei Contra os Falsos Moralistas
O meu ponto de vista permanece retilíneo, firme e inalterado: que se quebre quem for podre! Que a lei seja aplicada com o máximo rigor contra Jaques Wagner, Rui Costa ou quem quer que seja, doa a quem doer. Mas que o eleitor jeremoabense e brasileiro fique atento para não comprar o falso moralismo daqueles que atacam a corrupção alheia enquanto escondem em suas gavetas uma herança crônica de desmandos familiares e amadorismos jurídicos.
Pobre do Brasil que hoje chora a ausência de seus grandes e altivos estadistas do passado. Contudo, a força do nosso povo ordeiro, a transparência da imprensa livre que ninguém consegue amordaçar e o império da legalidade haverão de varrer os oportunistas de plantão da nossa história. A verdade sempre prevalecerá!
Blog de Dede Montalvão: Resgatando a memória dos grandes vultos da pátria, combatendo o cinismo político e exigindo moralidade pública de ponta a ponta no Brasil!